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Após os seis primeiros meses de idade, período em que o bebê deve se alimentar exclusivamente de leite materno, já é hora de introduzir a papinha em sua alimentação, pois ela tem um papel fundamental para o desenvolvimento da mastigação e da coordenação motora da criança.

 “A papinha com alimentos cuidadosamente escolhidos complementa as necessidades de nutrientes do bebê e mantém o seu crescimento saudável. Esse momento é importante para estimular o paladar dos pequenos em relação ao consumo de frutas, legumes e verduras”.

A introdução da papinha deve ser feita aos poucos, ou seja, no início, os pais podem oferecê-la uma vez ao dia à criança e devem aumentar essa frequência aos poucos. O ideal é que o bebê coma uma papinha salgada no almoço, outra no jantar e uma doce em outra hora do dia. É importante lembrar que ela deve estar bem amassada e macia, em temperatura morna, nunca quente ou gelada demais.

Escolha bem os ingredientes
Os alimentos preparados em casa são melhores que os industrializados, pois não contêm conservantes e outros produtos químicos. A papinha deve ser fonte de carboidrato (batata e mandioquinha), proteína (carne moída, peito de frango desfiado e peixe tilápia ou pescada), vitaminas e minerais (abobrinha, cenoura, brócolis e couve-flor). “A carne moída é uma excelente fonte de proteína de alta qualidade e ferro, o que é muito bom para lactentes [crianças que ainda mamam]. Já as hortaliças e as frutas fornecem quantidades variáveis de carboidrato, vitamina A e C”, afirma a nutricionista Mariana Klopfer.

Cuidados na hora do preparo
Você pode usar temperos naturais desde que sejam suaves, mas nada de adicionar sal ou açúcar às preparações. É essencial selecionar frutas, verduras e legumes de qualidade e utilizar a menor quantidade de água possível para lavar, limpar e cortar os alimentos. Assegure também a higiene adequada dos utensílios e lave bem as mãos. Cozinhe os alimentos com pouca água, até ficarem macios, e amasse-os pare que fiquem em forma de purê. Adoçar a papinha com mel só é permitido caso o bebê já tenha completado um ano de idade. Abaixo, veja algumas receitas especiais de papinhas nutritivas e deliciosas para o seu filho.

SALGADAS

Carne, abóbora, batata e couve
Ingredientes
1 colher (de sobremesa) de óleo vegetal
1 colher (de chá) de cebola picada
2 colheres (de sopa) de carne moída
1 batata pequena cortada em cubos pequenos
2 colheres (de sopa) de abóbora cortada em cubos pequenos
2 colheres (de sopa) de couve picada

Modo de preparo
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola e a carne moída. Acrescente, em seguida, a batata e a abóbora. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte a couve e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com garfo e sirva.

Carne, feijão, macarrão, abóbora e brócolis
Ingredientes
1 colher (de sobremesa) de óleo vegetal
1 colher (de chá) de cebola picada
2 colheres (de sopa) de carne moída
2 colheres (de sopa) de feijão cozido com caldo
1 colher (de sopa) de macarrão para sopa
3 colheres (de sopa) de abóbora picada em cubos
2 colheres (de sopa) de brócolis picados
 
Modo de preparo
Depois de refogar a cebola e a carne moída, acrescente a abóbora e o macarrão, preenchendo com água e tampando a panela até que os ingredientes estejam cozidos. Junte o feijão e os brócolis e cozinhe por mais cinco minutos. Amasse todos os ingredientes com garfo e sirva.

Frango, arroz, ervilha, cenoura e espinafre
Ingredientes
1 colher (de sobremesa) de óleo vegetal
1 colher (de chá) de cebola picada
2 colheres (de sopa) de frango cortado em cubos pequenos
1 colher (de sopa) de arroz cru lavado
1 colher (de sopa) de ervilha fresca
½ cenoura pequena picada em cubos
2 colheres (de sopa) de espinafre picado
 
Modo de preparo
Refogue a cebola e o frango em óleo quente. Em seguida, acrescente o arroz, a ervilha e a cenoura, cobrindo-os com água. Tampe a panela e aguarde até que todos os ingredientes estejam bem cozidos no caldo. Junte o espinafre e cozinhe por mais cinco minutos. Amasse todos os ingredientes com garfo e sirva.

Frango, mandioquinha, beterraba e escarola
Ingredientes
1 colher (de sobremesa) de óleo vegetal
1 colher (de chá) de cebola picada
2 colheres (de sopa) de frango cortado em cubos pequenos
1 mandioquinha pequena cortada em cubos
½ beterraba pequena cortada em cubos
2 colheres (de sopa) de escarola picada
 
Modo de preparo
Refogue a cebola e o frango em óleo quente, juntando a mandioquinha e a beterraba. Complete a panela com água e aguarde o cozimento com a panela fechada. Acrescente a escarola e cozinhe por mais cinco minutos. Amasse todos os ingredientes com garfo e sirva.

Purê de chuchu, cenoura, mandioquinha e carne
Ingredientes
1 colher (de chá) de óleo vegetal
1 colher (de chá) de cebola picada
2 colheres (de sopa) de carne moída
1 mandioquinha pequena
½ chuchu pequeno cortado em cubos pequenos
½ cenoura pequena cortada em cubos pequenos
 
Modo de preparo
Acrescente o chuchu e a cenoura à cebola já refogada. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até que todos os ingredientes estejam macios. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.

DOCES
 
Maçã, laranja, mamão papaia, banana nanica e pera
Ingredientes
1 maçã pequena sem casca cortada em cubos
Suco de ½ laranja
100 ml de água mineral
¼ xícara (de chá) de mamão papaia picado
½ banana nanica cortada em rodelas
1 pera pequena sem casca cortada em cubos
 
Modo de preparo
Ferva a água e acrescente todos os demais ingredientes, cozinhando em fogo baixo até que as frutas fiquem bem macias. Passe pela peneira e sirva morninha.

Pera com limão
Ingredientes
2 gotas de limão
1 pera descascada e picada
 
Modo de preparo
Cozinhe a pera em fogo brando até que ela amoleça por completo. Amasse com garfo até obter um purê, adicionando as gotas de limão.

Banana, pera e goiaba
Ingredientes
1 banana
½ pera
½ goiaba
 
Modo de preparo
Descasque a banana, corte em pedaços e depois amasse bem. Faça o mesmo com a pera. Corte a goiaba em pedaços menores e misture tudo.

Manga
Ingredientes
1 kg de manga picada
 
Modo de preparo
Cozinhe a manga picada em panela fechada no fogo baixo até a fruta amolecer. Se necessário, pingue um pouco de água para a mistura não grudar no fundo da panela. Depois, tire do fogo e amasse com garfo até obter um purê.

Morango com limão
Ingredientes
1 kg de morango
Suco de limão
 
Modo de preparo
Limpe os morangos, retirando os cabinhos. Lave muito bem em água corrente. Deixe de molho por 30 minutos em uma tigela com água e junte 4 colheres (sopa) de suco de limão. Em seguida, passe os morangos por uma peneira de náilon e misture bem.


Coletânea Editorial
Especial para o Terra

Alimentar-se bem durante a gravidez muitas vezes parece uma tarefa complicada, especialmente porque há informações tão contraditórias a respeito do que faz ou não bem para você e seu bebê em desenvolvimento.

Quem já não ouviu falar, por exemplo, que ovos são ótimos ou péssimos? Como não ficar confusa quando alguns especialistas condenam bife de fígado , enquanto outros dizem ser um excelente alimento para grávidas?

Você não tem que gostar de todos ou comê-los a toda hora, mas procure escolher alguns dos seus favoritos para dar aquele empurrãozinho nutricional na sua gravidez.


Ovos

Além de poucas calorias, os ovos contêm mais de 12 vitaminas e minerais e ainda uma quantidade nada desprezível de proteínas, substância essencial para a intensa produção de células que acontece no corpo do bebê.

São também ricos em colina, um nutriente que promove o crescimento do bebê e sua saúde cerebral, ao mesmo tempo que ajuda a prevenir defeitos do tubo neural. Você pode procurar ainda marcas de ovos enriquecidos com ômega-3, um tipo de gordura que promove o desenvolvimento do cérebro e da visão.

E como fica toda aquela polêmica de que os ovos fariam mal por causa do colesterol alto?
Gorduras saturadas presentes em frituras e certos alimentos congelados como pizzas e hambúrgueres fazem mais mal para o seu colesterol do que o colesterol naturalmente encontrado nos ovos.

A especialista defende que mulheres saudáveis, com níveis normais de colesterol no sangue, adotem ovos na sua alimentação sem medo.

Aqui vão mais alguns argumentos para convencê-la: ovos são baratos, fáceis e rápidos de fazer e altamente versáteis.

Se você estiver cansada demais para preparar uma refeição completa, pode preparar uma omelete caprichada com outros ingredientes de sua preferência ou até acrescentar um ovo cozido em sua salada.

Lembre-se somente de cozinhar os ovos bem para evitar o risco de transmissão de salmonela, uma bactéria que provoca infecções alimentares graves e pode levar até a partos prematuros e abortos espontâneos.


Sardinhas

Peixe abundante e de baixo custo nas feiras e mercados de todo o país, a sardinha conta com proteínas completas e de alto valor biológico, ferro, fósforo, magnésio, vitaminas A, B, D, E e K.

Apresenta ainda uma elevada quantidade de ácidos graxos essenciais do tipo ômega-3, cujo efeito é proteger o corpo contra doenças cardiovasculares. O famoso ômega-3 -- uma gordura poli-insaturada -- diminui os triglicérides e o colesterol total do sangue, baixando como consequência o colesterol ruim (LDL) e aumentando o bom (HDL).

Para aproveitar ao máximo todos os benefícios da sardinha, a forma de preparo é fundamental, já que se ela for frita ou colocada em microondas acaba perdendo suas propriedades. O ideal é preparar sardinhas assadas ou cozidas.

Outra coisa a ser evitada é comprar sardinhas enlatadas, em conserva tanto em óleo como em tomate, porque, nesse formato, possuem alto índice de sódio e podem elevar sua pressão arterial.

Para não enjoar de só comer sardinha, você pode alternar com outros peixes nutricionalmente tão ricos como salmão, cavala ou arenque.


Feijão

O feijão é um alimento muito rico nutricionalmente, sendo fonte de proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras. Além disso, possui substâncias antioxidantes vinculadas a um menor risco no desenvolvimento de alguns tipos de câncer e a uma menor incidência de doenças degenerativas.

Contém ainda fibras solúveis que, depois de ingeridas, transformam-se em gel, permanecendo mais tempo no estômago e acarretando em uma maior sensação de saciedade. Esse "gel" que mata a fome serve também para atrair as moléculas de gordura e de açúcar, as quais são posteriormente eliminadas pelas fezes, ajudando a reduzir os níveis de colesterol e glicemia do sangue.

As proteínas do feijão têm valor nutricional pouco inferior às apresentadas pelas carnes, com uma vantagem: quando combinadas ao arroz, formam uma mistura de proteínas mais nutritiva.

Para facilitar o preparo do feijão, procure deixá-lo de molho, de preferência em água quente, cerca de 20 minutos antes do cozimento. Se tiver panela de pressão para cozinhar, melhor, porque ela acelera o processo e há menos perdas nutricionais no cozimento.

É no grão que está localizada a fibra, por isso faça uma forcinha para consumi-lo também, caso você seja do time que só gosta do caldo.

Como para algumas pessoas o feijão causa gases (que já são mais frequentes de qualquer forma durante a gravidez), diminua a frequência do consumo se não estiver fazendo bem para você. Aí você pode experimentar com outras leguminosas também bem nutritivas, como soja, grão-de-bico ou lentilha.


Pão integral

O pão integral apresenta as mesmas propriedades de vitaminas, magnésio, cálcio, potássio, fósforo e ferro do que o pão branco, com a vantagem de os benefícios serem em quantidades mais significativas.

Possui ainda fibras que auxiliam no bom funcionamento do intestino (boa notícia para qualquer grávida que sofre de prisão de ventre), controle do colesterol e maior sensação de saciedade -- só não vale abusar dos recheios gordurosos e calóricos demais. Utilize pouca manteiga e dê um gostinho diferente, de vez em quando, com geleia.

Você pode também fazer uma gostosa pasta de ricota batida no liquidificar com ervas (manjericão, orégano e alecrim), uma pitada de sal e um fio de azeite. Passe essa espécie de patê no pão e coma com alface, tomate e cenoura ralada.

Mesmo sendo um ótimo alimento, não exagere no consumo de pão integral (não ultrapasse quatro fatias), pois, além de aumentar o total de calorias, substâncias chamadas de fitatos presentes em sua composição podem impedir a absorção de alguns minerais como o cálcio e o zinco.


Aveia

A aveia auxilia o sistema imunológico a se manter ativo, algo importantíssimo durante a gestação, quando há uma baixa natural da imunidade da mulher e, portanto, uma maior suscetibilidade a doenças e infecções.

Assim como o feijão, a aveia é também rica em fibras solúveis, do tipo que "limpam" as artérias do corpo e ajudam a reduzir taxas do colesterol ruim (LDL). Pode ser classificada como um verdadeiro coquetel mineral por conter cálcio, ferro, potássio, sódio, fósforo, selênio e zinco.

A recomendação de consumo é de 20 a 30 gramas ao dia, sendo que uma colher de sopa tem em média 20 gramas. O farelo de aveia é a forma mais nutritiva de ingerir o alimento, que pode ser adicionado a frutas, iogurtes e vitaminas, além de preparações salgadas, como sopas e saladas (em algumas regiões do país já existe à venda granola salgada justamente para essa finalidade).


Castanhas do pará

Você não é lá muito fã de peixe ou de ovos, mas, ainda assim, quer incluir o tão falado ômega-3 na sua alimentação porque ele é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê?

Então experimente incluir um lanchinho com três ou quatro castanhas do pará sempre que possível no seu dia. Outro jeito gostoso é acrescentá-las picadas na salada ou no sorvete para um crocante a mais.

Nessa mesma categoria, das oleaginosas, estão também as nozes, amêndoas e castanhas de caju, torradas ou cruas. Procure comprar qualquer uma delas sem adição de sal, para não correr o risco de sua pressão arterial subir.

"Cuidado também para não exagerar na quantidade, já que, como o próprio nome diz, oleaginosas possuem grande quantidade de gordura e isso pode gerar ganho de peso indesejado".


Iogurte

A maioria dos iogurtes é extremamente saudável e nutritiva, mas os melhores são os que contêm pouca ou nenhuma quantidade de açúcar e os desnatados. É bom lembrar também que iogurte e sobremesa láctea (normalmente de chocolate!) são produtos diferentes.

Cuidado com as versões light e diet dos iogurtes, já que, para manter o paladar adocicado, elas recebem adoçantes, cujo consumo na gravidez ainda gera discussões, dependendo de sua composição.

Os dois principais nutrientes do iogurte são a proteína, fundamental para a construção das células do corpo do bebê, e o cálcio, vital para a formação dos ossos e dentes. Iogurtes do tipo "grego" são ainda mais recomendados porque costumam ter o dobro de proteína que os iogurtes comuns.

Além disso, as bactérias naturalmente presentes no iogurte são excelentes para equilibrar a flora intestinal e também evitam o crescimento de micro-organismos indesejáveis que causam doenças.

Se você não gosta do gosto do iogurte natural, experimente misturar a ele um pouquinho de mel e frutas frescas picadas, ou então preparar uma bebida bem nutritiva com iogurte batido no liquidificador, frutas, mel e umas colheradas de aveia.


Couve manteiga

Quem diria que uma verdura das mais despretensiosas pudesse ser tamanha fonte de nutrição? A couve contém mais ferro e cálcio que quase qualquer outra verdura, e seu alto teor de vitamina C aumenta a capacidade de absorção desses minerais pelo organismo.

É ainda excelente fonte de betacaroteno e vitamina E, de ácido fólico, ferro e potássio.

Servir couve com molho de limão ou com outras frutas cítricas na mesma refeição acelera a absorção de ferro e cálcio (se preferir, pode tomar uma limonada ou um suco de laranja). Para preservar as vitaminas A e C, é bom cozinhá-la rapidamente com pouca água. Outra forma de cozimento é só no vapor ou ainda em caldo para uma deliciosa sopa.
Comer couve crua, como salada, também é uma ótima opção.


Patinho (carne bovina magra)

Por conter grande quantidade de ferro, o patinho é um tipo de carne bastante indicado às mulheres grávidas na prevenção da anemia, uma doença nada incomum na gestação e que pode provocar cansaço e mal-estar.

O patinho é uma carne que tem proteínas de alto valor biológico para o crescimento saudável de músculos, órgãos e todos os tecidos em formação do bebê. Conta ainda com significativa concentração de vitaminas do complexo B, em especial a B12, essencial no desenvolvimento do sistema nervoso.

Prefira as preparações cozidas e assadas. Cortado em fatias, o patinho transforma-se em um dos melhores bifes que se pode conseguir a partir de carne bovina. É também uma excelente opção para fazer carne moída, almôndegas, bolo de carne e hambúrguer caseiro.


Laranja

Possui grande quantidade de vitamina C , a qual, associada a algum alimento que seja fonte de ferro, auxilia na absorção desse mineral tão fundamental para qualquer gestante.

Além de vitamina C, a laranja é também fonte de minerais como cálcio, ferro, fósforo, vitamina A e potássio, auxiliando assim na defesa do organismo contra infecções. Por ser rica em fibras, funciona como um regulador intestinal natural (coma com bagaço e tudo, incluindo a parte branca).

Como a vitamina C se oxida rapidamente, é preciso que você consuma laranjas imediatamente após descascar. No caso do suco, ele pode ser ingerido até duas horas depois do preparo para manter suas propriedades.

Fonte:http://brasil.babycenter.com/a5800049/conhe%C3%A7a-10-alimentos-superpoderosos-para-a-gravidez

Um estudo americano sugere que as pessoas tendem a optar por refeições menos calóricas quando frequentam restaurantes que trazem em seus cardápios a quantidade de exercício necessário para queimar as calorias dos alimentos.
Segundo os cientistas responsáveis pela pesquisa, para estimular pessoas a controlarem melhor seu peso, seria mais eficiente informar a elas como podem queimar as calorias de um cheeseburguer, por exemplo, do que simplesmente informá-las quantas calorias o sanduíche contém.
A pesquisa, conduzida por uma equipe da Universidade Cristã do Texas, dividiu 300 voluntários com idade entre 18 e 30 anos em três grupos aleatórios.
Um recebeu um menu sem as informações calóricas; o segundo recebeu cardápios que continham o número de calorias de cada alimento, e o terceiro foi informado tanto sobre as calorias do alimento quanto sobre a quantidade de exercício necessário (em tempo de caminhada rápida) para queimar suas calorias.
No final, as pessoas do grupo que recebeu os menus com as informações sobre exercícios físicos pediram refeições menores e comeram menos, consumindo em média cem calorias a menos do que as outras.


Benefícios
As pesquisadoras Meena Shah e Ashlei James explicam que todos os menus continham a mesma seleção de alimentos e bebidas, que incluía hambúrgueres, sanduíches, salada, batata frita, refrigerantes e água. Nenhum dos voluntários estava ciente dos objetivos da pesquisa.
"Este é o primeiro estudo que reflete sobre os efeitos de mostrar quantos minutos de caminhada rápida são necessários para queimar as calorias contidas nos alimentos consumidos. A pesquisa sugere que há benefícios", diz Meena Shah.
Os cientistas destacam o fato de que a caminhada rápida é um tipo de exercício que tem um grande apelo, já que é de fácil execução.
Shah, porém, ressalta que não é possível extrapolar as conclusões para a população com mais de 30 anos. Por isso, mais pesquisas, envolvendo pessoas mais velhas, ainda são necessárias.
Contagem de calorias
Victoria Taylor, nutricionista da Fundação Britânica do Coração, uma organização não-governamental que realiza campanhas de conscientização sobre os males cardíacos, diz que é muito claro que a inclusão das informações sobre opções mais saudáveis e conteúdo nutricional ajuda as pessoas a tomarem melhores decisões ao pedirem refeições em um restaurante.
Mas a especialista diz que as medidas são insuficientes.
"Enquanto mostrar a quantidade de exercício necessária para queimar calorias é uma ideia interessante, uma dieta saudável para o coração inclui mais do que apenas contar as calorias", diz Taylor.
Ela acrescenta que os "restaurantes também podem implementar outras medidas para tornar as refeições mais saudáveis ao servirem tamanhos de porções mais apropriados e reduzirem a quantia de sal, gordura saturada e açúcar em seus pratos".
"Tanto ao comer fora quanto em casa, uma dieta balanceada com muitas frutas e vegetais é a melhor maneira de proteger seu coração".

Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/estudo-sugere-informar-exercicios-e-nao-calorias-para-estimular-dieta-1.html

Beber uma ou mais latas de refrigerantes por dia aumenta o risco de diabetes na vida adulta, de acordo com um estudo europeu publicado na revista britânica Diabetologia. A pesquisa parece confirmar estudos americanos sobre o mesmo tema.
De acordo com seus coordenadores, do Imperial College London, quem bebe uma lata por dia de refrigerante sem ser diet tem um risco de desenvolver diabetes 20% maior do que quem consome uma lata ou menos por mês. "E para cada lata de refrigerante que um indivíduo bebe por dia, o risco de diabetes aumenta mais", disse à BBC a pesquisadora Dora Romaguera, do Imperial College London.
A pesquisa foi realizada a partir de dados coletados no Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Itália, Espanha, Suécia, França e Holanda. Nela, cerca de 350.000 pessoas foram questionadas sobre sua dieta.
"Dado o aumento do consumo dessas bebidas na Europa, concluímos que é preciso dar à população informações claras sobre os seus efeitos sobre a saúde", conclui a pesquisa, que indica que o consumo de suco de frutas não tem o mesmo efeito o de refrigerante com açúcar.

Calorias
Matthew Hobbs, diretor de pesquisas da organização Diabetes UK, ressalta que a ligação entre refrigerantes e diabetes tipo 2 é observada mesmo quando o índice de massa corporal é levado em conta. Ou seja, o risco de desenvolver diabetes é maior mesmo em pessoas magras que consomem uma lata diária de refrigerante.
Segundo Hobbs, isso sugere que esse risco não estaria ligado ao fato de que quem consome a bebida estar ingerindo muitas calorias, embora mais estudos sejam necessários para comprovar isso.
"De qualquer forma, recomendamos um limite no consumo de alimentos e bebidas açucarados porque, por serem ricos em calorias, eles podem levar a um ganho de peso. E sabemos que a manutenção de um peso saudável é muito importante para se evitar a diabetes tipo 2", diz Hobbs.
Patrick Wolfe, da University College London, enfatiza que os refrigerantes açucarados são apenas um entre muitos outros fatores de risco para a diabetes tipo 2. "Mas já que esse é um risco que podemos facilmente eliminar - trocando os refrigerantes com açúcar por refrigerantes diet ou, melhor ainda, cortando os refrigerantes de nossa dieta, faz sentido fazer isso", opina.


Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/04/pesquisa-diz-que-um-refrigerante-por-dia-aumenta-risco-de-diabetes.html

 

Grãos de leguminosas, arroz integral, hortaliças verdes e frutas secas têm algo em comum. De acordo com uma pesquisa da Universidade Loma Linda, dos Estados Unidos, podem ajudar a reduzir o risco de câncer de intestino. As informações são do jornal Daily Mail.

O estudo contou com dados de um levantamento feito há 25 anos com quase três mil pessoas, que descreveram com que frequência comiam certos alimentos. Agora, os voluntários contaram se desenvolveram pólipos (crescimento anormal dentro do intestino), que podem se transformar em câncer. Na análise, os cientistas levaram em conta possíveis condições hereditárias, tabagismo, excesso de bebidas alcoólicas e sedentarismo.

Constatou-se que quem consome leguminosas, como feijão-roxo ou lentilha, pelo menos três vezes por semana, reduz a chance de pólipos em um terço. Arroz integral uma vez por semana diminui a probabilidade em dois quintos e, hortaliças verdes cozidas, ao menos uma vez por dia, em um quarto. Frutas secas três vezes por semana também abaixam as taxas.

O alto teor de fibras dessas iguarias é o responsável pelos benefícios. "Além disso, vegetais crucíferos, como brócolis, contêm compostos de desintoxicação, o que melhora sua função protetora", acrescentou o autor do estudo, Yessenia Tantamango.

 


Fonte:Ponto a Ponto Ideias

Qualquer lesão na pele, mesmo que superficial, gera uma resposta imediata do corpo e é encarada pelo organismo como uma agressão cuja resposta imediata é a inflamação.

Além dos medicamentos normalmente usados para estimular a cicatrização adequada, alguns alimentos podem dar uma ajudinha extra nesse processo.

Com larga experiência no atendimento de pacientes de cirurgia plástica, a nutricionista funcional Luciana Harfenist dá a receita para melhorar a cicatrização: apostar nas propriedades funcionais dos alimentos , ou seja, optar pelos que são mais ricos em nutrientes e reduzir ao máximo os industrializados.

“Somos feitos de nutrientes. O sangue, por exemplo, é uma proteína. Se não damos nutrientes para o corpo, como ele vai funcionar adequadamente?” questiona ela.

Veja a seguir alguns alimentos sugeridos por Luciana para favorecer o processo de cicatrização do corpo.

Frutas cítricas
São ricas em betacaroteno (antioxidante) e vitamina C, que participa da síntese de colágeno da pele e melhora a resistência dos vasos sanguíneos.

Frutas vermelhas
Contêm flavonoides, que protegem as paredes dos vasos sanguíneos e combatem o processo inflamatório.

Brócolis, repolho e couve
Além de ricas em antioxidantes, contêm compostos enxofrados bioativos, que auxiliam na desintoxicação do fígado – isso é bom para quem recebeu anestesia ou está tomando remédios contra inflamações e infecções.

Farinha de linhaça e semente de chia
São ricos em ômega 3, um tipo de ácido graxo (gordura) que estimula a resposta imunológica do corpo e ajuda a modular a inflamação.


Fonte:http://saude.ig.com.br/alimentacao/os-alimentos-que-melhoram-a-cicatrizacao-da-pele/n1597697019305.html

A rede de fast food americana McDonald’s anunciou que, a partir de 2013, vai mostrar as calorias de seus lanches nos painéis acima dos caixas, que hoje já exibem fotos e preços dos produtos. A medida vale para toda a América Latina e segue uma tendência iniciada nos EUA, em estados como Califórnia e Nova York.
s informações mais claras sobre o valor energético dos sanduíches – que há alguns anos já consta na embalagem, no papel que cobre a bandeja, em folhetos e no site – devem ser implantadas entre março e junho do ano que vem.

Só nos EUA, 14 mil restaurantes e drive-thru devem se adaptar à mudança, que atende a uma pressão de ativistas da área de saúde pública em luta contra a epidemia de obesidade. Além disso, a ação deve forçar todas as unidades da rede no mundo a se adaptarem.

A maioria das grandes cadeias de fast food, porém, tem resistido a divulgar abertamente as informações nutricionais de seus produtos, por ainda não haver legislação a respeito – apenas a ameaça de multas.


No território americano, a alteração ficará para depois das eleições presidenciais. Ao todo, o McDonald's no país recebe 25 milhões de pessoas por dia, em todas as regiões. De acordo com especialistas, cerca de um terço das calorias que a população dos EUA obtém diariamente vem de comidas compradas fora de casa.

Segundo a diretora sênior de nutrição do McDonald's nos EUA, Cindy Goody, esse movimento é uma forma de ajudar os clientes a compreender melhor suas escolhas alimentares.

Anteriormente, a rede de fast food já havia tomado algumas medidas para tornar os itens do menu mais saudáveis, como reduzir em mais da metade a quantidade de batatas fritas no McLanche Feliz e adicionar sucos, frutas e a opção de nuggets em substituição ao hambúrguer nesse kit infantil.

No verão passado do Hemisfério Norte, a empresa também lançou um cardápio que destacava os produtos com menos de 400 calorias.

Até 2020, o McDonald's pretende aumentar ainda mais as frutas e os vegetais frescos nos combos, e reduzir as quantidades de gordura saturada e açúcar dos alimentos.

Um adulto em cada três e quase uma criança em cinco são obesos nos EUA, enquanto dois terços dos adultos e um terço dos pequenos têm sobrepeso.

O maior problema de nutrição do Brasil é a falta de ferro, uma deficiência que pode ser facilmente solucionada, com a ingestão de alimentos ricos nesse nutriente. Sem ele, as crianças podem desenvolver anemia e ter dificuldade de crescimento e aprendizado, entre outros prejuízos.

A pesquisa oficial mais recente feita no país mostra que 20% das crianças (sobretudo menores de 2 anos) e 29% das mulheres têm o problema. No caso delas, é por causa da menstruação e da gravidez, período em que o bebê suga muito ferro da mãe. Por isso, as gestantes precisam até três vezes mais dessa substância que as pessoas em geral.

Essa forma de desnutrição mais silenciosa também está associada a doenças na vida adulta. E o tratamento pode levar de 1 a 3 meses. Para aprofundar como age essa carência alimentar em todas as faixas etárias. Anemia (Foto: Arte/G1)

A fraqueza generalizada causada pela anemia ocorre porque, sem o ferro, as células vermelhas do sangue (hemácias) não "conversam" com o oxigênio que deve ser distribuído pelo corpo. Cada uma das 28 bilhões de hemácias que circulam no organismo carrega 1 bilhão de moléculas de oxigênio. E 2 milhões são produzidas a cada segundo.

Entre os sintomas da anemia, estão: fadiga generalizada, falta de apetite, menor disposição para o trabalho, desânimo, palidez da pele, da palma da mão e das mucosas (como olhos e gengiva) e dificuldade de aprendizagem em crianças. Quem tem suspeita da doença deve fazer um exame de sangue, disponível em toda a rede pública.

No Brasil, é comum as farinhas de trigo e milho receberem ferro para suprir essa necessidade. Outra dica é consumir frutas cítricas, como laranja e limão, que não contêm ferro, mas são ricas em ácido ascórbico, substância que melhora a absorção desse nutriente em outros alimentos.

O leite de vaca não é fonte de ferro, a não ser que seja adicionado industrialmente, mas o leite materno, sim. E quem não gosta de comer feijão pode substituí-lo por carnes (vermelhas e brancas) e verduras de folhas escuras.

Fonte:G1.com.br

Composta prioritariamente por arroz e feijão, associados a alimentos calóricos e de baixo teor nutritivo, a dieta de 90% dos brasileiros está fora do padrão recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no que diz respeito ao consumo de frutas, verduras e legumes. É o que aponta o estudo Análise de Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, a OMS e o Guia Alimentar Brasileiro sugerem o consumo de 400 g de frutas, legumes e verduras por dia. Nem 10% da população ingere o indicado. As maiores médias de consumo diário per capita no país são de feijão (182,9 g/dia), arroz (160,3 g/dia), carne bovina (63,2 g/dia), sucos (145,0 g/dia), refrigerantes (94,7 g/dia) e café (215,1 g/dia).  (Siga a leitura da reportagem após o infográfico sobre o prato do brasileiro)

De acordo com o levantamento, os brasileiros, principalmente os adolescentes, consomem em grande quantidade alimentos como biscoitos, linguiça, salsicha, mortadela, sanduíches e salgados. Entre as bebidas, destaque para os refrigerantes e sucos com adição de açúcar. O consumo de biscoitos recheados foi quatro vezes maior entre os adolescentes (12,3 g/dia) do que entre adultos (3,2 g/dia) e foi mínimo entre os idosos (0,6 g/dia). Para sanduíches, os adolescentes e os adultos apresentaram médias de consumo duas vezes maiores do que os idosos.

Destacam-se nos domicílios rurais o consumo de arroz, feijão, peixes frescos e farinha de mandioca. Já na área urbana, segundo o IBGE, destaque para os refrigerantes, pão de sal, cerveja e sanduíches.

Quando considerada a alimentação de homens e mulheres, o estudo aponta que os homens têm menor consumo per capita de verduras, saladas, e grande parte das frutas e doces. Já o consumo per capita de cerveja e bebidas destiladas chega a ser cerca de cinco vezes maior entre os homens do que entre as mulheres - o consumo de cerveja é de 8,1 g/dia entre as mulheres, contra 55,7 g/dia entre os homens.

Impacto da renda na alimentação
O estudo do IBGE indica uma relação entre as condições de alimentação e a renda familiar per capita do brasileiro. De acordo com o levantamento, alimentos considerados saudáveis como o feijão, preparações à base de feijão, milho e preparações à base de milho são mais consumidos entre a população de menor renda. O mesmo acontece com o consumo médio de batata-doce, enquanto a batata frita, por exemplo, considerada altamente calórica, é mais consumida na classe de maior renda.

O consumo de doces, refrigerantes, pizzas e salgados fritos e assados, considerados prejudiciais à saúde, também é reduzido na menor categoria de renda do brasileiro. Por outro lado, o consumo de frutas e verduras aumenta conforme a renda, assim como o de leite desnatado e os derivados de leite, que têm custo mais elevado.

No caso do arroz, cuja ingestão diária chega a 168,1 g por pessoa nas famílias com renda per capita de até R$ 296, o índice cai para 129,7 g nas famílias com renda per capita acima de R$ 1.089. O mesmo ocorre com o feijão, com consumo diário de 195,5 g e 127,5 g, respectivamente.

 

Fonte: G1.com.br

Diariamente, cerca de 500 brasileiros descobrem que têm diabetes, uma doença metabólica provocada pelo excesso de açúcar no sangue que acomete 10 milhões de pessoas no país.

Em todo o mundo, a epidemia atinge 366 milhões de indivíduos e mata 4,6 milhões por ano. Para aprofundar o assunto, o Bem Estar desta quarta-feira (28) recebeu os endocrinologistas Alfredo Halpern e Marília Gomes.

Manter o peso, não fumar, ter uma alimentação saudável, praticar exercícios e fazer check-ups regulares são cinco dicas úteis para prevenir a doença.

Pães, bolos, macarrão e doces viram açúcar dentro do corpo, algo fundamental para termos energia e desempenharmos as atividades do dia a dia.

Mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, no máximo, de 3 a 4 colheres de açúcar por dia. Quatro colheres de macarrão, um pão francês e uma fatia de bolo, por exemplo, já contêm 2,5 colheres.

Para medir os níveis de glicemia (açúcar) no sangue, os diabéticos usam o chamado "teste de destro", uma maquininha que fura o dedo e analisa o sangue. Quanto maior o nível de açúcar, mais difícil é para o corpo carregá-lo para dentro das células, onde ele vira energia. Veja abaixo os parâmetros usados:

Até 99 mg/dl – Normal
De 100 a 125 mg/dl – Pré-diabetes
126 ou mais – Diabetes

 Segundo a endocronologista Marília Gomes, o tipo 1 é considerado pior, porque atinge mais crianças, adolescentes e jovens, e é de difícil tratamento. Nos últimos dez anos, o número de casos desse tipo da doença dobrou em alguns lugares.

Halpern destacou que muitas pessoas descobrem que estão diabéticas porque há uma alta concentração de açúcar na urina, o que pode até atrair formigas.

De acordo com o médico, a diabetes é a segunda maior causa de cegueira no mundo, por isso é preciso ficar atento.

Frutas com alto índice glicêmico:
Banana
Mamão e papaia
Manga
Uva
Caqui
Fruta do conde

Frutas com baixo índice glicêmico:
Pera
Maçã
Morango
Pêssego

Fonte: G1.com.br

Chocolate amargo, amendoim, azeite, vinho, abacate e alguns tipos de margarina podem, a princípio, parecer alimentos muito gordurosos, mas se consumidos com moderação são capazes de beneficiar o coração e até aumentar a longevidade.

Esses “cardioprotetores”, como são conhecidos, têm o poder de reduzir o mau colesterol (LDL), os triglicérides, a pressão arterial e o peso, além de evitar o endurecimento das artérias. Também contribuem para melhorar o colesterol bom (HDL) e controlar a circulação sanguínea, o que previne coágulos e derrames.

Para explicar o assunto, o cardiologista Roberto Kalil e a nutricionista Renata Alves, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.

Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia revelam que uma em cada cinco pessoas no mundo tem o colesterol alterado. A entidade recomenda que pacientes de risco tenham no máximo 100 miligramas de LDL por decilitro de sangue. Já o número desejável de HDL é de 40. O limite total para indivíduos em geral não deve passar de 200 mg/dl.

Uma pesquisa realizada pelo Dante Pazzanese com 50 pacientes em tratamento mostrou que a maioria até conhece alguns dos alimentos bons para o coração, mas não sabe qual a quantidade diária recomendada. Já os que receberam informações sobre os benefícios da inclusão desses itens na dieta melhoraram a qualidade de vida.

Todos afirmaram saber de pelo menos um alimento (de uma lista de 17) indicado para cuidar do coração, mas desconheciam os efeitos positivos da maioria.

Tipos de gorduras
As gorduras consideradas ruins, como as saturadas (encontradas principalmente em alimentos de origem animal, como carnes gordas, pele de aves, leite integral e derivados) e as trans (presentes em alguns alimentos industrializados, como sorvetes, margarinas, biscoitos e macarrão instantâneo), são as principais responsáveis pelo aumento do colesterol ruim, que leva as partículas de gordura até a parede dos vasos sanguíneos, onde se depositam e podem provocar um entupimento e um consequente infarto do miocárdio.

Mas existem também as gorduras benéficas, como as insaturadas, que se subdividem em monoinsaturadas e poli-insaturadas e, quando consumidas em quantidades adequadas, podem ajudar a reduzir o LDL.

Alguns exemplos desse tipo de gordura boa são os óleos vegetais (azeite, soja, canola, girassol ou milho), as oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, etc), as sementes oleaginosas (gergelim, linhaça, girassol, abóbora, etc), o abacate, a azeitona e peixes como salmão, atum, truta, anchova e sardinha.

Outros alimentos
Alho: Tem compostos sulfurados, nutrientes que reduzem a pressão arterial e impedem que o colesterol grude nas paredes das artérias.

Cebola: Diminui a formação de placas de gordura que causam a obstrução dos vasos sanguíneos.

Suco de uva integral e vinho tinto: Têm resveratrol, substância da casca da uva roxa que retarda o processo de envelhecimento de vários tecidos, como o cerebral, o muscular e o cardíaco, em especial. O resveratrol também aumenta o bom colesterol (HDL) e diminui o ruim (LDL), além de ser um potente vasodilatador, que, ao relaxar as artérias, melhora a circulação sanguínea.

Aveia: Em farelo, é a que tem maior teor de betaglucanas, componentes da fibra alimentar solúvel que auxiliam no controle do colesterol e da glicemia. O consumo regular também está relacionado à diminuição da formação das placas de gordura no sangue, que levam a doenças cardiovasculares como arteriosclerose, infarto e derrame.

Laranja, morango, kiwi e goiaba: Essas frutas têm um ingrediente essencial ao coração: vitamina C, poderoso antioxidante que reforça a parede das artérias, por combater a formação das placas de gordura.

Abacate: Rico em gordura monoinsaturada, ajuda a aumentar os níveis do colesterol bom e remover o ruim. Além disso, é rico em triptofano, aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor que promove sensação de bem-estar.

 

Fonte: G1.com.br

 

Alimentos funcionais servem para enriquecer a dieta com substâncias capazes de prevenir o envelhecimento precoce, ajudar no funcionamento do intestino e reduzir a absorção de gorduras pelo organismo.

Produtos como pães, iogurtes, aveia, margarinas, biscoitos e bebidas de soja são vendidos no mercado desde 1999 acrescidos de compostos como probióticos, prebióticos, fibras, fitoesteróis e antioxidantes.

Todos eles fazem bem à saúde, mas não devem substituir o consumo diário de alimentos frescos e naturais, como frutas, legumes e verduras. De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, o ser humano já consome opções funcionais há milhares de anos, incluindo na dieta bactérias boas presentes em queijos, massas, iogurtes e outras bebidas fermentadas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) verifica se esses alimentos atendem aos requisitos necessários e permite que as embalagens contenham uma frase para destacar os benefícios do conteúdo.

Porém, muitas marcas não trazem essa informação claramente ou vendem tão bem que nem divulgam que o alimento é funcional. Há, ainda, as que divulgam que o produto tem essa característica, embora não seja cientificamente comprovado.

 Segundo Atui e o engenheiro de alimentos Guilherme Rodrigues, no caso dos fitoesteróis, é recomendado consumir no máximo 3 gramas por dia – acima disso, não há efeito. E esses produtos não são adequados para crianças abaixo de 5 anos, gestantes e mulheres que amamentam.

Já as fibras aumentam o bolo fecal e facilitam o trânsito intestinal, mas devem ser aliadas a uma maior ingestão de água. Se você quiser introduzir algum desses produtos na sua alimentação, pergunte a um médico ou nutricionista.

Além disso, o telefone de atendimento do fabricante pode informá-lo sobre a linha de alimentos funcionais disponível em supermercados e lojas.

Para quem faz uso de medicamento contra o colesterol, lembre-se: alimentos funcionais não são remédio. Portanto, continue tomando o que o médico lhe prescreveu contra esse ou outros problemas.

 

Fonte: G1.com.br

Um simples copo de leite ou um pedaço de queijo pode fazer mal para quem tem intolerância à lactose. A pessoa sente náusea, gases, inchaço, diarreia e assadura na região anal.

Segundo dados brasileiros, 70% dos adultos têm algum desses sintomas após consumir leite de vaca ou derivados. Em países como Japão e alguns do continente africano, praticamente todos os habitantes com mais de 80 anos têm algum grau de intolerância.

A doença ocorre porque o indivíduo nasce sem uma enzima que quebra a lactose, o açúcar do leite, ou porque deixa de produzi-la ao longo da vida, seja pelo envelhecimento ou por lesões no intestino.

A gravidade dos sinais, que podem aparecer logo após a ingestão de leite ou depois de horas, depende da quantidade de alimento e de quanta lactose cada pessoa é capaz de suportar.

Segundo o gastroenterologista Flavio Steinwurz e a nutricionista Camila Diniz, qualquer alimento que contém lactose pode fazer mal, como leite de vaca ou cabra, queijo branco, manteiga, margarina, requeijão, iogurte, pudim, bolo, creme de leite, leite condensado, biscoito ao leite, pão de leite, pizza de muçarela e a maioria dos adoçantes em pó.

Em geral, iogurtes podem ser mais bem tolerados que o leite, porque parte do açúcar é fermentada. Porém, a maioria dos iogurtes, especialmente os de consistência firme ou cremosa, contêm leite em pó e/ou soro de leite, para melhorar a textura. Além disso, alguns iogurtes apresentam o mesmo percentual de lactose que o leite de vaca: cerca de 5%.

Leite nas refeições pode prejudicar a absorção de ferro, diz nutricionista De acordo com o Conselho Nacional de Laticínios dos EUA (NDC, na sigla em inglês), as muçarelas de búfala e cabra contêm 2% de lactose, menos da metade do teor de um copo de leite ou iogurte. Dependo do grau de intolerância do paciente, esses queijos podem ser substitutos na dieta.

Para não ficar em dúvida, leia sempre o rótulo e verifique se o produto inclui lactose na formulação. Remédios também podem incluir lactose – por isso, veja a bula.

Diagnóstico
É feito por dois testes. No primeiro, que é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, são colhidas amostras de sangue que indicam os níveis de glicose. Se não houver alteração, a pessoa é intolerante à lactose.

Há também um exame respiratório que custa cerca de R$ 120 e monitora a quantidade de hidrogênio nos gases exalados após a ingestão da lactose.

É importante não confundir a intolerância à lactose com outras doenças ou disfunções que podem causar quadro similar.

São elas:
- Alergia à proteína do leite (caseína)
- Síndrome do intestino irritável
- Doença celíaca
- Doença de Crohn
- Colite ulcerativa
- Alergias alimentares
- Endometriose

Para quem estiver com suspeita de intolerância à lactose e quiser fazer um teste em casa, basta retirar da alimentação os leites e derivados durante uma semana. Se o desconforto sumir, pode estar aí o motivo.

Tratamento
Não há tratamento para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas os sintomas podem ser controlados por meio de dieta e medicamentos.

O que evitar
- Leite de vaca
- Leite de cabra
- Queijo fresco
- Manteiga
- Requeijão
- Creme de leite
- Iogurtes (costumam ser mais bem tolerados que o leite)
- Bolachas, bolos e pudins
- Adoçantes em pó

Opções de leite e derivados para intolerantes
- Leite com baixa lactose
- Leite de soja
- Leite de arroz
- Queijos brie, camembert, roquefort, cheddar, parmesão, prato e emmental (são mais gordurosos e calóricos que os brancos)

Outros alimentos sem lactose
- Pão francês
- Presunto
- Geleia
- Adoçante em gotas
- Café
- Maionese
- Azeite
- Salada de frutas


O leite e seus derivados são ricos em proteínas, vitaminas e a principal fonte de cálcio da alimentação, nutriente fundamental – junto com a vitamina D – para a formação e a manutenção da massa óssea.


Tomar de dois a três copos de leite por dia contribui para um adulto atingir suas recomendações de cálcio. O iogurte também pode ser uma opção para garantir esse fornecimento. Crianças, adolescentes, grávidas e idosos devem consumir mais leite e derivados que as demais pessoas.

É recomendável, porém, que o leite não seja ingerido durante as refeições principais (almoço e jantar), pois o cálcio pode atrapalhar a absorção do ferro de origem vegetal, e vice-versa. Uma xícara de espinafre fornece aproximadamente 25% das necessidades diárias.

O gergelim é outra fonte de cálcio, tanto o torrado quanto o branco, apesar de este ser digerido com mais facilidade. Duas colheres de sopa por dia correspondem a um copo de leite.

Recomendação diária de cálcio
Crianças (0-8 anos): 200 a 800 mg
Crianças/adolescentes (9-18 anos): 1.300 mg
Adultos (19-50 anos): 1.000 mg
Adultos (mais de 50 anos): 1.200 mg
Gestantes e lactantes: 1.000 a 1.300 mg

Alimentos ricos em cálcio
- Feijão
- Ovos
- Couve, brócolis, espinafre e verduras escuras em geral
- Repolho, nabo, figo, uva passa, cenoura e laranja
- Amêndoas e nozes
- Gergelim
- Queijo de soja (tofu)
- Sardinha, marisco e algas

Alimentos que interferem na absorção de cálcio
- Produtos com excesso de sódio, como os industrializados, embutidos e enlatados
- Itens ricos em fitatos: farelo de trigo e alguns cereais
- Alimentos ricos em xantinas: café, chá preto e chá mate

 

 

Fonte: G1.com.br

 

A estação mudou, trazendo uma nova safra de alimentos. O outono é considerado a estação das frutas!


Todas as frutas são ricas em fibras e água, além de possuírem diferentes vitaminas e minerais. Para completar, a maioria apresenta pouquíssimas calorias.

Por isso, aproveite a abundância do outono para incluir ou aumentar a quantidade diária de frutas.

Ainda, lembre-se das vantagens de consumir os alimentos da estação:
Melhor qualidade
Maior sabor
Menor quantidade de agrotóxicos
Valores nutricionais potencializados
Preços mais baixos

Saiba quais são alguns dos alimentos da estação e os principais benefícios em usá-los:

Abacate – fruta altamente calórica, rica em gorduras monoinsaturadas, vitamina E e fibras. Ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório, o funcionamento intestinal e a pele. Além disso, evita a fadiga mental, fornece energia e aumenta a disposição.

Caqui – excelente fonte de vitamina E e C, fibras, betacaroteno (provitamina A) e licopeno , além disso possui cálcio e ferro. Tem ação antioxidante por combater os radicais livres (relacionados ao envelhecimento precoce das células) e atua na defesa do organismo. Também é essencial para a visão, unhas e cabelos, e auxilia no desenvolvimento ósseo.


Maçã - contém vitaminas B1, B2 e niacina e minerais como ferro e fósforo. É rica em pectina – fibra solúvel – ajudando a manter as taxas de colesterol em níveis aceitáveis no organismo e quercetina, um flavonoide com ação anti-inflamatória e antioxidante ajudando a diminuir o risco de problemas cardiovasculares e combatendo os radicais livres.

Tangerina - fonte fibras e de vitaminas A, B1 e C, e sais minerais como cálcio, potássio, sódio, fósforo e ferro. A vitamina C, junto com o cálcio e o fósforo, são essenciais para o desenvolvimento de dentes e ossos, e para a vitalidade dos vasos sanguíneos. A vitamina C também ajuda a combater infecções, a aumentar a resistência do organismo e a absorver o ferro presente em outros alimentos.

Coco - O valor nutritivo da fruta varia de acordo com seu estado de maturação (amadurecimento). De maneira geral, apresenta bom teor de sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cloro) e fibras, importantes para o estímulo da atividade intestinal.

Goiaba - rica em vitamina A, B1, C, cálcio, fósforo, ferro e fibras insolúveis. Não contém muito açúcar, gordura e calorias. Auxilia no combate a infecções e hemorragias; fortifica os ossos, os dentes e o músculo cardíaco; melhora a cicatrização e o aspecto da pele, retardando o envelhecimento; regula o aparelho digestivo e o sistema nervoso; e dá maior resistência física.

Laranja - rica em vitamina C, cálcio fósforo e ferro. Melhora a imunidade e apresenta vários antioxidantes, que ajudam a reduzir o colesterol, as inflamações e a bloquear as células cancerosas. Contém fibras, que auxiliam na diminuição dos problemas intestinais, além de dar energia.

Limão - rico em flavonóides cítricos, como a vitamina C, tem importante função antioxidante (combate os radicais livres, relacionados ao envelhecimento precoce, a alguns cânceres entre outras doenças). Apresenta alto teor de sais minerais. Fortalece a imunidade, ajuda na cicatrização de feridas e fortifica as paredes dos capilares sanguíneos. Por ser antisséptico, o limão é usado para tratar infecções respiratórias. A capacidade de extrair e dissolver ajuda no tratamento de furúnculos e abscessos. Estimula o fígado e pode ser usado como desintoxicante quando ingerido com água.

Maracujá -  fruta de alto valor nutritivo. Rica em vitamina C e vitaminas do complexo B (B2 e B5), contém também quantidades razoáveis de sais minerais como ferro, cálcio e fósforo. Funciona como um calmante suave. As suas sementes são poderosos vermífugos. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, age contra infecções e ajuda a cicatrizar os ferimentos. As vitaminas do complexo B têm como função evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso, além de serem essenciais ao crescimento e evitarem a queda dos cabelos. Cálcio e fósforo são os minerais que participam da formação de ossos e dentes, da constituição muscular e da transmissão normal dos impulsos nervosos. Já o ferro contribui para a boa formação do sangue.

Melancia -  contém alto teor de água, o que ajuda na hidratação. Apresenta vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. Tem propriedades diuréticas.

Pêra - rica em vitaminas vitamina A, B1, B2 e C, sódio, potássio, cálcio, fósforo, enxofre, magnésio, silício e ferro, niacina, sódio e fibras. Pode ser utilizada para prisão de ventre, inflamação intestinal e na bexiga, além de auxiliar o sistema nervoso e na formação dos ossos e dentes.

Pinha -  também conhecida como fruta-do-conde, é fonte de vitaminas C e do complexo B, importantes no metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras.

Mandioquinha – contém niacina, vitamina A e é também uma fonte importante de energia devido ao seu teor de carboidrato (quase 19 g em 100 g de mandioquinha cozida). Além disso, contém fósforo – importante para a manutenção do metabolismo ósseo – e manganês que, dentre várias funções, atua como antioxidante. Estudos apontam uma possível correlação entre baixo consumo de manganês e agravo de sintomas da TPM, como dor e mau humor.

Abobrinha – possui baixo valor calórico, é rica em betacaroteno, vitamina C e sais minerais cálcio, fósforo e ferro. Sua casca é rica em fibras e, por isso, não deve ser descascada para o consumo e nem cozida por mais de 10 minutos. Assegura ao intestino um bom funcionamento e a presença de betacaroteno oferece proteção antioxidante.

Berinjela contém antocianina, presente na casca da berinjela, atuando como antioxidante, associado à redução do LDL (colesterol “ruim”), prevenção de trombose, câncer e doenças crônicas não transmissíveis.

Portanto, aproveite as delícias do outono em saladas coloridas e em pratos quentinhos e leves como sopas, caldos e cremes, mantendo uma alimentação saudável independentemente da estação do ano!

 


Fonte: Ceagesp

A palavra “vitamina” originou-se do termo vitae amine, criado por Casimir Funk, em 1911, estendendo-se até o ano de 1920, quando se encerrou o primeiro ciclo de investigações sobre as vitaminas.
As vitaminas são compostos orgânicos que ocorrem naturalmente em tecidos vegetais e animais em diferentes quantidades. São essenciais para a manutenção do metabolismo normal, desempenhando funções fisiológicas especificas.
As vitaminas existem naturalmente em nossos alimentos e são afetadas pela industrialização, armazenamento e preparação. As vitaminas são classificadas, de acordo com sua solubilidade na água ou na gordura. Atualmente, pelo menos 13 vitaminas são consideradas nutrientes essenciais. Elas são classificadas em 2 grupos, conforme suas características químicas: Lipossolúvel  e hidrossolúvel.

Vitaminas Lipossolúveis
Constituem o grupo de substancias orgânicas com estrutura variada, insolúveis em água, mas solúveis em lipídios e seus solventes orgânicos. Não tem valor energético. Faz parte deste grupo as vitaminas A, D, E, K.

Vitamina A
A vitamina A é necessária para o crescimento e manutenção do tecido epitelial, para o desenvolvimento dos ossos e para a manutenção da acuidade visual na obscuridade. Um precursor da vitamina A, o caroteno, é encontrado nos vegetais amarelos e verdes. O organismo tem a capacidade de converter o caroteno em vitamina A.
A deficiência de vitamina A causa à cegueira noturna, pele descamativa e áspera, ressecamento da membrana mucosas, dando em resultado a diminuição de resistência a infecções e desenvolvimento defeituoso de ossos e dentes, perda de apetite, diminuição do paladar e ulceração de córnea.
Toxidade: Secura de pele e mucosas, cabelos ásperos, unhas frágeis, fraqueza, anorexia, cefaleia, irritabilidade, dores ósseas e hidrocefaleia e vômitos (crianças e lactentes).
Fontes de vitamina A: Fígado, manteiga, creme de leite, leite integral, gema de ovo, vegetais verdes e amarelos, óleo de peixe, legumes e frutas amarelos e/ou verde-escuros.

Vitamina D
A vitamina D está relacionada com a absorção e utilização do cálcio no desenvolvimento dos ossos e dentes. Uma deficiência de vitamina D causa deformidades ósseas: raquitismo nas crianças e osteomalácia nos adultos diminui a absorção de cálcio intestinal, diminui cálcio e fósforo plasmáticos e aumenta fosfotase alcalina, fraqueza muscular.
Toxidade: anorexia, perda de peso, sonolência, cefaleia, vômitos, cálculos renais, tremores, hipertensão arterial sistêmica, diarreia, obstipação e arritmias cardíacas.
Fontes de vitamina D: Fígado, óleo de peixe, sardinha, atum, salmão, arenque, exposição ao sol (a vitamina D é sintetizada na pele), leite enriquecido com vitamina D, óleo de fígado de peixe, manteiga, gema de ovo.

Vitamina E
O papel especifico da vitamina E na nutrição humana é de antioxidante celular. A Vitamina E é encontrada em muitos alimentos de modo que em uma variada dieta ela não é deficiente. A deficiência de vitamina E causa dores musculares, esteatose, encefalopatia, depósitos de lipopigmentos, anemia hemolítica em prematuros e alterações no epitélio seminífero, alterando a espermatogênese.
Toxidade: Náuseas, cefaleia, fadiga, diminuição de fatores de coagulação, déficit na função circulatória, hipoglicemia.
Fontes de Vitamina E: Óleos vegetais, margarinas, manteiga  gema de ovo, nozes, amêndoas, avelã, vegetais de folhas verdes, carnes, leite e cereais.

Vitamina K
A vitamina K é essencial para a formação da protrombina (proteína do plasma envolvida na coagulação do sangue). É sintetizada pela Escherichia Coli no intestino grosso, também está largamente difundida nos alimentos. A deficiência da vitamina K, que ocorre somente nos recém - nascidos, resulta da esterilidade de seus intestinos ou de doenças nas quais a absorção da vitamina é comprometida, tendência ao aumento de hemorragias, hematúria, epistaxes, osteoporose por descarboxilação parcial ou total da osteocalcina (proteína da matriz óssea).
Toxidade: Anemia hemolítica e hiperbilirrubinemia.
Fontes de vitamina K: Fígado, gema de ovo, óleos vegetais (principalmente os de canola e soja), leite de vaca, vegetais folhosos verde-escuro, principalmente brócolis, couve-de-bruxelas, repolho, alface, salsa, espinafre e agrião.

Vitaminas Hidrossolúvel
As vitaminas hidrossolúveis não são armazenadas em quantidades significativas no organismo, o que leva á necessidade de suprimento diários dessas vitaminas, evitando consequências danosas da falta desses compostos no seu funcionamento normal. Pertencem a esse grupo as vitaminas do complexo B e vitamina C.

Vitamina B1 – Tiamina
Também conhecida como aneurina ou vitamina F. é necessária ao organismo como componente de enzimas; é importante na decomposição e na oxidação de hidratos de carbono. A deficiência de tiamina resulta em Beribéri – confusão mental, edema, paralisia periférica, taquicardia e cardiomegalia, rigidez, câimbras musculares, anorexia, oftalmoplegia, distúrbio neurológicos e cardiovasculares – Síndrome de Wernicke-Korsakoff, irritabilidade, depressão, obstipação intestinal, dispneia e palpitação.
Toxidade: Em megadoses terapêuticas: náuseas, hemorragia digestiva, colapso cardiovascular, edema pulmonar, pruridos, urticárias.
Fontes de Vitamina B1 – Tiamina: Carnes vermelhas, vísceras, legumes, levedo de cerveja, cereais integrais, leite de vaca, gema de ovo, peixe, carne de porco, galinha e leguminosas secas (feijões, lentilhas etc.).

Vitamina B2 – Riboflavina.
A vitamina B2 ou riboflavina é essencial para o metabolismo e necessária para o crescimento. As fontes de riboflavina tendem a baixar na dieta americana habitual. A deficiência de riboflavina causa arriboflavinose, neuropatia, queilose, glossite, estomatite angular, queimaduras no pés e  seborreia nasolabial, nariz e testa.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de Vitamina B2 – Riboflavina: Carnes vermelhas e brancas, vísceras, leite de vaca, queijos, ovos, vegetais de folhas verdes e grãos integrais.

Vitamina B3 – Niacina
Niacina ou ácido nicotínico é essencial para a utilização das proteínas. O organismo esta apto a sintetizar a niacina a partir de aminoácido essencial: triptofano. Uma deficiência de niacina resulta em pelagra-desordem mentais, dermatite eritematosa e diarreia: doença dos 3Ds; vaginite, fraqueza muscular, anorexia.
Toxidade: Arritmias, náuseas e vômitos, diarreia, úlcera péptica, e aumento da bilirrubina e transaminases.
Fontes de Vitamina B3 – Niacina: Carnes vermelhas e brancas, peixes (linguado e atum), fígado, ovos, gérmen de trigo, leite, manteiga de amendoim, ervilha e batata.

Vitamina B5 – Ácido Pantotênico.
O ácido pantotênico é assim chamado porque se encontra em todos os seres viventes. Atua no metabolismo dos nutrientes, na síntese do colesterol e nos hormônios esteroides, além de participar do funcionamento do córtex adrenal. Devido a sua larga distribuição nos alimentos, suas deficiências causa emagrecimento, crescimento lento, cefaléia, alterações nervosas, úlcera digestiva, insônia, náuseas e vômitos, dormência e formigamento (mãos e pés), constipação intestinal e fraquezas dos músculos extensores dos dedos.
Toxidade: Em megadoses: diarreia.
Fontes de vitamina B5 – Pantotênico: Carnes Vermelhas, miúdos (fígado, coração e rins), brócolis, couve-flor, batata, tomate, cogumelo, amendoim, gérmen de trigo, peixe (salmão).

Vitamina B6 – Piridoxina
A vitamina B6 é utilizada pelo organismo para metabolizar nutrientes, para sintetizar aminoácidos não essências, para converter triptofano em niacina e para assegurar o perfeito funcionamento das células sanguíneas e do sistema nervoso central. As deficiências da vitaminas B6 causa mudança de personalidade, irritabilidade, depressão, perda do senso de responsabilidade, hipertrofia da papilas gustativas, seborreia na região nasolabial, erupção cutânea acneiforme papular na face.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de Vitamina B6 – Piridoxina: Carnes vermelhas, fígado, peixe, ovos, leite de vaca, gérmen de trigo, legumes, batata, banana e aveia.

Vitamina B7 – Biotina
A biotina também ocorre em quase todos os seres vivos. É importante na síntese dos ácidos graxos, na utilização de glicose, no metabolismo proteico e o uso de vitamina B12 e ácido fólico pelo organismo. Uma substancia proteica existente na clara de ovo crua, avidina, se combina com a biotina e impede sua absorção. A deficiência de biotina tem sido produzida pela ingestão de grande quantidade de clara de ovo crua, perda parcial da memória, depressão, náuseas e vômitos, palidez, dermatite seca escamosa, anorexia, glossite, hipotonia e mialgia.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de vitamina B7- Biotina: Carnes vermelhas, fígado, gema, de ovo, levedo de cerveja, leite, cogumelo e amendoim.

Vitamina B9 – Ácido Fólico, Folato
O ácido fólico ou folacina é essencial para o metabolismo de certos aminoácidos e para a maturação dos glóbulos vermelhos do sangue. A deficiência  de ácido fólico causa anemia megaloblástica, dermatite, acne, eczema, anorexia, perda de peso, glossite, dor na língua, palpitação, problemas de memória, irritabilidade, cefaléia, diarreia, má absorção, dispneia, febre e modificação do caráter.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de Vitamina B9 – Ácido Fólico, Folato: Miúdos, vegetais folhosos, milho, amendoim, levedo de cerveja, nozes, amêndoa, castanha de caju, castanha do Pará, leguminosas e grãos em geral.

Vitamina B12 – Cobalamina
A vitamina B12 é utilizada na produção das enzimas  necessárias á metabolização dos alimentos, do ácido nucleico e do ácido fólico. É também necessária ao próprio funcionamento de todas as células, particularmente da medula óssea, as do trato gastrintestinais, e as do sistema nervoso. A ausência do fator intrínseco na secreção gástrica impede a absorção da vitamina B12, dando em resultado a anemia perniciosa. A deficiência de vitamina B12 causa, anemia perniciosa e megaloblástica, alterações neurológicas, perda da memória, diminuição do senso de posição, anorexia, constipação, palpitações, aumento no tempo de coagulação sanguínea e cefaléia.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de Vitaminas B12 – Cobalamina: Alimentos fontes de proteína animal.

Vitamina C – Ácido Ascórbico
A vitamina C é necessária para a produção do colágeno, para a integridade das paredes capilares, para a formação dos glóbulos vermelhos do sangue, para o metabolismo dos aminoácidos e para redução dos sais de ferro. A deficiência  de vitamina C causa má cicatrização das feridas, escorbuto – manifestações hemorrágicas, irritabilidade vasomotora, alterações dermatológicas, distúrbios psicológicos, emagrecimento, dores ósseas, cefaléia e  astenia.
Toxidade: Necrose tecidual e diarreia osmótica.
Fontes de vitamina C: Frutas ácidas/cítricas – acerola, caju, goiaba, manga, laranja, abacaxi, maracujá, limão, tomate, batata e vegetais folhosos, repolho, brócolis,  morango e melão cantalupo.

Colina
Pode, ou não, ser considerada vitamina e ser sintetizada a partir do aminoácido metionina com intervenção da vitamina B12 e da Folacina. A deficiência da colina causa esteatose hepática.
Toxidade: Não há relato.

Referências Bibliográficas:
BODINSKI, Louis H; Dietoterapia – Princípios e Prática. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.
PACHECO, Mauela; Tabela de Equivalentes, Medidas Caseiras e Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Rubio, 2006.

Tabela de Calorias Arroz, Pães, Massas, Batata e Mandioca
1 porção = 150 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA
amido de milho 40 2 ½ colheres de sopa
angu1 105 3 colheres de sopa
arroz branco cozido 125 4 colheres de sopa
arroz integral cozido 140 4 colheres de sopa
batata cozida 175 1 ½ unidade
batata inglesa corada picada 90 3 colheres de sopa
batata doce cozida 150 1 ½ colheres de servir
batata frita (palito) 58 1 1/3 colher de servir
batata sauteé 130 2 ½ colheres de servir
biscoito tipo “cookies” com gotas de chocolate/ coco 30 6 unidades
biscoito tipo “cream cracker” 32,5 5 unidades
biscoito de leite 32,5 5 unidades
biscoito tipo “maizena” 35 7 unidades
biscoito tipo “maria” 35 7 unidades
biscoito recheado chocolate/doce de leite/ morango 34 2 unidades
biscoito tipo “waffer” chocolate/morango/baunilha 30 3 unidades
bolo de banana1 50 1 fatia pequena
bolo de cenoura1 30 1 fatia pequena
bolo de chocolate 50 1 fatia
bolo de milho1 50 1 fatia
cará cozido/ amassado 126 3 ½ colher de sopa
cereal matinal 43 1 xícara de chá
farinha de aveia 36 2 colheres de sopa
farinha de mandioca 30 2 colheres de sopa
farinha de milho 48 4 colheres de sopa
farofa de farinha de mandioca 37 ½ colher de servir
inhame cozido/ amassado 126 3 ½ colher de sopa
macarrão cozido 105 3 ½ colheres de sopa
mandioca cozida 96 3 colheres de sopa
milho verde em espiga1 100 1 espiga grande
milho verde em conserva (enlatado) 142 7 colheres de sopa
pamonha1 100 1 unidade
pãozinho caseiro 55 ½ unidade
pão de batata1 50 1 unidade média
pão de centeio 60 2 fatias
pão de forma tradicional 43 2 fatias
pão de milho1 70 1 unidade média
pão de queijo 40 1 unidade
pão francês 50 1 unidade
pão hot dog 75 1 ½ unidade
pipoca com sal 22,5 2 ½ xícara de chá
polenta frita 80 2 fatias
polenta sem molho 200 2 fatias
purê de batata 135 2 colheres de servir
purê de inhame1 135 3 colheres de servir
torrada salgada 40 4 unidades
torrada  de fibras 45 4 unidades
torrada glúten 50 5 unidades
torrada (pão francês) 33 6 fatias

Tabela de Calorias Verduras e Legumes
1 porção = 15 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA
Abóbora cozida (menina, japonesa, moranga) 53 1 ½ colher de sopa
Abobrinha cozida 81 3 colheres de sopa
Acelga cozida 85 2 ½ colheres de sopa
Acelga crua (picada) 90 9 colheres de sopa
Agrião 130 22 ramos
Aipo cru 80 2 unidades
Alcachofra cozida 35 1/4 unidade
Alface 120 15 folhas
Almeirão 65 5 folhas
Aspargo em conserva 80 8 unidades
Berinjela cozida 60 2 colheres de sopa
Bertalha refogada1 25 1 colher de sopa
Beterraba cozida 30 3 fatias
Beterraba crua ralada 42 2 colheres de sopa
Brócolis cozido 60 4 ½ colheres de sopa
Broto de alfafa cru 50 1 ½ xícara de chá
Broto de feijão cozido 81 1 ½ colher de servir
Cenoura cozida (fatias) 35 7 fatias
Cenoura cozida (picada) 36 1 colher de servir
Cenoura crua (picada) 36 1 colher de servir
Chuchu cozido 57 2 ½ colheres de sopa
Couve-flor cozida 69 3 ramos
Couve manteiga cozida 42 1 colher de servir
Ervilha em conserva 13 1 colher de sopa
Ervilha fresca 19,5 1 ½ colher  de sopa
Ervilha torta (vagem) 11 2 unidades
Escarola 83 15 folhas
Espinafre cozido 60 3 colheres  de sopa
Jiló cozido 40 1 ½ colher de sopa
Maxixe cozido1 120 3 colheres de sopa
Mostarda 83 8 folhas
Palmito em conserva 100 2 unidades
Pepino japonês 130 1 unidade
Pepino picado 116 4 colheres de sopa
Pimentão cru fatiado (vermelho/ verde) 70 10 fatias
Pimentão cru picado (vermelho/ verde) 72 3 colheres de sopa
Quiabo cozido 80 2 colheres de sopa
Rabanete 102 3 unidades
Repolho branco cru (picado) 72 6 colheres de sopa
Repolho cozido 75 5 colheres de sopa
Repolho roxo cru (picado) 60 5 colheres de sopa
Rúcula 83 15 folhas
Salsão cru 38 2 colheres de sopa
Tomate caqui 75 2 ½ fatias
Tomate cereja 70 7 unidades
Tomate comum 80 4 fatias
Vagem cozida 44 2 colheres de sopa

Tabela de Calorias das Frutas
1 porção = 70 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA
abacate 32 1 colher de sopa
abacaxi 130 1 fatia
acerola 224 32 unidades
ameixa-preta seca 30 3 unidades
ameixa-vermelha 140 4 unidades
banana-prata 86 1 unidade
banana nanica 86 1 unidade
caju 147 2 ½ unidades
caqui 113 1 unidade
carambola 220 2 unidades
cereja 96 24 unidades
damasco seco 30 4 unidades
fruta do conde 75 ½ unidade
goiaba 95 ½ unidade
jabuticaba 140 20 unidades
jaca 132 4 bagos
kiwi 154 2 unidades
laranja-baia 144 8 gomos
laranja-pêra 137 1 unidade
limão 252 4 unidades
maçã 130 1 unidade
mamão formosa 160 1 fatia
mamão papaia 141,5 ½ unidade
manga 110 1 unidade
manga polpa 94,5 ½ xícara de chá
maracujá (suco puro) 94 ½ xícara de chá
melancia 296 2 fatias
melão 230 2 fatias
morango 240 10 unidades
nectarina 184 2 unidades
pêra 133 1 unidade
pêssego 226 2 unidades
salada de frutas (banana, maçã, laranja, mamão) 125 ½ xícara de chá
suco de abacaxi 125 ½ copo de requeijão
suco de laranja (puro) 187 ¾ copo requeijão
suco de melão 170 ¾ copo de requeijão
suco de tangerina 164 ¾ copo requeijão
suco de uva (industrializado) 100 ½ copo requeijão
tangerina/mexerica 148 1 unidade
uva comum 99,2 22 uvas
uva itália 99,2 8 uvas
uva rubi 103 8 uvas
uva passa 17 1 colher de sopa
vitamina (mamão, maçã, banana,  leite) 125 ½ copo requeijão

Tabela de Calorias dos Feijões
1 porção = 55

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA
ervilha seca cozida 72,5 2 ½ colheres de sopa
feijão branco cozido 48 1 ½ colher de sopa
feijão cozido (50 % de caldo) 86 1 concha
feijão cozido (somente grãos) 50 2 colheres de sopa
feijão preto cozido1 80 1 concha média rasa
grão de bico cozido 36 1 ½ colheres de sopa
lentilha cozida 48 2 colheres de sopa
soja cozida 43 1 colher de serviço (arroz)

Tabela de Calorias das Carnes e Ovos
1 porção = 190 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA
atum em lata 90 2 colheres de sopa
bacalhoada 75 ½ porção
bacalhau cozido1 135 1 pedaço médio
Bife de fígado frito 100 1 unidade média1
Bife enrolado 110 1 unidade
bife grelhado 90 1 unidade1
camarão frito 80 10 unidades
carne assada (patinho) 75 1 fatia pequena
carne cozida1 80 4 pedaços pequenos
carne cozida de peru tipo “blanquet” 150 10 fatias
carne moída refogada 90 5 colheres de sopa
carne seca 40 2 pedaços pequenos1
carré1 90 1 unidade média
costela bovina assada1 40 1 pedaço pequeno
espetinho de carne 92 2 unidades
frango assado inteiro 100 1 pedaço de peito ou
1 coxa grande ou
1 sobrecoxa
frango filé à milanesa 80 1
frango filé grelhado 100 1
frango sobrecoxa cozida  s/ pele c/ molho 100 1 sobrecoxa grande
hambúrguer  grelaho 90 1 unidade
lingüiça de porco cozida 50 1 gomo
manjuba frita 100 10 unidades
merluza cozida 200 2 filés
mortadela 45 3 fatias médias
omelete simples 74 1 unidade
ovo cozido1 90 2 unidades
ovo frito 50 1 unidade
peixe espada cozido 100 1 porção
peru assado sem pele 96 2 fatias grandes1
porco lombo assado 80 1 fatia
salame 75 11 fatias
salsicha 60 1 1/2 unidade
sardinha escabeche 50 1 unidade
sardinha em conserva1 41,5 1 unidade média

 Tabela de Calorias dos Leites, Queijos, Iogurtes
1 porção=120 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA
coalhada1 100 1/2 copo de requeijão
iogurte  desnatado de frutas -padrão 140 1 pote
iogurte desnatado natural – padrão 200 1 copo de requeijão
iogurte  integral natural – padrão 200 1 copo de requeijão
iogurte desnatado de frutas – padrão 130 1 pote
leite de cabra integral1 182 1 copo de requeijão
leite em pó integral – padrão 30 2 colheres de sopa
leite em pó desnatado – padrão 30 2 colheres de sopa
leite em pó integral  tipo”ninho” 30 2 colheres de sopa
leite  integral longa vida 3,5% gordura -padrão 182 1 copo requeijão
leite semi-desnatado longa vida 2% gordura – padrão 182 1 copo requeijão
leite tipo B 3,5% gordura -padrão 182 1 copo de requeijão
leite tipo C 3,0% gordura -padrão 182 1 copo de requeijão
queijo  tipo minas frescal1 40 1 fatia grande
queijo  tipo minas 50 1 ½ fatia
queijo tipo mussarela 45 3 fatias
queijo  tipo parmesão ralado 30 3 colheres de sopa
queijo pasteurizado 35 2 unidade
queijo prato 40 2 fatias
queijo provolone 35 1 fatia
requeijão cremoso 45 1 ½  colher de sopa
ricota 100 2 fatias
vitamina de leite com frutas 171 1 copo de requeijão

Tabela de Calorias dos Óleos e Gorduras
1 porção = 73 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA
azeite de dendê 9,2 ¾  colher de sopa
azeite de oliva 7,6 1 colher de sopa
bacon (gordura) 7,5 ½  fatia
banha de porco 7 ½  colher de sopa
creme vegetal 14 1 colher de sopa
Halvarina 19,7 1 colher de sopa
Manteiga 9,8 ½  colher de sopa
margarina culinária 10 1/10  tablete
margarina líquida 8,9 1 colheres de sopa
margarina vegetal 9,8 ½  colher de sopa
óleo vegetal composto de soja e oliva 8 1 colheres de sopa
óleo vegetal de canola 8 1 colheres de sopa
óleo vegetal de girassol 8 1 colheres de sopa
óleo vegetal de milho 8 1 colheres de sopa
óleo vegetal de soja 8 1 colheres de sopa

Tabela de Calorias dos Açúcares e Doces
1 porção = 110 kcal

ALIMENTOS PESO (g)  MEDIDA CASEIRA
açúcar cristal 28 1 colher de sopa
açúcar mascavo fino 25 1 colher de sopa
açúcar mascavo grosso 27 1 ½ colher de sopa
açúcar refinado 28 1 colher de sopa
bananada1 40 1 unidade média
doce de leite cremoso1 40 1 colher de sopa
doce de mamão verde1 80 2 colheres de sopa cheias
geléia de frutas1 34 1 colher de sopa
goiabada em pasta 45 ½ fatia
melado1 32 2 colheres de sopa
mel 37,5 2 ½ colheres de sopa


A Hipovitaminose A é a deficiência de Vitamina A em nível dietético, bioquímico ou clínico, com repercussões sistêmicas que afetam as estruturas epiteliais de diferentes órgãos, sendo os olhos os mais atingidos. O termo mais atual, usado em substituição a Hipovitaminose A, é Deficiência de Vitamina A.

Funções:

A Vitamina A é essencial ao crescimento e desenvolvimento do ser humano. Atua também na manutenção da visão, no funcionamento adequado do sistema imunológico (defesa do organismo contra doenças, em especial as infecciosas), mantém saudáveis as mucosas (cobertura interna do corpo que recobre alguns órgãos como nariz, garganta, boca, olhos, estômago) que também atuam como barreiras de proteção contra infecções.

Estudos mais recentes vêm mostrando que a Vitamina A age como antioxidante (combate os radicais livres que aceleram o envelhecimento e estão associados a algumas doenças). Porém, recomenda-se cautela no uso de vitamina A, mediante o uso de megadoses por exemplo, uma vez que, em excesso, ela também é prejudicial ao organismo.


Consequências da deficiência de Vitamina A:


A deficiência de Vitamina A (Hipovitaminose A) é uma doença nutricional grave e é a causa mais frequente de cegueira prevenível entre crianças. Além das alterações oculares que podem levar a cegueira, a deficiência contribui para o aumento das mortes e doenças infecciosas na infância.


Sinais da carência:

O diagnóstico da Deficiência de Vitamina A só pode ser confirmado por profissionais de saúde pois muitos dos sinais são comuns a outras doenças como pele seca e fadiga, embora outros sejam mais característicos da Hipovitaminose A:

- Um dos epitélios severamente afetado é o do revestimento ocular, levando à xeroftalmia. A xeroftalmia é o nome genérico dado aos diversos sinais e sintomas oculares da hipovitaminose A. A forma clínica mais precoce da xeroftalmia é a cegueira noturna onde a criança não consegue boa adaptação visual em ambientes pouco iluminados; manifestações mais acentuadas da xeroftalmia são a mancha de Bitot, normalmente localizada na parte exposta da conjuntiva, e a xerose; nos estágios mais avançados a córnea também está afetada constituindo a xerose corneal, caracterizada pela perda do brilho assumindo aspecto granular, e ulceração da córnea; a ulceração progressiva ode levar à necrose e destruição do globo ocular provocando a cegueira irreversível, o que é chamado de ceratomalácia.
- Infecções frequentes podem indicar carência, pois a falta de Vitamina A reduz a capacidade do organismo de se defender das doenças.


Causas da Deficiência:

A deficiência de Vitamina A pode ser causada por:

- Falta de amamentação ou desmame precoce: o leite materno é rico em vitamina A e é o alimento ideal para crianças até seis meses de idade;
- Consumo insuficiente de alimentos ricos em vitamina A;
- Consumo insuficiente de alimentos que contêm gordura: o organismo humano necessita de uma quantidade de gordura proveniente dos alimentos para manter diversas funções essenciais ao seu bom funcionamento. Uma delas é permitir a absorção de algumas vitaminas, chamadas lipossolúveis (Vitaminas A, D, E e K);
- Infecções frequentes: as infecções que acometem as crianças levam a uma diminuição do apetite: a criança passa a ingerir menos alimentos podendo surgir uma deficiência de Vitamina A. Além disso, a infecção fazcom que as necessidades orgânicas de Vitamina A sejam mais altas, levando a redução dos estoques no organismo e desencadeando ou agravando o estado nutricional.


Principais fontes alimentares de Vitamina A:

A vitamina A pré-formada (retinol) ("pronta para ser usada pelo organismo") é encontrada em alimentos de origem animal: vísceras (principalmente fígado), gemas de ovos e leite integral e seus derivados (manteiga e queijo).

Os vegetais são fontes de vitamina A sob a forma de carotenóides (precursores de vitamina) os quais, no organismose converterão em vitamina A. Em geral, frutas e legumes amarelos e alaranjados e vegetais verde-escuros são ricos em carotenóides: manga, mamão, cajá, caju maduro, goiaba vermelha, abóbora/jerimum, cenoura, acelga espinafre, chicória, couve, salsa etc.... Alguns frutos de palmeira e seus óleos também são muito ricos em vitamina A: dendê, buriti, pequi, pupunha, tucumã.

 

Recomendações dietéticas de Vitamina A (segundo RDA)
Estágio de Vida Idade Recomendação (retinol)
Bebês 0 a 1 ano 375 µg
Crianças 1 a 3 anos 400 µg
4 a 6 anos 500 µg
7 a 10 anos 700 µg
Homens > 11 anos 1.000 µg
Mulheres > 11 anos 1.000 µg
Lactantes Pimeiros 6 meses 1.300 µg
Segundos 6 meses 1.200 µg
RDA, 1989.

 Fonte: Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN

A dieta sempre pareceu desfavorável aos trabalhadores. Traduzir os regimes pré-moldados nos consultórios médicos à realidade do dia a dia é uma tarefa talvez mais difícil do que a de ser feliz com a balança. Sobreviver ao restaurante por quilo, mal necessário na vida da grande maioria das pessoas, porém, é possível.

1) Qual a recomendação correta: comer a salada antes, sozinha, ou montar um prato único, com salada e comidas quentes de uma vez só, evitando repetições?
Os pratos dos quilos costumam ser grandes e favoráveis aos exageros. Compor a refeição uma única vez é uma boa estratégia para evitar a compulsão ou o descontrole. Como a salada tem bastante volume, preenche boa parte do espaço e limita a presença de comidas quentes. Repetir pequenas porções dá a falsa impressão de que comemos pouco, pois perdemos a noção do todo.

Metade do prato deve ser composto pela salada crua (mix de folhas e vegetais crus) e vegetais cozidos. Iniciar a refeição por esses alimentos reduz a fome e a vontade de comer. "São eles que promovem saciedade e seguram as rédeas da compulsão alimentar."

A outra metade do prato deve ser dividida: um quarto contendo um tipo de proteína (escolher apenas um entre carne, frango, peixe ou ovo tipo para evitar os exageros) e o outro um quarto com um ou dois tipos de carboidrato.

"É importante dar preferência para a combinação de cereais e grãos (arroz integral e feijão, milho e ervilha, arroz e lentilha, arroz e grão de bico e etc). E cuidado redobrado: muitas das opções de carboidrato estão na parte de saladas, mas elas contam como a porção de carboidrato (milho, ervilha, grão de bico, batata, mandioquinha)."

2) Como podemos ter noção da quantidade certa de azeite na hora de temperar a salada no prato?
O azeite é uma ótima opção para temperar as saladas, rico em ácidos graxos essenciais (ômega 3 e 9). Oferece muitos benefícios ao corpo, principalmente ao coração. Ao temperar as saladas é importante que as folhas e os vegetais não fiquem “boiando” no óleo.O ideal, é apenas regar com um fio de azeite cada folha/vegetal.

"Não existe um limite rigoroso, apesar de ser calórico, o azeite é uma gordura saudável e muitas vezes na é ele o vilão das dietas".

A medida considerada ideal é 1 colher de sobremesa por refeição. Na avaliação da especialista,  essa quantidade já está ideal para prevenir doenças e dar um gosto especial ao prato. Uma dica legal é usar limão para temperar a salada. Ele também dá um gosto especial e a pessoa não precisa exagerar na quantidade de azeite.

3) Há quem diga que o suco durante a refeição promove saciedade. Outros profissionais afirmam que é prejudicial e aumentaria o volume do estômago. Qual a recomendação correta?
O ideal é não ingerir nenhum tipo de liquido durante a refeição. Existe o consenso, no entanto, de que se pode ingerir até 200 ml de água ou suco com a refeição sem comprometer a digestão. Apenas um volume maior poderia ser prejudicial.

O líquido junto com a refeição atrapalha a absorção de nutrientes, o que pode comprometer ao longo do tempo, a saúde num estado geral. A falta de nutrientes pode levar a uma compulsão por doces ou até mesmo engordar por diminuir o metabolismo energético.

"É mito dizer que aumenta a barriga, mas é verdade ao falar que há dilatamento do estômago e a pessoa passa a comer mais, quando se acostuma com esse hábito."  O líquido promove a saciedade mais rápida, como é o caso das sopas, no entanto, para não se tornar um vilão da dieta, deve-se ser ingerido antes das refeições. Assim não prejudica a absorção dos nutrientes e promove saciedade.

4) É possível comer feijoada ou estrogonofe sem comprometer a dieta?
Tanto a feijoada quanto o estrogonofe são alimentos altamente calóricos, que levam muitas gorduras na composição. Devido às carnes presentes no feijão, ao creme de leite e à manteiga do estrogonofe, ambos os pratos devem ser consumidos com muita moderação. "A gordura presente nesses alimentos é a gordura saturada, prejudicial para a saúde. O permitido é desfrutar tais delícias de 1 a 2 vezes por mês.

5) O ideal é escolher um tipo de carne, ou posso misturar frango, peixe e carne vermelha?
O recomendado é escolher apenas um tipo de carne. É mais  fácil sentir-se saciado com uma quantidade maior de um único alimento. "O ideal seria a pessoa consumir peixe pelo menos 2 vezes na semana e nos outros dias alternar a carne vermelha e o frango. Devemos ter cuidado para não comer carne vermelha mais do que 3 vezes na semana. Alguns estudos relacionam o alto consumo de carne vermelha com o maior risco de câncer no intestino."

6) O café após a refeição ajuda ou atrapalha a digestão?
O café é uma fonte importante de antioxidantes e pode contribuir marcadamente na ingestão de polifenóis e flavonóides. Os componentes presentes na infusão cafeinada, porém, possuem fatores antinutricionias que anulam os nutrientes, fazendo com que as vitaminas e minerais se percam e não sejam absorvidos. Por isso não é indicado logo após a refeição.

7) Pode uma friturinha? Por exemplo, em vez de pegar carne todo dia, escolher um dia da semana e permitir-se um pastel de queijo no lugar?
A troca da carne por um pastel de queijo, por exemplo, não é uma boa opção. A matématica da substituição requer muito além de soma ou subtração. A carne fornecerá proteínas e aminoácidos além de ferro e o pastel de queijo oferece muita gordura e carboidrato refinado (farinha).

"Precisamos de todos os grupos alimentares em uma refeição balanceada. A gordura deve aparecer em menor proporção. As frituras precisam ser evitadas o máximo possível quando nos alimentamos fora de casa. Em muitos locais o óleo é reutilizado propiciando o surgimento de substâncias cancerígenas."

O ideal também é estipular os dias que consumirá esse tipo de preparação para que a montagem do prato seja equilibrada. Ao optar por comer batata frita, não é possível consumir juntamente um canelone de quatro queijos ao molho branco.

"Os queijos e os molhos a base de leite também são muito gordurosos. Além disso, não comer mais do que uma fritura por semana, muita gente acaba perdendo a noção das frituras que comem. Cada dia pegam uma - batata frita na segunda-feira, uma bolinha de queijo na terça, e um pastelzinho na quarta. No fim do mês, isso representa um excesso".

8) Essa suposta compensação vale também com sobremesas – quem pegou leve no prato principal tem direito a um docinho?
O prato principal é composto pelas carnes, frangos, ovos e peixes. Não há necessidade de reduzir a ingestão deste grupo de alimentos em específico para comer um docinho. " Ao escolher as sobremesas, dê preferência às frutas deixando um dia da semana para abusar de uma guloseima mais elaborada".

9) Existe limite para variedade de alimentos dentro de cada grupo ou não faz diferença?

Na teoria não há diferença, desde que sejam respeitadas a quantidade e proporção dos nutrientes.  O recomendado é que seja consumida de 1 a 2 opções de carboidratos (arroz, feijão, batata, mandioca), 1 opção de prato principal (carne, frango, ovo, peixe) e 1 opção de guarnição (legumes cozidos: abobrinha, berinjela, escarola, couve, vagem, chuchu), em relação às saladas pode-se misturar de 2 a 3 tipos de folhas e 2 tipos de vegetais (cenoura, beterraba, tomate, pepino, palmito).

O importante é variar na semana, não consumir apenas 1 tipo de alimento durante a semana toda. A diversificação é fundamental para que se tenha o aporte de todos os nutrientes, minimizar a exposição a eventuais toxinas presentes em determinado alimento.

10) Combinações gastronomicamente trágicas, como macarrão e sashimi, estão liberadas do ponto de visa nutricional?
Do ponto de vista nutricional a combinação macarrão e sashimi pode ser considerada adequada. Ela fornece os 2 grandes grupos alimentares (carboidratos e proteínas).

O vilão é sempre a quantidade. Se um prato de macarrão, mesmo com molho, contém poucas calorias, não há problema nenhum. Mas se for um prato que ultrapasse as calorias indicadas para a pessoa, aí sempre será o vilão.

11) O vilão da massa é sempre o molho?
O macarrão em si é fonte de carboidratos. Por ser feito de farinha e conter pouca água na composição, ele é mais concentrado em carboidratos e em calorias comparado com o arroz, feijão ou batata. Ele pode estar presente na dieta, uma a duas vezes por semana. Ao consumi-lo, porém, é preciso diminuir a porção de proteína.

"Também é preciso ter cuidado na escolha dos molhos. Aqueles que são feitos a base de leite, queijo, creme de leite, bacon são ricos em gorduras e não são interessantes para uma alimentação saudável. O consumo de molhos feitos com tomates frescos e legumes como berinjela, aboborinha, cenoura, e ervas como manjericão, tomilho, alecrim são uma ótima opção e não comprometem o regime.

12) Quais alimentos tem vida útil prejudicada no balcão? O que é melhor evitar no quilo?
Os quilos, em geral, já evitam preparações com vida útil prejudicada, a não ser que haja grande rotatividade. É importante que seja verificado se o restaurante possui refrigeração adequada para os alimentos “frios” como as saladas. Já na parte quente, é necessário que se tenha um balcão térmico (banho maria ou pista quente) em que dê para perceber que os alimentos estão de fato sendo aquecidos. Os alimentos quentes todos precisam estar no mínimo a uma temperatura de 60ºC para não trazer riscos a saúde.
Os alimentos que representam um risco maior à saúde, se expostos muito tempo no balcão, não poderão ser “descontaminados” pela higienização ou cozimento, como carnes cruas (carpaccio e sashimi) e preparação com ovos crus (mouses, maioneses caseiras). Outros alimentos podem ser contaminados se o armazenamento, transporte, higiene e cozimento não forem adequados como frutos do mar e até mesmo saladas mal lavadas.

13) As pessoas acham que comer os grelhados do quilo é mais saudável.
Na maioria das vezes, essas carnes brilham muito, e parecem falsos magros, uma vez que estão cheias de óleo. Como fazer pra se livrar desse problema?
Realmente alguns restaurantes colocam mais óleo do que deveriam, aumentando o valor calórico e a oferta de gordura não saudável para o corpo. Quando o alimento brilha muito, com certeza é feito com excesso de óleo, mesmo sendo grelhado. Depois que o alimento foi submetido à cocção, a gordura penetra no alimento. "Nesse caso é melhor não comer mesmo, pois um pouco de gordura a cada dia, pode levar ao aumento de peso (de meio quilo a 1 quilo por ano)".

Vale alertar também que alguns grelhados podem formar substâncias cancerígenas quando apresentam um “queimadinho”. Outra dica útil é passar limão na carne antes de comer para retirar um pouco da gordura.

14) As vezes os legumes, mesmo crus, também parecem brilhantes demais. Os restaurantes passam óleo neles?
Às vezes esses legumes podem ter sofrido o processo de branqueamento (cozimento e depois resfriamento) deixando o alimento com mais cor e brilho, porém é necessário que o cliente perceba se de fato há óleo nesses legumes para poder fazer substituições e escolhas mais saudáveis.

15) E a quantidade de comida? Coloco até encher a volta do prato ou menos que isso?
A porção certa é individual, mas a mão pode sinalizar qual a medida ideal para cada um:
Carnes e derivados: tamanho da palma da mão
Carboidratos (arroz, macarrão, polenta, batata): mão fechada
Verduras e Legumes: a mão aberta

16) Quanto dos nutrientes são perdidos com o tempo de exposição nas bandejas?
As vitaminas são as que mais sofrem perdas, principalmente a vitamina C. Como ela é sensível a luz e calor, o simples fato de cortar a cenoura e deixá-la no balcão, já perde nutrientes.

17) Posso comer só batata frita? Ou selecionar um dia para enfiar o pé na jaca?
Batata frita é apenas um grupo alimentar (carboidratos), não recomendado para uma refeição como almoço ou jantar. A dica é comê-la em pequena porção no lugar do arroz.

Quais são os benefícios à saúde que cada alimento pode trazer e os cuidados na hora de consumi-los



Na praia, alimentar-se corretamente, principalmente durante o dia, está longe de ser uma prioridade. A solução acaba sendo encontrada nos quiosques e ambulantes que passam vendendo porções dos mais variados alimentos.

Como a preocupação da estação é manter o corpo em forma, muito se fala das calorias dessas opções, mas seus benefícios à saúde são raramente mencionados. Para inverter esse raciocínio, selecionamos os alimentos mais consumidos nos dias de calor e apontamos quais os pontos positivos de cada um, sem deixar de lado, é claro, quais os cuidados necessários.

Camarão, ostra e marisco

Quer uma opção saudável e com quase nada de carboidrato? Aposte nesse trio! O camarão, a ostra e o marisco, são ricos em vitaminas A, B, C e D.

Além disso, também são uma ótima fonte de ômega 3, nutriente que auxilia na prevenção do depósito de gordura nas artérias do coração, ajudando a manter a saúde desse órgão. “Por virem do mar, são ricos em iodo, que previne disfunções da tireoide e o bócio”, afirma Brigitte Olichon, professora de nutrição da Faculdade de Medicina de Petrópolis , no Rio de Janeiro.

Também possuem zinco e cobre, minerais essenciais para o bom funcionamento do cérebro, melhorando a memória e prevenindo males como Parkinson, Alzheimer e enxaqueca, completa.

O camarão, em particular, é uma fonte ótima de selênio, capaz de neutralizar os efeitos dos radicais livres, principal causa de câncer de pele, e tem muita vitamina B12, importante para o bom funcionamento das células. Sua casca contém fibras insolúveis que, teoricamente, ajudam a normalizar o trânsito intestinal e prevenir a constipação. Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aconselha a comer a cabeça e a cauda, por serem as partes mais ricas em nutrientes.

Atenção: O principal cuidado é a higiene e as condições de armazenamento do local onde irá comprá-los. “São alimentos fáceis de serem servidos, mas complicados de serem conservados. E, se estragados, são perigosos porque podem fazer muito mal à saúde”, alerta Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia. “As ostras precisam estar com bastante gelo em volta e é preciso observar a presença de areia dentro da concha”.

Além disso, também são uma ótima fonte de ômega 3, nutriente que auxilia na prevenção do depósito de gordura nas artérias do coração, ajudando a manter a saúde desse órgão. “Por virem do mar, são ricos em iodo, que previne disfunções da tireoide e o bócio”, afirma Brigitte Olichon, professora de nutrição da Faculdade de Medicina de Petrópolis , no Rio de Janeiro.

Também possuem zinco e cobre, minerais essenciais para o bom funcionamento do cérebro, melhorando a memória e prevenindo males como Parkinson, Alzheimer e enxaqueca, completa.

O camarão, em particular, é uma fonte ótima de selênio, capaz de neutralizar os efeitos dos radicais livres, principal causa de câncer de pele, e tem muita vitamina B12, importante para o bom funcionamento das células. Sua casca contém fibras insolúveis que, teoricamente, ajudam a normalizar o trânsito intestinal e prevenir a constipação. Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aconselha a comer a cabeça e a cauda, por serem as partes mais ricas em nutrientes.

Atenção: O principal cuidado é a higiene e as condições de armazenamento do local onde irá comprá-los. “São alimentos fáceis de serem servidos, mas complicados de serem conservados. E, se estragados, são perigosos porque podem fazer muito mal à saúde”, alerta Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia. “As ostras precisam estar com bastante gelo em volta e é preciso observar a presença de areia dentro da concha”.

Quando o vendedor passa, basta uma olhadela para aquela casquinha crocante de queijo derretido e fica quase impossível resistir. Ainda mais se for acompanhado de uma cerveja bem gelada, a dupla se torna quase imbatível no litoral. O queijo é um dos derivados do leite e, portanto, grande fonte de proteína e cálcio, essencial para os ossos, dentes e músculos. “Inclusive o coração”, diz Brigite. É um ótimo aliado na prevenção do câncer de pele, completa a professora de nutrição.

Atenção: No entanto, os especialistas alertam para a quantidade de sal presente neste alimento, o que o torna contraindicado para hipertensos, obesos, mulheres com retenção de líquido e pessoas com insuficiência renal ou cálculos. “pode causar constipação intestinal , piorar quadros de artrite, sinusite e enxaqueca”, alerta Brigite Olichon.

Amendoim

O amendoim tem muita gordura monoinsaturada, boa para o coração, e pouca caloria, afirma Cristiano Merheb. O consumo regular é capaz de reduzir o triglicérides e melhora a qualidade da dieta. Também contém “vitamina E e selênio, capazes de proteger as artérias contra ataques do colesterol, além de boro, mineral responsável pela atividade elétrica do cérebro, aumentando a vivacidade mental e prevenindo doenças degenerativas”, diz Brigitte.

Nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade da Flórida descobriram que o amendoim tem tanto antioxidante quanto as frutas, além de conter altas taxas de polifenois. È uma fonte excelente de beta-sitosterol, nutriente que tem propriedade anticancerígena.

Atenção: É contraindicado para quem tem propensão a cálculos renais, enxaqueca, herpes e alergia alimentar, prestando atenção na quantidade de sal e gordura presentes. Deve-se observar também se o amendoim está com aspecto duvidoso, murcho. Ele pode ter sido contaminado e, nesses casos, produz uma substância tóxica.

Milho Cozido

Da mesma família do arroz e do trigo, o milho é um alimento pobre em proteínas, mas rico em carboidratos e gorduras. “Tem atividade anticancerígena e antiviral e aumenta o estrogênio; tem boa quantidade de fibras, o que ajuda o trânsito intestinal e dificulta a absorção de açúcares, sendo portanto indicada para diabéticos e aqueles que precisam perder peso”, revela a professora de nutrição.

Ele também é rico em ácido pantotênico, uma tipo de vitamina B essencial para o metabolismo, principalmente quando a pessoa está sob estresse. Cem gramas de milho são capazes de suprir 14% da necessidade diária dessa substância.

Atenção: Mas a especialista alerta que o milho é altamente alergênico, sendo a causa de vários quadros como artrite reumatóide, síndrome do cólon irritável, epilepsia e enxaqueca, sobretudo em crianças. Também deve-se atentar para a quantidade de sal e evitar a manteiga, por aumentar muito seu teor calórico.

Temperos no lugar de sal grosso e frutas cítricas para reduzir a absorção de gordura. Veja mais dicas para uma refeição saudável.


Churrasco é algo saudável. Se engana quem pensa o contrário e acaba arrependido toda vez que reúne os amigos para um domingo ao lado da churrasqueira. O que realmente faz mal são os abusos, regra quase universal em prol da boa saúde. Mas isso também não significa que você precise deixar de comer bem para adotar medidas que mais parecem com uma degustação.

O segredo está em reduzir aquilo que é menos tolerado pelo corpo, como gordura e sal – eles podem comprometer a saúde com mais rapidez.

“Troque parte do sal grosso por temperos”, sugere a nutricionista clínica Virgínia Nascimento, vice-presidente Associação Brasileira de Nutrição (Asbran).

Tomilho e endro combinam com carne vermelha. Alecrim tempera melhor carne branca, em especial carne de aves. “O sabor dos temperos reduz a necessidade de sal, que pode ser usado em quantidades bem menores. Além disso, eles têm propriedades digestivas, que vão ajudar a eliminar o colesterol ruim do organismo”, afirma a especialista.

Quanto à gordura das carnes, saiba que o carvão em brasa leva vantagem na hora de eliminar os excessos e evitar o ganho de peso. “Estudos já mostraram que a carne de churrasco absorve menos gordura que o alimento preparado em panela”, revela Virgínia.

A nutricionista explica que a gordura pode ser mantida na carne durante o preparo, para garantir maciez e suculência, mas deve ser retirada na hora de comer. “Se for retirada antes, a carne vai acabar muito seca e haverá prejuízo ao sabor”, afirma Jandir Dalberto, diretor de operações da churrascaria Fogo de Chão. Além disso, todo alimento preparado em grelhas conserva mais seus nutrientes do que os cozidos na água.

Só tenha cuidado com as carnes que acumulam muita gordura entre as fibras, gordura mais difícil de ser eliminada. Maminha e fraldinha são simples de separar a gordura, sendo que um pedaço de 60 a 80 gramas varia entre 100 e 150 calorias. Já a picanha acumula um pouco mais de gordura entre fibras, mas nada muito grave. Um pedaço sem a gordura evidente tem cerca de 130 calorias.

Sucos cítricos

Tente alternar o consumo de cerveja ou de caipirinha com sucos de frutas cítricas, pois elas têm propriedades muito úteis durante um churrasco. Primeiro, reidratam o corpo. Depois ajudam a compensar a perda causada pelo calor do verão com o consumo de bebidas alcoólicas, que são diuréticas.

As frutas cítricas são ricas fontes em fibras solúveis, um tipo de fibra capaz de formar uma espécie de gel no estômago que absorve a gordura. A pectina, uma dessas fibras, se liga aos lipídios, fazendo com que parte deles seja excretada pelo organismo, em vez de absorvida. “Isso combate o colesterol ruim”, diz a nutricionista.

Outra vantagem das frutas cítricas é sua capacidade de auxiliar na absorção do ferro presente nas carnes. “Enquanto o organismo se ocupa com a absorção do ferro, mais gordura acaba sendo eliminada”, explica. A melhor forma de consumir sucos de frutas cítricas é sem coar, para não perder os nutrientes do bagaço, e com frutas frescas. Evite os sucos industrializados.

Só carne?

É inegável que a grande estrela do churrasco é a carne e todo o resto pode facilmente acabar no esquecimento. Mas existem truques com outros alimentos que ajudam a realçar o sabor da carne.

Abóbora, cebola e tomate são as combinações mais básicas, já bem conhecidas. Elas podem ser feitas separadamente, para a pessoa montar o prato com as quantidades que desejar, ou feitas em conjunto, num espeto previamente montado. A vantagem do espeto é evitar que a pessoa deixe de comer os legumes por preguiça e acabe abusando das carnes.

O mesmo pode ser feito com berinjela, pimentão, cenoura e palmito pupunha. Só tenha cuidado com o preparo do tomate, que fica pronto bem antes dos outros alimentos. Todos estes alimentos não ultrapassam a casa das 30 calorias por 50 gramas, um índice bem baixo.

A batata assada no papel alumínio, sem exagero porque ela é rica em carboidratos, também vale como acompanhamento saudável. “Tempere com orégano, sem nenhum sal. O sabor é excelente”, afirma a nutricionista. Até fatias de abacaxi podem ser assadas e combinadas em espetos de carne, com a vantagem de já trazerem consigo fibras solúveis.

Bem passada

Quem gosta de carne bem passada precisa ter cuidado para não exagerar porque o excesso de calor na carne ajuda a liberar substâncias tóxicas. Chamadas de nitrosaminas, estas substâncias estão associadas ao risco de câncer e de mutações genéticas.

Não gosta de carne mal passada? Tudo bem. Dê preferência ao alimento ao ponto, sem sangue ao cortar. Além de mais saudável, a carne ao ponto é tida como mais saborosa.

Vegetarianos

Você gosta de carne, mas tem um grande amigo vegetariano que acaba passando fome em todo churrasco. Uma boa dica são os espetos de tofu temperado. Eles são uma fonte de proteína e vão evitar que seu amigo vegetariano acabe estufado de tanto pão com vinagrete.
Capriche nos acompanhamento, mas tenha cuidado com o pão de alho. Ele é um verdadeiro vilão dos churrascos. As versões já prontas, vendidas em mercados e açougues, são altamente calóricas, carregadas em gordura saturada.

Não é difícil preparar um pão de alho em casa. Use oito dentes de alho picados para cada colher de sopa de maionese e acerte a consistência da pasta com queijo minas cremoso. Tempere com sal e orégano.

Sente para comer

Em vez de montar o prato e fazer uma refeição no churrasco, muita gente prefere apenas petiscar uma carne aqui e outra ali. O problema disso é que não dá para mensurar quanta comida a pessoa realmente ingeriu. O petisco aparentemente inofensivo pode se tornar uma refeição constante, que passa facilmente das 3 mil calorias.

A primeira dica é não pular refeições antes do churrasco. Isso ajuda a não chegar com aquela fome exagerada, fatal para os abusos. Prepare seu prato com os acompanhamentos para ter uma real noção do que vai ingerir. Evite mais de uma fonte de carboidratos, opte por pão ou arroz ou farofa.

Se quiser beliscar mais carne depois, já estabeleça uma quantidade previamente, considerando o que você colocou no prato. E tente comer essa carne pelo menos três horas depois da primeira refeição para fracionar a alimentação e não se sentir tão pesado.

Mesmo com todas essas dicas, o churrasco é uma refeição que acaba sendo mais pesada e, por isso, precisa ser compensada no dia seguinte. Tome bastante água e sucos naturais, valorize uma alimentação mais leve, com bastante salada. E fuja do sedentarismo praticando exercícios com regularidade.

Antioxidantes tornam as nozes mais potentes do que a vitamina E na proteção do organismo




Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que, entre as frutas oleaginosas, são as nozes as mais recomendadas para uma dieta saudável por conter o mais alto nível e a melhor qualidade de antioxidantes - substâncias que ajudam a prevenir doenças.

Segundo o estudo, um punhado de nozes contém duas vezes mais antioxidantes que um punhado de . Além disso, os antioxidantes presentes nas nozes têm maior qualidade e potência do que os dos outros frutos secos analisados.

A pesquisa - conduzida por um cientista da Universidade de Scranton, na Pensilvânia (nordeste dos Estados Unidos) - também concluiu que os antioxidantes encontrados nas nozes são entre duas a 15 vezes mais poderosos do que os da vitamina E, também conhecida pelo seu benefício antioxidante.

O estudo foi divulgado em um encontro da Sociedade Química Americana, realizado na cidade de Anaheim, na Califórnia (oeste do país).

Nutritivos

Os antioxidantes impedem reações químicas que ocasionam mudanças na estrutura molecular das células do corpo. Segundo o pesquisador Joe Vinson, que liderou o estudo, todas as frutas oleaginosas têm boas qualidades nutricionais. Elas contêm proteínas de alta qualidade, muitas vitaminas, minerais e fibras.

Pesquisas anteriores demonstraram que o consumo regular de pequenas quantidades de frutas oleaginosas pode reduzir o risco de doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, diabetes tipo 2 e outros problemas de saúde. Mas Vinson diz que as porções dessas frutas consumidas devem ser pequenas. Sete ao dia são o suficiente para obter os benefícios para a saúde descobertos nos estudos.

O pesquisador disse ainda que há outra vantagem em escolher as nozes como fonte de antioxidantes. "O calor dos frutos torrados geralmente reduz a qualidade dos antioxidantes, mas as pessoas geralmente comem as nozes cruas. Por isso, elas são mais eficientes".


Fonte: BBC

Segundo especialista, diversos fatores influenciam nas concentrações de nutrientes presentes em um vegetal.

Na feira ou no supermercado, sempre que nos deparamos com uma fruta longe de estar madura fica sempre a dúvida: existe muita perda nutricional quando comemos uma fruta que ainda não está pronta?

Existe uma mudança significativa no valor nutricional à medida que uma fruta ou vegetal amadurece, mas isso pode não ser o principal fator da nutrição, afirma Jennifer Wilkins, da divisão de ciências nutricionais da Cornell University College of Human Ecology.

A mudança de valor varia com fatores como a variedade e o manuseio após a colheita, explica a especialista. Por exemplo, um estudo de 2004 com amoras, publicado no "The Journal of Agricultural Food Chemistry", descobriu que o nível de pigmentos antocianina, que podem ter benefícios antioxidantes, aumentou mais de quatro vezes quando amoras Marion passaram de pouco maduras a maduras demais (de 74,7mg a 317mg por 100g). Para outra variedade, a Evergreen, eles aumentaram pouco mais de duas vezes (de 69,9mg para 164mg).

Embora atividades antioxidantes também aumentem com o amadurecimento, elas não mostraram uma mudança significativa.
"Para muitas frutas e vegetais no supermercado, o amadurecimento não é um grande fator", diz Wilkins.

Muito embora um tomate possa ser colhido antes do auge de amadurecimento e transportado antes que a vitamina C tenha a chance de se desenvolver integralmente, outros fatores mais importantes podem influenciar nos teores de nutrientes: se ele foi resfriado o suficiente após a colheita; a que umidade e temperatura ele foi exposto no transporte; e o tempo que levou até chegar ao mercado.


Fonte: The New York Times

Muitos alimentos são compostos essencialmente de água e podem ajudar na hidratação diária

 Água é essencial para o bom funcionamento do organismo, manutenção da temperatura corporal e até para beleza. “Devemos ingerir de 1,5 a 2 litros de líquidos por dia, por meio da ingestão de água, água de coco, sucos ou chás. Essa quantidade pode variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, a prática de atividades físicas, temperatura do ambiente e tipos de alimentos ingeridos”.

Você acha difícil andar com uma garrafinha por aí? Pois saiba que certos alimentos podem contribuir para sua boa hidratação. “A quantidade de líquido pode diminuir de acordo com a ingestão de alimentos com alto teor de água”.

A idéia, então, é acrescentar ao cardápio frutas, verduras e legumes crus, naturalmente ricos em água. Esses alimentos hidratam e facilitam o trabalho dos rins, que eliminam a retenção de líquidos com eficiência.

Entre eles estão alface (95% de água), chuchu (95%), pepino (95%), rabanete (95%), nabo (94%), tomate (94%), couve-flor (92%), melancia (92%), melão (90%), abacaxi (87%), maçã (86%), cenoura (86%), goiaba (86%), clara de ovo (75%), banana (74%).
Além de contribuir com a hidratação eles têm poucas calorias, colaborando para manutenção da boa forma. E o melhor: os alimentos com grande quantidade de água podem ajudar a combater a celulite.

Um estudo realizado pelo dermatologista americano Howard Murad, autor do livro A Solução para Celulite, diz que hidratação é importante para tratar o problema. Mas, mais eficaz do que beber oito copos de água por dia, seria a ingestão desses alimentos.

Isso porque, segundo o especialista, as células são capazes de absorver melhor a água contida nos alimentos, principalmente aqueles ingeridos crus, como frutas e verduras. Assim, com o organismo bem hidratado, o problema que atormenta as mulheres seria minimizado.

 

 

Estudo comprova que duas colheres de sopa diárias do alimento diminuem risco cardíaco e ajudam a emagrecer


As pesquisas nutricionais trazem números para comprovar o que o conhecimento popular já sabe há muito tempo: as prateleiras dos supermercados e as barracas das feiras reúnem mais opções terapêuticas do que as próprias farmácias. Para o universo feminino, as produções científicas encontraram evidências de que um produto não muito conhecido pode melhorar a vida e até a autoestima da mulher.
 
Quem descobriu a nova aliada da população feminina foi a professora Glorimar Rosa, do Instituto de Nutrição Josué de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Com o apoio do programa Jovem Cientista da Faperj,  ela pesquisou os efeitos da farinha de berinjela (parecida com a farinha de linhaça) e os resultados são bem animadores. Além de nocautear os riscos cardíacos, ela ainda ajuda a emagrecer.

Em um estudo piloto, Glorimar observou os efeitos do consumo da farinha de berinjela em 14 mulheres com mais de 40 anos. Todas tinham fatores de risco cardiovascular, como circunferência da cintura aumentada, hipertensão arterial e altas concentrações de colesterol e de triglicerídeos no sangue.

As participantes foram divididas em dois grupos. Um deles só fez reeducação alimentar. O outro, além de consumir a mesma dieta, acrescentou duas colheres de sopa diárias de farinha de berinjela.

“Depois de dois meses, o grupo que consumiu a farinha perdeu, em média, seis quilos contra o grupo controle, que só perdeu três quilos”, contou Glorimar à agência de notícias da Faperj.

O produto ajudou a reduzir os níveis de colesterol total, triglicerídeos e até o ácido úrico, substância que favorece dores articulares e inflamações quando em concentrações elevadas. Glorimar acrescenta que as consumidoras tiveram ainda uma maior redução da gordura visceral.

A análise feita na UERJ concluiu que a farinha de berinjela é mais potente que o legume in natura, o suco e o chá feitos com o alimento, pois concentra até 10 vezes mais fibra, além de ampliar a sensação de saciedade.

A única ressalva feita pela nutricionista é que a farinha de berinjela estimula a formação da radicais livres – que podem levar ao envelhecimento precoce, por exemplo. Mas o prejuízo é anulado se, atrelado à farinha, forem consumidas frutas cítricas e ricas em vitaminas C.

*Com informações da Agência Faperj.

 

Na véspera de Natal e no Réveillon normalmente comemos muita variedade de pratos e com isso consumimos calorias em excesso. Por isso durante o dia procure fazer uma alimentação mais leve à base de carnes magras, vegetais folhosos e frutas variadas.


Antes das festas faça um lanche saudável utilizando frutas, cereais integrais e queijo light. Esta é uma dica muito importante para não exceder na quantidade ingerida durante os eventos.

O ideal é diminuir a quantidade de alimento a ser ingerido, e na medida do possível combinar pratos mais calóricos e elaborados com saladas variadas (utilizar vários vegetais folhosos como, por exemplo: alface americana, rúcula, agrião, repolho, etc.), pois promovem a sensação de saciedade.

Dê preferência às preparações assadas e grelhadas. Evite as frituras.

Cuidado com preparações a base se creme de leite, maionese, pois esses ingredientes são bem calóricos.

Para as sobremesas abuse nas frutas e nos sucos. Utilize as frutas da época, pois são baratas e de excelente qualidade: abacaxi, ameixa, goiaba, laranja, mamão, manga, maracujá, melancia, nectarina, nêspera e pêssego.

Priorize suas escolhas e não fique pensando (principalmente quando chegar em casa) o que não comeu ... Coma devagar até para perceber o quanto é suficiente para você!

Reaproveitar sobras de natal, no dia seguinte:

Nada de jogar fora as sobras da ceia. Podemos reaproveitar carnes, legumes e até salada, desde que não tenham maionese ou creme de leite.

O reaproveitamento deve ser feito ainda no dia 25 porque os alimentos já foram manipulados e não podem ser guardados por muito tempo.


•    Faça uma torta com os alimentos que sobraram


Ingredientes da Massa: 2 ovos, ½ xícara de óleo, 1 xícara de leite, 2 xícaras de farinha de trigo, 1colher de sopa de fermento em pó,  sal e queijo ralado a gosto.


Recheio: Sobra de pernil, chester, peru desfiado; tomate picado, cenoura ralada, cebola, ervilha/milho, salsinha e sal a gosto. Misture todos os ingredientes e reserve.


Modo de preparo: Bata todos os ingredientes da massa no liquidificador. Unta um refratário com margarina e farinha, despeje a massa no refratário e por cima coloque o recheio, salpique um pouco de queijo ralado e leve para assar em forno médio por 25 min, aproximadamente.


Alguns alimentos e suas calorias

Nozes: 2 unidades (10g) = 65,1 kcal
Castanha do Pará: 2 unidades (8g) = 52,4kcal
Pistache: 8 unidades (10g) = 57,7 kcal
Avelã: 10 unidades (10g) = 62,8 kcal
Castanha de caju torrada e s/ sal: 5 unidades (12,5g) = 71,75 kcal
Panetone: ½ fatia (40g) = 147,5 kcal; light: ½ fatia (40g) = 110 kcal
Peru: Peito assado – 1 pedaço pequeno (120g) = 210 kcal
Chester: 1 fatia (20g) = 41 kcal
Tender:  2 fatias (50g) = 105 kcal


A banana é produzida na maioria dos países tropicais e é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e o primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no Brasil são: Prata, Pacovan, Prata-anã, Maçã, Mydore, Terra e D’ Angola, além da Nanica e Nanicão voltadas principalmente à exportação.
A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta. Mas além de sua concentração de carboidratos e energia, também apresenta elevadas proporções de vitaminas e minerais.


A banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando cozida, apresenta alto conteúdo de amido resistente presente na polpa da fruta. O benefício do amido resistente é similar ao da fibra alimentar, sendo que este não é digerido e absorvido no intestino delgado, podendo ser fermentado no intestino grosso, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para a produção das bactérias benéficas do nosso intestino, além de manter a integridade da mucosa do nosso intestino, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas.


Desta forma, o consumo de banana verde auxilia no trânsito intestinal adequado, atuando na prevenção e tratamento de quadros como diarréia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino.


Além de contribuir para a saúde do intestino, a banana verde exerce outros efeitos benéficos ao organismo. A banana verde é considerada um alimento de baixo índice glicêmico, ou seja, sua digestão e absorção são mais lentas, e assim a quantidade de glicose liberada no sangue ocorre gradativamente, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados, e reduzindo a necessidade de liberação de insulina para que esta glicose entre na célula, contribuindo então para a prevenção do desenvolvimento de diabetes, além do acúmulo de gordura corporal, devido ao aumento da saciedade promovido pelo amido resistente. Os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares. Desta forma, a banana verde pode também ter uma importante função na prevenção do desenvolvimento de doenças do coração.


A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos como a biomassa e a farinha de banana verde, que são utilizadas para a confecção de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Além disso, você pode adicionar a biomassa da banana verde em sucos de frutas e vitaminas. O preparo da banana verde é simples e pode ser feito em casa. Veja como preparar a biomassa:


1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;

2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;

3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;

4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;

5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;

6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;

7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;

8. Processe até obter uma pasta bem espessa;

Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.
Abaixo segue um exemplo de uma receita saudável em que a biomassa pode ser adicionada:

Suco funcional:

- Suco de 1 laranja
- 1 folha de couve
- 100 ml de suco de uva
- 1 colher de sopa de linhaça
- 1 colher de sopa da biomassa de banana verde
Bata os ingredientes no liquidificador e consuma este suco energético no café da manhã.


Caso seja complicado prá você produzir a pasta da banana verde, dê preferência à farinha de banana verde, que pode ser encontrada em qualquer loja de produtos naturais.

Milho
É uma boa fonte de energia, pois contém um alto teor de carboidratos, boas dosagens de proteínas, é rico em fibras, vitaminas do complexo B e vitamina C.
Existe uma grande variedade de formas de apresentação do milho. São elas:

  • Molho fresco na espiga e milho na conserva, usado em preparações culinárias como pamonha, curau, sorvete, farofa, torta, entre outras.
  •    Amido de milho, usado em mingau, cremes, biscoitos.
  • Glucose, utilizado em caldas, molhos doces.
  • Milho para pipoca: a produção de pipoca constitui um método de cocção do amido bastante diferente dos até aqui considerados. À medida que os grãos de milho-pipoca são aquecidos, o vapor-d’água existente dentro deles se expande aumentado à pressão interna o suficiente para os grãos explodirem. As qualidades desejáveis na pipoca são: bom sabor, maciez e quase ausência de cascas. Essas qualidades dependem da variedade do milho, do seu conteúdo de umidade e do método de cocção.
  • Milho de canjica, cereal pré-cozido e óleo de milho, usado para diversas preparações, de maior consumo no mês de junho, quando ocorrem típicas festas juninas.

 

Aveia
A aveia é um cereal, em geral, bastante valorizado por seu bom conteúdo protéico, calórico e de fibras. Em flocos, farinha, flocos finos, pode ser consumida ao natural com frutas e com bebidas. Exemplos de preparações feitas com aveia: mingau, sopas, tortas salgadas e doces, biscoitos, pães e bolos.


Centeio
É um cereal de valor dietético, rico em fibras, sais minerais e aminoácidos essenciais, pobre em calorias. O grão de centeio na forma de farinha tem cor escuta, devido à trituração do grão com a casca. Muito utilizado na preparação de pães, deve ser misturada com farinha de trigo porque possui pouco glúten.


Cevada
Um grão bastante nutritivo. Utilizada da mesma forma que o trigo em preparações como pães e massas, a cevada é bastante utilizada para a obtenção do malte, que é empregado para o preparo de cerveja e uísque.

 

 

 

Sorgo
É um cereal de origem africana, que cresce em regiões semiáridas. Composto por proteína, gordura, carboidratos, fibras, ferro, vitamina B1, B2. É um alimento de consumo humano, mas também utilizado na alimentação de animais.

 

 

 


Painço
Também conhecido como milhete ou milho-painço, este cereal apresenta diversas espécies. Menor que o trigo e o arroz, com alto teor de fibras, também contém proteína, carboidrato e gordura.

 

 

Triticale
É o primeiro cereal criado pelo homem e que gerou um impacto econômico significativo. Este cereal é o resultado do cruzamento de dois cereais: o trigo e o centeio. É rico em aminoácidos e algumas variedades de triticale são ricas também em proteínas.


Amaranto

Extraído de uma planta originária do Peru, tem a forma de uma pequena polinha, de cor bege, e de grande potencial nutritivo. Possui cerca de 15% de proteínas, com qualidade biológica comparada a do leite e superior a de outros vegetais, como a soja e o feijão. O amaranto também é rico em fibras, e é fonte de zinco, fósforo e cálcio. Preparações como tortas podem ser feitas com amaranto, que pode ser consumido por pacientes celíacos (intolerância a alimentos à base de trigo, aveia, centeio e cevada).

 


Trigo
O grão do trigo é composto de casca, gérmen e endosperma, sendo este ultimo o mais presente, na moagem, este é separado dos outros constituintes e moído para dar origem à farinha branca.

Deste cereal, o derivado nobre é a farinha, que é classificada comercialmente em função da qualidade do seu glúten.

Do trigo não se obtém apenas a farinha. Outras formas do trigo que também são utilizadas na culinária incluem: o trigo laminado, utilizado para quibe e salada; o trigo em grãos, usado para o preparo de sopas, saladas, refogados; a semolina 9resultado da moagem da parte nobre do trigo usado para panificação e massa), que é rica em glúten e o farelo do trigo, muito utilizado em receitas do segmento da alimentação naturalista.

Glúten: é um complexo protéico, do qual se destacam a glutenina e a gliadina. Ele e responsável pela quantidade de produtos de panificação, por exemplo. Quando a massa do pão que contém glúten é sovada, ele se desenvolve. Com isso, o pão cresce e a massa torna-se mais elástica. Há pessoas, entretanto, que têm intolerância ao glúten, chamados de celíacos, e que devem privar-se de alimentos que apresentam este componente, por exemplo, bolos, massas etc, que contenham trigo, aveia, centeio e cevado em sua composição.


Cenoura e seus benefícios.


A cenoura é rica em betacaroteno. O betacaroteno estimula à produção da vitamina A em nosso organismo. Com 100 gramas de cenoura nós conseguimos suprir quase que totalmente as necessidades diárias de vitamina A. A vitamina A contribui para o bom estado da visão, da pele e das mucosas. Além disso, a cenoura contém muitos sais minerais, como fósforo, cloro, potássio, cálcio e sódio, necessários ao bom equilíbrio do organismo, e vitaminas do complexo B, que ajudam a regular o sistema nervoso e a função do aparelho digestivo.
 

A cenoura por ser rica em carotenóides (pigmentos de plantas, amarelos, laranjas e vermelhos) age como um fotoprotetor, reduzindo a sensibilidade da pele às queimaduras solares. Este efeito pode estar relacionado à sua capacidade de estimular a produção de melanina. A melanina é uma proteína que confere pigmentação à pele e aos cabelos.
Por isso coma sempre cenoura, principalmente no verão! Assim ao se expor ao sol sua pele ficará menos vermelha, mais saudável, jovem e não desbotará com tanta rapidez.

Mas lembre-se: a exposição ao sol deve ser feita antes das 10h00min da manhã ou após a 16h00min da tarde. Assim você conseguirá o bronzeado sem prejudicar a saúde da pele. E nunca se esqueça do protetor solar que protege nossa pele dos raios UVA, um dos grandes causadores do câncer de pele e do envelhecimento precoce.

Dica: se você está consumindo a cenoura para absorver a pró-vitamina A, evite consumi-la em forma de suco juntamente com frutas cítricas (laranja, limão e tangerina), porque o ácido cítrico, presente em boa quantidade nessas frutas, reduz drasticamente a absorção da vitamina A em nosso corpo.


 

 Você sabe o que são alimentos funcionais?

São alimentos que, além de fornecer nutrientes, têm a capacidade de atuar sobre a saúde das pessoas, reduzindo o risco de doenças. É possível reduzir o risco de doenças como diabetes, câncer e doenças cardiovasculares, em geral, consumindo alimentos funcionais diariamente.

Soja
É um importante inibidor de doenças, por possuir várias substancias com ação preventiva. Uma dessas substâncias é o fitoesterol, que reduz o risco da osteoporose, do câncer de mama, de próstata e de cólon. Os fitoesteróis amenizam os sintomas da menopausa e reduzem os níveis de colesterol. Outra substância é inibidor de protease, que reduz o risco de desenvolvimento do câncer de cólon, da boca, do pulmão, fígado, pâncreas e esôfago.

Tomate
Possui uma substância com alto teor antioxidante, o licopeno, que reduz o risco de câncer de próstata e parece reduzir também o câncer de pâncreas, intestino grosso, reto, esôfago, cavidade oral, mama e colo do útero.

Repolho, couve, couve-flor, couve-de-bruxelas, brócolis
São vegetais que possuem substancias chamadas glicosinolatos e estimulam a função de desintoxicação do fígado, o que favorece a eliminação de agentes formadores de câncer. Esses vegetais reduzem o risco de câncer de bexiga e de mama e inibem o crescimento de tumores em geral.

Alho
A aliina, que é transformada em alicina quando o alho é esmagado ou triturado, desempenha importante papel na redução de risco de alguns tipos de câncer, como de pulmão, estomago e fígado, e tende a diminuir a pressão sanguínea e os níveis de colesterol. A alicina atua como bloqueadora da ação de nitrosaminas e da aflatoxina, que são potentes causadores de câncer. Possui, também, componentes sulfúricos, que estimulam a atividade imunológica do organismo, protegendo-o contra doenças infecciosas.

Frutas cítricas
Frutas como laranja limão, mexerica e lima possuem terpenos e limonóides, que protegem o organismo de substâncias que estimulam a formação de câncer. Outro efeito produzido por essas substâncias é a redução da taxa de colesterol do sangue. Essas frutas também possuem vitamina C, que é antioxidante.

Chá verde
Também conhecido como chá chinês, possui uma substância chamada catequina, que provavelmente reduz o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de mama.

Uvas e vinho
A casca da uva (e por isso o vinho) contém compostos fenólicos, resveratol e quercetina, que diminuem o risco de aparecimento de doenças cardiovasculares e arteriosclerose e reduz o risco também de desenvolvimento de vários tipos de câncer. Mas cuidado! O consumo de vinho acima de um cálice por dia torna-se prejudicial à saúde. O álcool é um dos fatores desencadeantes de câncer de boca, faringe, laringe, esôfago, cólon, reto e mama, além de prejudicar a digestão e a função do fígado, se consumido em excesso.

Cereais
Principalmente os integrais (que não passam por refinamento) são ricos em fibras, carotenóides, tocoferóis e tocotrienóis, selênio e fenóis. Graças a esses componentes, os cereais têm a capacidade de reduzir o colesterol sanguíneo e diminuir o risco de desenvolver câncer em órgãos do sistema digestório, principalmente de estômago, cólon, mama e reto.

Verduras e folhas em geral, sementes, cascas e talos de hortaliças
São ricos em fibras insolúveis, que auxiliam no funcionamento do intestino grosso e reduz a incidência de câncer de pâncreas, cólon, reto, amam e útero.

Peixe e óleo de peixe
Contêm ácidos graxos Omega-3, que diminuem as chances de se desenvolver doenças cardiovasculares, como a hipertensão arterial, a arteriosclerose e complicações de doenças inflamatórias, também ajuda na redução do risco de câncer de mama, cólon, pele, pâncreas, próstata, pulmão e laringe.

Leite e derivados
Possuem cálcio, que reduz o risco de osteoporose e do câncer de cólon. Leites fermentados e alguns tipos de queijo possuem também probióticos, que agem sobre a flora bacteriana do intestino, dificultando a fixação de bactérias prejudiciais à saúde e melhorando o aproveitamento de determinados nutrientes. Os probióticos também reduzem o risco do câncer de cólon, e controlam os níveis de colesterol no sangue.

 

O verão é o período no quais altas temperaturas se concentram e os dias são mais prolongados. Por causa da temperatura elevada ocorre uma diminuição do metabolismo basal, pois nessa fase o organismo se esforça bastante para manter a temperatura interna do corpo. Como o organismo nesse período concentra grande parte de energia na manutenção da temperatura corpórea é importante saber consumir alimentos que não irão interferir na energia para a digestão.

Alimentos indicados: Frutas, são ótimas, além de serem fontes de vitaminas, possuem bastante água que, além de refrescarem também hidratam. Verduras e legumes, fontes de minerais e ricas em fibras, são leves e ajudam na digestão. Picolés à base de água e de frutas, Suco de fruta, Muita Água, Chás, Água de coco, sobremesas a base de frutas, Cereais integrais, Carnes Magras, Queijos magros.

Se for comer um sanduíche, escolha os que são feitos com carnes magras, como um peito de peru, frango e queijos magros ( ricota, cottage). As carnes magras possibilitam uma digestão melhor, evitando o desconforto intestinal.

Alimentos a serem evitados: alimentos gordurosos (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese). Evitar frituras e maneirar na bebida alcoólica. Pois no verão nosso organismo fica mais sensível aos condimentos fortes e às gorduras, podendo causar desconforto e mal estar.

Cuidado com os alimentos feitos com leite, gordura e ovos na sua preparação. Necessitam de refrigeração adequada, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar.

Não consumir de forma alguma alimentos perecíveis que ficam expostos à temperatura ambiente.

Fracione as refeições diárias (coma mais vezes, em menor quantidade).

 

PASSO 1 – Aumente e varie o consumo de verduras, legumes e ofereça-os em cinco porções diárias. Esses alimentos são fontes de vitaminas e minerais que ajudam na prevenção de doenças e melhoram a resistência do organismo.


• PASSO 2 – Ofereça feijão pelo menos uma vez por dia, no mínimo quatro vezes por semana. O feijão é boa fonte de ferro e auxilia na prevenção da anemia. Para variar, pode-se substituir o feijão por lentilha, grão-de-bico ou soja. Para melhorar a absorção do ferro, é importante ingerir suco de limão, laranja ou acerola, que são fontes de vitamina C.


• PASSO 3 – Alimentos gordurosos devem ser evitados, podendo ser ofertados no máximo uma vez por semana. É melhor optar por alimentos assados, grelhados ou cozidos do que fritos. Retire a gordura da carne, a pele do frango e o couro do peixe. Evite oferecer manteiga, banha de porco e gordura hidrogenada (leia os rótulos dos alimentos). Prefira o azeite de oliva, óleo de canola, de girassol, de milho ou de soja, mas não utilize em excesso.


• PASSO 4 – Modere o uso de sal. O sal em excesso pode contribuir para o aumento da pressão arterial (hipertensão). Evite temperos prontos, alimentos enlatados, carnes salgadas e embutidos como mortadela, presunto, lingüiça, etc. Todos contêm muito sal.


•PASSO 5 – Procure oferecer pelo menos três refeições e dois lanches por dia. Para os lanches e sobremesas prefira frutas.


• PASSO 6 – Doces, bolos, biscoitos e outros alimentos ricos em açúcar devem ser evitados, podendo ser oferecidos no máximo duas vezes por semana.


• PASSO 7 – Evite o consumo diário de refrigerantes. A melhor bebida é a água.


• PASSO 8 – Para que a criança aprecie sua refeição, ela deve comer devagar e mastigar bem os alimentos. Faça das refeições um momento de encontro da família. Não alimente seu filho assistindo à TV, trabalhando ou discutindo.


• PASSO 9 – Mantenha o peso do seu filho dentro dos limites saudáveis para a idade. Peça para a equipe de saúde anotar no gráfico de crescimento o peso e a altura do seu filho.


• PASSO 10 – Estimule seu filho para que seja ativo. Saia para caminhar com ele, leve-o para andar de bicicleta, passear com o cachorro, jogar bola, fazer algum tipo de esporte. Não deixe seu filho passar muitas horas assistindo à TV, jogando videogame ou brincando no computador.

Fonte: Ministério da Saúde - Caderneta de vacinação, 2007

PASSO 1 - Dar somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimento.

O leite materno contém tudo o que a criança necessita até os 6 meses de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.

A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, pode adoecer mais e ficar desnutrida.

PASSO 2 - A partir dos seis meses, oferecer de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.

A partir dos seis meses, o organismo da criança já está preparado para receber alimentos diferentes do leite materno, que são chamados de alimentos complementares.

Mesmo recebendo outros alimentos, a criança deve continuar a mamar no peito até os dois anos ou mais, pois o leite materno continua alimentando a criança e protegendo-a contra doenças.

Com a introdução da alimentação complementar, é importante que a criança receba água nos intervalos das refeições.

PASSO 3 - A partir dos seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia, se a criança receber leite materno, e cinco vezes ao dia, se estiver desmamada.

Se a criança está mamando no peito, três refeições por dia com alimentos adequados são suficientes para garantir uma boa nutrição e crescimento, no primeiro ano de vida. No segundo ano de vida, devem ser acrescentados mais dois lanches, além das três refeições.

Se a criança não está mamando no peito, deve receber cinco refeições ao dia com alimentos complementares já a partir do sexto mês.

Algumas crianças precisam ser estimuladas a comer (nunca forçadas).

PASSO 4 - A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.

Crianças amamentadas no peito em livre demanda desenvolvem muito cedo a capacidade de autocontrole sobre a ingestão de alimentos, aprendendo a distinguir as sensações de saciedade após as refeições e de fome após o jejum (período sem oferta de alimentos). Esquemas rígidos de alimentação interferem nesse processo de auto controle pela criança.

Este aprendizado precoce é fundamental na formação das diferenças nos estilos de controle de ingestão de alimentos nos primeiros anos de vida;

O tamanho da refeição está relacionado positivamente com os intervalos entre as refeições (grandes refeições estão associadas a longos intervalos e vice-versa).

É importante que as mães desenvolvam a sensibilidade para distinguir o desconforto do bebê por fome de outros tipos de desconforto (sono, frio, calor, fraldas molhadas ou sujas, dor, necessidade de carinho), para que elas não insistam em oferecer alimentos à criança quando esta não tem fome.

Sugere-se, sem esquema rígido de horário, que, para as crianças em aleitamento materno, sejam oferecidas três refeições complementares, uma no período da manhã, uma no horário do almoço e outra no final da tarde ou no início da noite.

Para as crianças já desmamadas, devem ser oferecidas três refeições mais dois lanches, assim distribuídos: no período da manhã (desjejum), meio da manhã (lanche), almoço, meio da tarde (segundo lanche), final da tarde ou início da noite (jantar).

PASSO 5 - A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; começar com consistência pastosa (papas /purês) e, gradativamente, aumentar a sua consistência até chegar à alimentação da família.

No início da alimentação complementar, os alimentos oferecidos à criança devem ser preparados especialmente para ela, sob a forma de papas/purês de legumes/cereais/frutas. São os chamados alimentos de transição.

A partir dos oito meses, podem ser oferecidos os mesmos alimentos preparados para a família, desde que amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos.

Sopas e comidas ralas/moles não fornecem energia suficiente para a criança.

Deve-se evitar o uso da mamadeira, pois a mesma pode atrapalhar a amamentação e é importante fonte de contaminação e transmissão de doenças.

Recomenda-se o uso de copos (copinhos) para oferecer água ou outros líquidos e dar os alimentos semi-sólidos e sólidos com prato e com a colher.

PASSO 6 - Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida.

Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados.

Só uma alimentação variada evita a monotonia da dieta e garante a quantidade de ferro e vitaminas que a criança necessita, mantendo uma boa saúde e crescimento adequados.

O ferro dos alimentos é melhor absorvido quando a criança recebe, na mesma refeição, carne e frutas ricas em vitamina C.

A formação dos hábitos alimentares é muito importante e começa muito cedo. É comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras. O que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado do processo natural da criança em conhecer novos sabores e texturas e da própria evolução da maturação dos reflexos da criança.

Os alimentos devem ser oferecidos separadamente, para que a criança aprenda a identificar as suas cores e sabores. Colocar as porções de cada alimento no prato, sem misturá-las.

PASSO 7 - Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

As crianças devem acostumar-se a comer frutas, verduras e legumes desde cedo, pois esses alimentos são importantes fontes de vitaminas, cálcio, ferro e fibras. Para temperar os alimentos, recomenda-se o uso de cebola, alho, óleo, pouco sal e ervas (salsinha, cebolinha, coentro).

PASSO 8 – Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

Açúcar, sal e frituras devem ser consumidos com moderação, pois o seu excesso pode trazer problemas de saúde no futuro. O açúcar somente deve ser usado na alimentação da criança após um ano de idade.

Esses alimentos não são bons para a nutrição da criança e competem com alimentos mais nutritivos. Deve-se evitar alimentos muito condimentados (pimenta, mostarda, “catchup”, temperos industrializados).

PASSO 9 - Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados.Para uma alimentação saudável, deve-se usar alimentos frescos, maduros e em bom estado de conservação.

Os alimentos oferecidos às crianças devem ser preparados pouco antes do consumo; nunca oferecer restos de uma refeição.

Para evitar a contaminação dos alimentos e a transmissão de doenças, a pessoa responsável pelo preparo das refeições deve lavar bem as mãos e os alimentos que serão consumidos, assim como os utensílios onde serão preparados e servidos.

Os alimentos devem ser guardados em local fresco e protegidos de insetos e outros animais. Restos de refeições que a criança recusou não devem ser oferecidos novamente.

PASSO 10 - Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.

As crianças doentes, em geral, têm menos apetite. Por isso, devem ser estimuladas a se alimentar, sem, no entanto, serem forçadas a comer.

Para garantir uma melhor nutrição e hidratação da criança doente, aconselha-se oferecer os alimentos de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite, e aumentar a oferta de líquidos.

Para a criança com pouco apetite, oferecer um volume menor de alimentos por refeição e aumentar a freqüência de oferta de refeições ao dia.

Para que a criança doente alimente-se melhor, é importante sentar-se ao lado dela na hora da refeição e ser mais flexível com horários e regras.

No período de convalescença, o apetite da criança encontra-se aumentado. Por isso, recomenda-se aumentar a oferta de alimentos nesse período, acrescentando pelo menos mais uma refeição nas 24 horas.

Enquanto a criança come com sua própria colher, a pessoa responsável pela sua alimentação deve ir oferecendo-lhe alimentos com o uso de outra.

1. Organize com antecedência o acompanhamento da gravidez
Um bom acompanhamento durante a gravidez é essencial para a saúde do seu bebê. Se você organizar o seu pré-natal terá meses para construir um bom relacionamento com a sua obstetra ou com o seu médico e preparar-se para o parto.

2. Alimente-se bem
É importante ter uma dieta equilibrada e saudável. Consulte a sua obstetra, nutricionista ou o seu médico, especialmente se não tiver vontade de comer certos tipos de alimento durante a gravidez.

3. Cuidado com a higiene da comida
É melhor evitar, durante a gravidez, certos alimentos que podem trazer risco à saúde do seu bebê.
Não coma, por exemplo:
• alguns tipos de queijo amanteigado
• carne mal passada ou crua
• saladas e vegetais não lavados
• carne de frango mal passada e ovos crus ou pouco cozidos
Solicite ao seu médico, nutricionista ou à sua obstetra mais informações sobre os alimentos que são seguros para consumo na gravidez.

4. Tome ácido fólico e coma peixe
O ácido fólico é essencial na gravidez para ajudar a prevenir a espinha bífida e outras más-formações nos bebês. Toda a mulher que planeja uma gravidez é aconselhada a ingerir um suplemento diário de 400 mcg de ácido fólico durante os três primeiros meses da gestação. O ácido fólico também pode ser encontrado em vegetais e em alguns cereais matinais.
Os peixes gordurosos (como arenque, cavala, salmão ou sardinha) fazem bem ao bebê em desenvolvimento, mas não é recomendável que se coma mais do que duas vezes por semana. No entanto, você pode comer outros tipos de peixe na quantidade que quiser. Se você não gosta de peixe, existem suplementos de óleo de peixe, mas confira se a marca é recomendada para mulheres grávidas.

5. Faça exercícios regularmente
O exercício pode fornecer a força que você precisará para carregar o peso que vai ganhar durante a gestação e para suportar o trabalho de parto. Também pode fazer com que seja mais fácil voltar à forma após o nascimento da criança. O exercício pode ainda fortalecer o seu ânimo e ajudar a evitar a depressão durante a gravidez. Tente exercícios leves como caminhar, nadar ou praticar yoga.

6. Comece a fazer exercícios pélvicos
É muito comum as mulheres que estão grávidas ou que já tiveram filhos sofrerem perda de urina quando espirram, riem ou fazem exercício. Você pode evitar que isso ocorra fazendo regularmente os exercícios para os músculos pélvicos, iniciando antes de engravidar ou durante a gravidez. Peça mais informações à sua obstetras ou ao seu médico.

7. Modere a ingestão de álcool
Como todo o álcool que você bebe chega rapidamente ao seu bebê através da corrente sanguínea, é aconselhável que você corte totalmente o consumo de álcool. Mas, se decidir beber, limite-se a uma ou duas doses, não mais do que uma ou duas vezes por semana. Uma dose de álcool equivale, aproximadamente, a:
• cerca de 200 ml ou meio copo de cerveja comum, cerveja leve ou cidra
• uma taça pequena de vinho
Mulheres que bebem bastante, (mais do que seis doses por dia) durante a gestação, correm mais risco de dar à luz um bebê com problemas que vão desde a dificuldade de aprendizagem, até defeitos congênitos mais sérios.

8. Reduza o consumo de cafeína
Café, chá e refrigerantes contêm cafeína: substância que pode afetar a absorção de ferro pelo corpo. Altos níveis de cafeína têm sido relacionados ao nascimento de bebês de baixo peso e à ocorrência de abortos espontâneos.. Entretanto é aconselhável que você corte com a cafeína. Tente o café e o chá descafeinados, sumos de frutas ou água mineral com gotas de lima ou de limão.

9. Pare de fumar
Mulheres fumantes correm mais risco de sofrer aborto, de ter um parto prematuro ou de dar à luz um bebê nado-morto. Também aumenta o índice de morte súbita do recém-nascido (mal do berço ou SMSI). É melhor parar de fumar antes mesmo de tentar engravidar, mas qualquer redução no número de cigarros diários já dará mais chances ao seu bebê.

10. Descanse um pouco
O cansaço que você sente no início e no final da gravidez é a maneira que o seu corpo tem de pedir para você ir mais devagar. Uma sesta no meio do dia faz bem à grávida e ao seu bebê. Se você não conseguir dormir, coloque os seus pés para cima e relaxe por 30 minutos ou mais.

Para se fazer uma boa armazenagem e conservação dos alimentos, devemos levar em consideração as necessidades de cada individuo que fazem parte de nosso meio familiar. Planejando um cardápio diário equilibrado com laticínios, cereais, leguminosas, verduras e legumes frescos e frutas, levando-se em conta a idade de cada membro da família e suas necessidades.

A maior parte dos alimentos de origem vegetal e animal se deterioram mais facilmente. Os alimentos, para serem conservados, devem impedir toda a alteração devida aos microorganismos. O seu desenvolvimento é possível somente em ambiente nutritivo, com taxa de umidade, oxigênio, temperatura e outras condições favoráveis, a cada espécie microbiana.

Uma boa conservação de alimentos, deve se levar em conta que os alimentos devem ser armazenados em lugares frescos, secos, escuro de preferência aonde não tenham contato com os raios solares. Deve haver um rodízio, onde o primeiro que entra é o primeiro que sai. Ficar atenta quando for comprar alimentos que são conservados em latas, para que não comprem latas amassadas com ferrugem. Latas estufadas é sinal de que existe vida microbiana naquele alimento. Alguns microorganismos gostam de se desenvolver em lugares quentes e escuros. Esses microorganismos é que causam os gases que estufam as latas. É muito importante também olhar a data de validade de todos os alimentos, para que assim se tenha uma armazenagem segura.

Os meios mais comuns de conservação de alimentos são:

• Secagem: Todos os cereais e frutas. Alguns produtos submetidos à secagem conservam bastante intactos suas características físicas e nutritivas, e quando em contato com água, retornarão ao aspecto natural ou mudarão muito pouco.

• A vácuo: Carne, aves, verduras, legumes e frutas. Esse método é utilizado para a retirada de ar dentro da embalagem. Os alimentos podem ser armazenados da forma in natura, ou já prontos para consumo. Mantendo as características nutritivas e físicas intactas.


• Refrigeração: Carne, aves, verduras, legumes e frutas secas. Esse método pode ser utilizado por tempo limitado, onde não se evitam, porém se retardam as atividades microbianas e enzimáticas.

Período médio de armazenamento em dias a:
Alimento                   0ºC                    22ºC              38ºC   
Carne                        6 a 10              1                       <1
Peixe                         2 a 7                 1                      <1
Aves                           5 a 18              1                      <1
Frutas                        2 a 180            1 a 20             1 a 7
Verduras                   3 a 20               1 a 7               1 a 3
Sementes secas    1.000 ou mais 350 ou mais 100 ou mais

• Congelação: Carnes, aves, peixes, frutas, hortaliças. Todos os alimentos congelados devem ser embalados principalmente para evitar a desidratação, durante o congelamento por meio do ar ou outro sistema qualquer. Em caso contrário, poderá haver uma queimadura de congelamento que altera irreversivelmente a cor, textura, sabor e o valor nutritivo dos alimentos congelados. Ervilhas e feijões devem ser aquecidos em água quente ou vapor antes da congelação, porque possuem oxidase, que altera o sabor desses alimentos. Certas frutas como maçã e pêssego escurecem na presença de oxigênio, isso pode ser impedido pelo aquecimento, mas, nesse caso, perdemos as vantagens do sabor de fruta fresca.

Podemos perceber como é importante o modo como conservamos nossos alimentos, para que tenhamos uma alimentação segura e saudável. Esses mínimos cuidados, que às vezes passam despercebidos, podem fazer a diferença, devemos ter o máximo de cuidado com alimentos que compramos e até a hora de consumi-los.

                                                                                


É considerada como um alimento funcional, ou seja, que contém, além de seus nutrientes básicos (carboidratos, proteínas, gorduras e fibras), elementos que podem diminuir o risco de algumas doenças pois seu uso contínuo pode proporcionar aumento da defesa orgânica e redução do ritmo de envelhecimento celular.

Na composição da semente de linhaça estão presentes proteínas, fibras alimentares e ácidos graxos poliinsaturados (Ômega 3 e Ômega 6), que lhe conferem a propriedade de alimento funcional. A semente de linhaça é a mais rica fonte de Ômega 3 existente na natureza.

Os investigadores do INSTITUTO CIENTÍFICO PARA ESTADO DA LINHAÇA DO CANADÁ e dos Estados Unidos, têm enfocado sua atenção no rol desta semente na prevenção e cura de numerosas doenças degenerativas.

Segue algumas perguntas e respostas sobre o assunto:

O consumo da linhaça proporciona quais benefícios à saúde?
R: Para o desenvolvimento do sistema nervoso central, auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares, ajuda na redução de LDL-c (“colesterol ruim”), regulação intestinal, revitalização da pele, auxilia na coagulação sangüínea, diabetes e determinados tipos de câncer (por ex. câncer de mama), atuam ainda na redução de processos inflamatórios e doenças auto-imunes.

A semente de linhaça também é rica em ácidos fenólicos, que agem como antioxidantes, e ligninas, substâncias com estrutura química muito semelhante ao estrogênio, exercendo atividade semelhante à deste hormônio. Devido a tal característica, é muito utilizado para minimizar os sintomas da menopausa, período em que os níveis de estrogênios são naturalmente diminuídos.

Existe mais de um tipo de linhaça? Em caso positivo, quais?  Existe diferença entre elas em relação aos ganhos nutricionais ou algum outro aspecto?
R: Existem dois tipos de semente de linhaça: dourada e marrom. Não existem diferenças na composição dos dois tipos, já que as duas são compostas pelos mesmos nutrientes e mantém o mesmo potencial funcional. Porém, a marrom é cultivada em regiões de clima quente e úmido e a dourada é plantada em regiões frias.

A linhaça é indicada para ser usada em quais tipos de preparos?
R: A utilização da semente de linhaça pode ocorrer de diferentes formas. Pode ser utilizada no complemento de inúmeras preparações: pães, bolos, biscoitos, cereais, e até adicionadas a sucos, saladas, sobremesas, iogurtes, frutas, frutas amassadas, leite e sopas. A semente de linhaça é usada como matéria-prima para a produção de óleo e farelo, sendo rica em fibras, proteínas e gordura

Na hora da compra, como escolher o alimento?
R: Tanto a linhaça moída quanto a semente inteira tem os mesmos benefícios, porém a moída é mais fácil para ingerir. Todos os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, pois como a casca da semente é muito dura, sua digestão é comprometida podendo passar direto pelo trato gastrointestinal, reduzindo a absorção de seus nutrientes.

Qual a melhor forma de conservação? Prazo de validade?
R: A melhor forma de conservação depois de moída, a semente deve ser mantida sob refrigeração e longe da luz, para evitar a oxidação das gorduras. Ficar atento ao prazo de validade contido nos rótulos das embalagens.

Qual a quantidade correta a se consumir por dia?
R: Para o consumo, é indicada a mistura de até quatro colheres de sopa rasa de farinha de semente de linhaça por dia, em saladas, iogurtes, cereais, vitaminas, confecções de pães, bolos (pra dosagem especifica é melhor consultar uma nutricionista).

Porque a linhaça ajuda a emagrecer?
R: Ajuda no processo de emagrecimento por que proporciona saciedade por mais tempo, auxiliando no processo de eliminação das fezes. É um bom desintoxicante, como conseqüência deixa você mais leve e disposta e com a pele mais bonita. É importante salientar que a farinha de linhaça isoladamente não promoverá a redução do peso. Para que a farinha de linhaça promova a perda de peso, é importante associá-la à dieta hipocalórica (de baixa caloria), que deverá ser nutricionalmente balanceada. Nesse caso, é importante que a pessoa procure a orientação de um nutricionista, que é o profissional capacitado para estabelecer um plano alimentar saudável e que contribuirá para a redução do peso.

Quais as culturas (países e regiões) que mais utilizam a linhaça em seus preparos?
R: É de origem asiática, a semente de linhaça pertence à família das Lináceas e é obtida a partir do linho, uma das plantas mais antigas da história. Apesar do consumo da linhaça ser relativamente novo na atualidade, esta é uma das sementes oleaginosas mais tradicionais de todos os tempos. É cultivada na Babilônia, Mesopotâmia e Egito há aproximadamente 7.000 anos.

Todas as pessoas podem consumir linhaça ou existe alguma restrição?
R: Sim. Não há restrições.

Referências
CREDIDIO, Edson. Propriedades Nutricionais da Linhaça., Associação Brasileira de Alimentos Funcionais, 2005. (www.sbaf.org.br)

1) Faça pelo menos 3 refeições (café da manha, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições;

2) Inclua diariamente 6 porções do grupo de cereais (arroz, milho, trigo, pães e massas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca/macaxeira/aipim nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na forma mais natural.

3) Como diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como parte das refeições e 3porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.

4) Coma feijão com arroz todos os dias ou, pelo menos, 5 vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom pra saúde.

5) Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis.

6) Consuma, no máximo, 1 porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina. fique atento aos rótulos dos alimentos e escolha aqueles com menor quantidade de gordura trans.

7) Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação.

8) Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer, charque, salsicha, lingüiça, presunto, salgadinhos, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.

9) Beba pelo menos 2 litros (6 a 8 copos) de água por dia. de preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.

10) Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite bebidas alcoólicas e o fumo. Mantenha o peso dentro de limites saudáveis.

Um Guia para a Escolha dos Alimentos

Visando promover a saúde e os hábitos alimentares saudáveis, as principais orientações sobre alimentação foram reunidas em um guia alimentar. Adotou-se a forma gráfica da pirâmide para veiculação de informações contidas nesse guia, como o estabelecimento de níveis e porções.
A Pirâmide Alimentar é um guia que nos ajudam na escolha dos alimentos. Auxilia a planejar as refeições diárias de maneira adequada, balanceada e saudável.
A apresentação dos alimentos em grupos permite uma associação mais fácil dos alimentos por nomes populares e as respectivas porções em unidades ou medidas caseiras, ou seja, na forma como cada um de nós costuma comer o alimento considerando o nutriente-fonte principal (p. ex., uma fatia de mamão: grupo das frutas – fonte de vitaminas e minerais).

A Pirâmide é composta por 8 grupos:

• Grupo do Pão, Arroz, Batata e Tubérculos:
Esse grupo compõe a base da pirâmide, são os alimentos fonte de energia para nosso corpo, é esses alimentos que nos dão energia para, andar, correr, trabalhar, fazer nossas atividades diárias. Dê preferência aos alimentos integrais, pois são ricos em fibras, que ajudam a regular o funcionamento do intestino e dão sensação de saciedade.

• Grupo das Verduras e Legumes:
Esse grupo localiza-se na pirâmide, acima do grupo de cereais, é o grupo dos reguladores, que fornecem vitaminas, minerais e fibras. Colaboram na manutenção e no bom funcionamento do organismo, evitando e ajudando a combater doenças como gripes e resfriados.

• Grupo das Frutas:
Também fazem parte dos reguladores e são fonte de vitaminas, minerais e fibras. Colaboram na manutenção e no bom funcionamento do organismo, evitando e ajudando a combater doenças como gripes e resfriados. Dê preferência as frutas da época, pois além de mais baratas, são mais saborosas.


• Grupo das Leguminosas
Esse grupo situa-se na parte central da pirâmide, são conhecidos como alimentos construtores. São os alimentos compostos por proteínas de origem vegetal, contem fibras e ferros. São encontradas no feijão, ervilha, soja, lentilha.

• Grupo do Leite e Derivados:
Também situado na parte central da pirâmide, além de serem fontes de proteínas são fontes de cálcio e fósforo, minerais importantes para manter os ossos saudáveis.

• Grupo das Carnes, Frangos, Peixes e Ovos:
Encontrado na parte central da pirâmide, são alimentos construtores, fontes de proteínas de origem animal, sendo essenciais para o crescimento, formando o corpo, ossos, pele, dentes, unhas, cabelos, etc. Além disso, são fontes de ferro, importantes na prevenção da anemia.

• Grupo dos Óleos e Gorduras:
Este grupo encontra-se no topo da pirâmide alimentar, indicando que devem ser consumidos com moderação, pois o excesso pode trazer riscos para a saúde. Conhecido com alimentos energéticos extra. São responsáveis por dar sabor aos alimentos, mas, por serem altamente calóricos, em excesso podem causar a obesidade além de aumentar o colesterol ruim (LDL). São encontrados em óleos, sementes oleaginosas (amendoim, castanha, nozes, avelã), manteiga e margarina e derivados destes.

• Grupo dos Açúcares e Doces:
Também se encontra no topo da pirâmide alimentar, indicando que devem ser consumidos com moderação devido ao seu alto valor calórico e baixo valor nutricional, pois o excesso pode trazer riscos para a saúde. Conhecido com alimentos energéticos extra. São encontrados em alimentos como mel, doces, açúcares.

Além dos grupos é importante ressaltar:

Água
A água também faz parte de uma boa alimentação. Ela desempenha um papel essencial em quase todas as funções do corpo humano. É utilizada para digestão e absorção, para o transporte de nutrientes, ajuda a manter a temperatura do corpo estável. Tem ainda grande importância na prevenção da desidratação, como também para evitar a sobrecarga renal e a constipação intestinal.
Os adultos necessitam ingerir em média de 6 a 8 copos de água por dia, sendo esta quantidade ingerida nos intervalos das refeições, pois junto delas atrapalham o processo digestivo, o qual se torna mais lento.

Fibras
As fibras alimentares são substâncias presentes nas plantas, que não fornecem energia e resistem à digestão pelas enzimas do tubo digestivo. A maioria das fibras provém das frutas, vegetais, feijões, ervilhas e outras leguminosas, cereais, grãos e sementes.
Entre os principais efeitos das fibras na dieta estão: prevenção da prisão de ventre, sensação de saciedade, pelo atraso do esvaziamento gástrico, tornando mais lenta a digestão e absorção de nutrientes, aumento do bolo fecal, regularização do trânsito intestinal.
Ainda auxilia na redução dos níveis elevados de colesterol no sangue, diminui a probabilidade de doença cardiovascular, câncer de cólon, diabetes e outros distúrbios gastrointestinais e ajuda a controlar o peso.
Entretanto, quando em excesso, pode causar distensão abdominal e pode levar a deficiência de minerais. Alguns alimentos ricos em fibras, ainda podem causar flatulência. Por isso, há necessidade de uma dieta equilibrada, pois esta fornecerá a quantidade necessária de fibras, sem excesso.

Atividade Física
A prática regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações. Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o "colesterol bom"). Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas.

Frutas do Outono

A estação mudou, trazendo uma nova safra de alimentos. O outono é considerado a estação das frutas!


Todas as frutas são ricas em fibras e água, além de possuírem diferentes vitaminas e minerais. Para completar, a maioria apresenta pouquíssimas calorias.

Por isso, aproveite a abundância do outono para incluir ou aumentar a quantidade diária de frutas.

Ainda, lembre-se das vantagens de consumir os alimentos da estação:
Melhor qualidade
Maior sabor
Menor quantidade de agrotóxicos
Valores nutricionais potencializados
Preços mais baixos

Saiba quais são alguns dos alimentos da estação e os principais benefícios em usá-los:

Abacate – fruta altamente calórica, rica em gorduras monoinsaturadas, vitamina E e fibras. Ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório, o funcionamento intestinal e a pele. Além disso, evita a fadiga mental, fornece energia e aumenta a disposição.

Caqui – excelente fonte de vitamina E e C, fibras, betacaroteno (provitamina A) e licopeno , além disso possui cálcio e ferro. Tem ação antioxidante por combater os radicais livres (relacionados ao envelhecimento precoce das células) e atua na defesa do organismo. Também é essencial para a visão, unhas e cabelos, e auxilia no desenvolvimento ósseo.


Maçã - contém vitaminas B1, B2 e niacina e minerais como ferro e fósforo. É rica em pectina – fibra solúvel – ajudando a manter as taxas de colesterol em níveis aceitáveis no organismo e quercetina, um flavonoide com ação anti-inflamatória e antioxidante ajudando a diminuir o risco de problemas cardiovasculares e combatendo os radicais livres.

Tangerina - fonte fibras e de vitaminas A, B1 e C, e sais minerais como cálcio, potássio, sódio, fósforo e ferro. A vitamina C, junto com o cálcio e o fósforo, são essenciais para o desenvolvimento de dentes e ossos, e para a vitalidade dos vasos sanguíneos. A vitamina C também ajuda a combater infecções, a aumentar a resistência do organismo e a absorver o ferro presente em outros alimentos.

Coco - O valor nutritivo da fruta varia de acordo com seu estado de maturação (amadurecimento). De maneira geral, apresenta bom teor de sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cloro) e fibras, importantes para o estímulo da atividade intestinal.

Goiaba - rica em vitamina A, B1, C, cálcio, fósforo, ferro e fibras insolúveis. Não contém muito açúcar, gordura e calorias. Auxilia no combate a infecções e hemorragias; fortifica os ossos, os dentes e o músculo cardíaco; melhora a cicatrização e o aspecto da pele, retardando o envelhecimento; regula o aparelho digestivo e o sistema nervoso; e dá maior resistência física.

Laranja - rica em vitamina C, cálcio fósforo e ferro. Melhora a imunidade e apresenta vários antioxidantes, que ajudam a reduzir o colesterol, as inflamações e a bloquear as células cancerosas. Contém fibras, que auxiliam na diminuição dos problemas intestinais, além de dar energia.

Limão - rico em flavonóides cítricos, como a vitamina C, tem importante função antioxidante (combate os radicais livres, relacionados ao envelhecimento precoce, a alguns cânceres entre outras doenças). Apresenta alto teor de sais minerais. Fortalece a imunidade, ajuda na cicatrização de feridas e fortifica as paredes dos capilares sanguíneos. Por ser antisséptico, o limão é usado para tratar infecções respiratórias. A capacidade de extrair e dissolver ajuda no tratamento de furúnculos e abscessos. Estimula o fígado e pode ser usado como desintoxicante quando ingerido com água.

Maracujá -  fruta de alto valor nutritivo. Rica em vitamina C e vitaminas do complexo B (B2 e B5), contém também quantidades razoáveis de sais minerais como ferro, cálcio e fósforo. Funciona como um calmante suave. As suas sementes são poderosos vermífugos. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, age contra infecções e ajuda a cicatrizar os ferimentos. As vitaminas do complexo B têm como função evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso, além de serem essenciais ao crescimento e evitarem a queda dos cabelos. Cálcio e fósforo são os minerais que participam da formação de ossos e dentes, da constituição muscular e da transmissão normal dos impulsos nervosos. Já o ferro contribui para a boa formação do sangue.

Melancia -  contém alto teor de água, o que ajuda na hidratação. Apresenta vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. Tem propriedades diuréticas.

Pêra - rica em vitaminas vitamina A, B1, B2 e C, sódio, potássio, cálcio, fósforo, enxofre, magnésio, silício e ferro, niacina, sódio e fibras. Pode ser utilizada para prisão de ventre, inflamação intestinal e na bexiga, além de auxiliar o sistema nervoso e na formação dos ossos e dentes.

Pinha -  também conhecida como fruta-do-conde, é fonte de vitaminas C e do complexo B, importantes no metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras.

Mandioquinha – contém niacina, vitamina A e é também uma fonte importante de energia devido ao seu teor de carboidrato (quase 19 g em 100 g de mandioquinha cozida). Além disso, contém fósforo – importante para a manutenção do metabolismo ósseo – e manganês que, dentre várias funções, atua como antioxidante. Estudos apontam uma possível correlação entre baixo consumo de manganês e agravo de sintomas da TPM, como dor e mau humor.

Abobrinha – possui baixo valor calórico, é rica em betacaroteno, vitamina C e sais minerais cálcio, fósforo e ferro. Sua casca é rica em fibras e, por isso, não deve ser descascada para o consumo e nem cozida por mais de 10 minutos. Assegura ao intestino um bom funcionamento e a presença de betacaroteno oferece proteção antioxidante.

Berinjela contém antocianina, presente na casca da berinjela, atuando como antioxidante, associado à redução do LDL (colesterol “ruim”), prevenção de trombose, câncer e doenças crônicas não transmissíveis.

Portanto, aproveite as delícias do outono em saladas coloridas e em pratos quentinhos e leves como sopas, caldos e cremes, mantendo uma alimentação saudável independentemente da estação do ano!

 


Fonte: Ceagesp

Frutas pouco maduras são menos nutritivas?

Segundo especialista, diversos fatores influenciam nas concentrações de nutrientes presentes em um vegetal.

Na feira ou no supermercado, sempre que nos deparamos com uma fruta longe de estar madura fica sempre a dúvida: existe muita perda nutricional quando comemos uma fruta que ainda não está pronta?

Existe uma mudança significativa no valor nutricional à medida que uma fruta ou vegetal amadurece, mas isso pode não ser o principal fator da nutrição, afirma Jennifer Wilkins, da divisão de ciências nutricionais da Cornell University College of Human Ecology.

A mudança de valor varia com fatores como a variedade e o manuseio após a colheita, explica a especialista. Por exemplo, um estudo de 2004 com amoras, publicado no "The Journal of Agricultural Food Chemistry", descobriu que o nível de pigmentos antocianina, que podem ter benefícios antioxidantes, aumentou mais de quatro vezes quando amoras Marion passaram de pouco maduras a maduras demais (de 74,7mg a 317mg por 100g). Para outra variedade, a Evergreen, eles aumentaram pouco mais de duas vezes (de 69,9mg para 164mg).

Embora atividades antioxidantes também aumentem com o amadurecimento, elas não mostraram uma mudança significativa.
"Para muitas frutas e vegetais no supermercado, o amadurecimento não é um grande fator", diz Wilkins.

Muito embora um tomate possa ser colhido antes do auge de amadurecimento e transportado antes que a vitamina C tenha a chance de se desenvolver integralmente, outros fatores mais importantes podem influenciar nos teores de nutrientes: se ele foi resfriado o suficiente após a colheita; a que umidade e temperatura ele foi exposto no transporte; e o tempo que levou até chegar ao mercado.


Fonte: The New York Times