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 Suco Detox e Vitamina Pré Treino

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FAQ - PERGUNTAS FREQUENTES.

 

SUCO DETOX

 

R: O suco detox é uma bebida que apresenta componentes que favorecem a limpeza hepática, potencializando a eliminação de toxinas que sobrecarregam o nosso organismo.

Ele recebe este nome, pois o fígado é o órgão mais importante no processo de DESTOXIFICAÇÃO, conhecido também por DETOX. Ele transforma as toxinas que captamos do meio ambiente (ar poluído, alimentos contaminados com agrotóxicos e com aditivos alimentares, medicamentos, entre outros) em substancias que são eliminadas pela urina, fezes e bile. Promovendo esta limpeza do fígado, ou seja, promovendo a DETOX, facilitamos o processo de emagrecimento e de diurese, além da melhora de outros sintomas citados abaixo.

 

Suco detox é igual ao chamado “suco verde”?

R: Sim, pois o pigmento que mais facilita esta “limpeza” é a clorofila, presente em alimentos verdes escuros, como couve, salsinha, hortelã, salsão, por exemplo. No entanto, o suco detox também pode ser feito com outras opções que também limpam o fígado como chá de dente de leão, chá verde ou grãos germinados, por exemplo.

 

Quais os benefícios do suco detox para saúde?

R: O reflexo da ingestão frequente do suco detox é a melhora nos seguintes sintomas: enxaqueca, concentração, cansaço, sono, humor, digestão, funcionamento intestinal, TPM, peso e medidas corporais.

 

Qual é a recomendação de uso do suco detox? Podemos beber diariamente?

R: Sim. O indicado é tomarmos frequentemente, se possível diariamente. O melhor horário é em jejum, pois o estômago está vazio, facilitando a absorção e utilização dos seus nutrientes. No entanto, vale ressaltar que ele precisa ser associado a uma alimentação balanceada para que seja verificado o seu efeito no organismo.

 

 

VITAMINA PRÉ TREINO

Benefícios da vitamina de batata doce

Batata doce, banana e aveia dão uma turbinada de carboidratos nessa receita. E isso é bem legal. Quem faz exercícios e quer manter sua saúde, precisa de carboidratos. Isso é ciência. Se o seu objetivo for ganhar massa muscular, você precisa de carboidratos. Se quer emagrecer sem flacidez, precisa de carboidratos. Se quer enrijecer seus músculos, precisa de carboidratos. Dietas que eliminam esse nutriente são prejudiciais à saúde e além de tudo, a chance de se recuperar o peso perdido após um curto período é grande. Fibra, potássio e vitamina C estão presentes em boas quantidades, deixando a receita mais nutritiva.

 

 

O Tal Passar Vontade, é um dos maiores medos das pessoas quando falamos sobre Dieta, afinal, uma alimentação baseada em “coisas gostosas”, parece mesmo passar bem longe de qualquer tipo de dieta.

A Verdade é que Regime não é sinônimo de falta de gosto nos alimentos. Se usarmos algumas dicas inteligentes de trocas alimentares, podemos ir á pizzaria ou mesmo a lanchonete sem culpa.

Nos dias de hoje, emagrecer se torna cada vez mais difícil quando a oferta de alimentos de rua são os mais calóricos possíveis, agora, já para um cardápio saudável o ideal é aprender á fazer escolhas melhores, como por exemplo:

Trocas Inteligentes – Fast-Food no final de Semana!

Em vez de 1 fatia de pizza de 4 queijos (432 calorias)
Troque por 1 fatia de pizza marguerita (230,4 calorias)
Economizando 201,6 calorias
Em vez de Misto quente (313 calorias)
Troque por 1 pão com mortadela (190 calorias)
Economizando 122,2 calorias
Em vez de 1 sundae de chocolate (349,4 calorias)
Troque por 1 frozen iogurte de chocolate (183,6 calorias)
Economizando 165,6 calorias

Trocas Inteligentes nas Bebidas!

Em vez de 1 copo(200 ml) de refrigerante (84 calorias)
Troque por 1 copo de (200 ml) de refrigerante diet (0 calorias)
Economizando 84 calorias
Em vez de 1 xícara (chá) de café com leite integral (64 calorias)
Troque por 1 xícara (50 ml) de café com açúcar (33 calorias)
Economizando 31 calorias
Em vez de 1 copo (240 ml) de suco de laranja com açúcar (180 calorias)
Troque por 1 copo (240 ml) de suco de laranja sem açúcar (81 calorias)
Economize 99 calorias

Durante as Refeições também tem Trocas Inteligentes!

Em vez de 1 prato de macarrão alho e óleo (266,4 calorias)
Troque por 1 prato de macarrão ao sugo (237,6 calorias)
Economizando assim 28,8 calorias
Em vez de 1 pedaço de lasanha aos 4 queijos com 190 gr (239 calorias)
Troque por 1 pedaço de lasanha de berinjela com 190 gr (72 calorias)
Economizando 167 calorias
Em vez de prato (raso) de arroz com bife á parmegiana com 150 gr (971,2 calorias)
Troque por um prato (raso) de arroz com um bife de contra filé (298 calorias)
Economizando 673,2 calorias

Trocas inteligentes nas Sobremesas

Em vez de 1 brigadeiro (40 calorias)
Troque por 1 beijinho (24 calorias)
Economizando 16 calorias
Em vez de um tablete pequeno (30 gr) de chocolate ao leite (162 calorias)
Troque por 1 chocolate batom (90 calorias)
Economizando 72 calorias
Vale lembrar que só trocas alimentares não obtêm a real perda de peso!

Emagrecer é um processo que demanda orientação nutricional e dieta especifica, por isso, consulte um nutricionista e mantenha sua saúde sempre em dia!

 

Fonte:https://www.facebook.com/pages/Nutricionista-Dr%C2%AA-Deborah-Santos/428134433948929

Alimentar-se bem durante a gravidez muitas vezes parece uma tarefa complicada, especialmente porque há informações tão contraditórias a respeito do que faz ou não bem para você e seu bebê em desenvolvimento.

Quem já não ouviu falar, por exemplo, que ovos são ótimos ou péssimos? Como não ficar confusa quando alguns especialistas condenam bife de fígado , enquanto outros dizem ser um excelente alimento para grávidas?

Você não tem que gostar de todos ou comê-los a toda hora, mas procure escolher alguns dos seus favoritos para dar aquele empurrãozinho nutricional na sua gravidez.


Ovos

Além de poucas calorias, os ovos contêm mais de 12 vitaminas e minerais e ainda uma quantidade nada desprezível de proteínas, substância essencial para a intensa produção de células que acontece no corpo do bebê.

São também ricos em colina, um nutriente que promove o crescimento do bebê e sua saúde cerebral, ao mesmo tempo que ajuda a prevenir defeitos do tubo neural. Você pode procurar ainda marcas de ovos enriquecidos com ômega-3, um tipo de gordura que promove o desenvolvimento do cérebro e da visão.

E como fica toda aquela polêmica de que os ovos fariam mal por causa do colesterol alto?
Gorduras saturadas presentes em frituras e certos alimentos congelados como pizzas e hambúrgueres fazem mais mal para o seu colesterol do que o colesterol naturalmente encontrado nos ovos.

A especialista defende que mulheres saudáveis, com níveis normais de colesterol no sangue, adotem ovos na sua alimentação sem medo.

Aqui vão mais alguns argumentos para convencê-la: ovos são baratos, fáceis e rápidos de fazer e altamente versáteis.

Se você estiver cansada demais para preparar uma refeição completa, pode preparar uma omelete caprichada com outros ingredientes de sua preferência ou até acrescentar um ovo cozido em sua salada.

Lembre-se somente de cozinhar os ovos bem para evitar o risco de transmissão de salmonela, uma bactéria que provoca infecções alimentares graves e pode levar até a partos prematuros e abortos espontâneos.


Sardinhas

Peixe abundante e de baixo custo nas feiras e mercados de todo o país, a sardinha conta com proteínas completas e de alto valor biológico, ferro, fósforo, magnésio, vitaminas A, B, D, E e K.

Apresenta ainda uma elevada quantidade de ácidos graxos essenciais do tipo ômega-3, cujo efeito é proteger o corpo contra doenças cardiovasculares. O famoso ômega-3 -- uma gordura poli-insaturada -- diminui os triglicérides e o colesterol total do sangue, baixando como consequência o colesterol ruim (LDL) e aumentando o bom (HDL).

Para aproveitar ao máximo todos os benefícios da sardinha, a forma de preparo é fundamental, já que se ela for frita ou colocada em microondas acaba perdendo suas propriedades. O ideal é preparar sardinhas assadas ou cozidas.

Outra coisa a ser evitada é comprar sardinhas enlatadas, em conserva tanto em óleo como em tomate, porque, nesse formato, possuem alto índice de sódio e podem elevar sua pressão arterial.

Para não enjoar de só comer sardinha, você pode alternar com outros peixes nutricionalmente tão ricos como salmão, cavala ou arenque.


Feijão

O feijão é um alimento muito rico nutricionalmente, sendo fonte de proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras. Além disso, possui substâncias antioxidantes vinculadas a um menor risco no desenvolvimento de alguns tipos de câncer e a uma menor incidência de doenças degenerativas.

Contém ainda fibras solúveis que, depois de ingeridas, transformam-se em gel, permanecendo mais tempo no estômago e acarretando em uma maior sensação de saciedade. Esse "gel" que mata a fome serve também para atrair as moléculas de gordura e de açúcar, as quais são posteriormente eliminadas pelas fezes, ajudando a reduzir os níveis de colesterol e glicemia do sangue.

As proteínas do feijão têm valor nutricional pouco inferior às apresentadas pelas carnes, com uma vantagem: quando combinadas ao arroz, formam uma mistura de proteínas mais nutritiva.

Para facilitar o preparo do feijão, procure deixá-lo de molho, de preferência em água quente, cerca de 20 minutos antes do cozimento. Se tiver panela de pressão para cozinhar, melhor, porque ela acelera o processo e há menos perdas nutricionais no cozimento.

É no grão que está localizada a fibra, por isso faça uma forcinha para consumi-lo também, caso você seja do time que só gosta do caldo.

Como para algumas pessoas o feijão causa gases (que já são mais frequentes de qualquer forma durante a gravidez), diminua a frequência do consumo se não estiver fazendo bem para você. Aí você pode experimentar com outras leguminosas também bem nutritivas, como soja, grão-de-bico ou lentilha.


Pão integral

O pão integral apresenta as mesmas propriedades de vitaminas, magnésio, cálcio, potássio, fósforo e ferro do que o pão branco, com a vantagem de os benefícios serem em quantidades mais significativas.

Possui ainda fibras que auxiliam no bom funcionamento do intestino (boa notícia para qualquer grávida que sofre de prisão de ventre), controle do colesterol e maior sensação de saciedade -- só não vale abusar dos recheios gordurosos e calóricos demais. Utilize pouca manteiga e dê um gostinho diferente, de vez em quando, com geleia.

Você pode também fazer uma gostosa pasta de ricota batida no liquidificar com ervas (manjericão, orégano e alecrim), uma pitada de sal e um fio de azeite. Passe essa espécie de patê no pão e coma com alface, tomate e cenoura ralada.

Mesmo sendo um ótimo alimento, não exagere no consumo de pão integral (não ultrapasse quatro fatias), pois, além de aumentar o total de calorias, substâncias chamadas de fitatos presentes em sua composição podem impedir a absorção de alguns minerais como o cálcio e o zinco.


Aveia

A aveia auxilia o sistema imunológico a se manter ativo, algo importantíssimo durante a gestação, quando há uma baixa natural da imunidade da mulher e, portanto, uma maior suscetibilidade a doenças e infecções.

Assim como o feijão, a aveia é também rica em fibras solúveis, do tipo que "limpam" as artérias do corpo e ajudam a reduzir taxas do colesterol ruim (LDL). Pode ser classificada como um verdadeiro coquetel mineral por conter cálcio, ferro, potássio, sódio, fósforo, selênio e zinco.

A recomendação de consumo é de 20 a 30 gramas ao dia, sendo que uma colher de sopa tem em média 20 gramas. O farelo de aveia é a forma mais nutritiva de ingerir o alimento, que pode ser adicionado a frutas, iogurtes e vitaminas, além de preparações salgadas, como sopas e saladas (em algumas regiões do país já existe à venda granola salgada justamente para essa finalidade).


Castanhas do pará

Você não é lá muito fã de peixe ou de ovos, mas, ainda assim, quer incluir o tão falado ômega-3 na sua alimentação porque ele é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê?

Então experimente incluir um lanchinho com três ou quatro castanhas do pará sempre que possível no seu dia. Outro jeito gostoso é acrescentá-las picadas na salada ou no sorvete para um crocante a mais.

Nessa mesma categoria, das oleaginosas, estão também as nozes, amêndoas e castanhas de caju, torradas ou cruas. Procure comprar qualquer uma delas sem adição de sal, para não correr o risco de sua pressão arterial subir.

"Cuidado também para não exagerar na quantidade, já que, como o próprio nome diz, oleaginosas possuem grande quantidade de gordura e isso pode gerar ganho de peso indesejado".


Iogurte

A maioria dos iogurtes é extremamente saudável e nutritiva, mas os melhores são os que contêm pouca ou nenhuma quantidade de açúcar e os desnatados. É bom lembrar também que iogurte e sobremesa láctea (normalmente de chocolate!) são produtos diferentes.

Cuidado com as versões light e diet dos iogurtes, já que, para manter o paladar adocicado, elas recebem adoçantes, cujo consumo na gravidez ainda gera discussões, dependendo de sua composição.

Os dois principais nutrientes do iogurte são a proteína, fundamental para a construção das células do corpo do bebê, e o cálcio, vital para a formação dos ossos e dentes. Iogurtes do tipo "grego" são ainda mais recomendados porque costumam ter o dobro de proteína que os iogurtes comuns.

Além disso, as bactérias naturalmente presentes no iogurte são excelentes para equilibrar a flora intestinal e também evitam o crescimento de micro-organismos indesejáveis que causam doenças.

Se você não gosta do gosto do iogurte natural, experimente misturar a ele um pouquinho de mel e frutas frescas picadas, ou então preparar uma bebida bem nutritiva com iogurte batido no liquidificador, frutas, mel e umas colheradas de aveia.


Couve manteiga

Quem diria que uma verdura das mais despretensiosas pudesse ser tamanha fonte de nutrição? A couve contém mais ferro e cálcio que quase qualquer outra verdura, e seu alto teor de vitamina C aumenta a capacidade de absorção desses minerais pelo organismo.

É ainda excelente fonte de betacaroteno e vitamina E, de ácido fólico, ferro e potássio.

Servir couve com molho de limão ou com outras frutas cítricas na mesma refeição acelera a absorção de ferro e cálcio (se preferir, pode tomar uma limonada ou um suco de laranja). Para preservar as vitaminas A e C, é bom cozinhá-la rapidamente com pouca água. Outra forma de cozimento é só no vapor ou ainda em caldo para uma deliciosa sopa.
Comer couve crua, como salada, também é uma ótima opção.


Patinho (carne bovina magra)

Por conter grande quantidade de ferro, o patinho é um tipo de carne bastante indicado às mulheres grávidas na prevenção da anemia, uma doença nada incomum na gestação e que pode provocar cansaço e mal-estar.

O patinho é uma carne que tem proteínas de alto valor biológico para o crescimento saudável de músculos, órgãos e todos os tecidos em formação do bebê. Conta ainda com significativa concentração de vitaminas do complexo B, em especial a B12, essencial no desenvolvimento do sistema nervoso.

Prefira as preparações cozidas e assadas. Cortado em fatias, o patinho transforma-se em um dos melhores bifes que se pode conseguir a partir de carne bovina. É também uma excelente opção para fazer carne moída, almôndegas, bolo de carne e hambúrguer caseiro.


Laranja

Possui grande quantidade de vitamina C , a qual, associada a algum alimento que seja fonte de ferro, auxilia na absorção desse mineral tão fundamental para qualquer gestante.

Além de vitamina C, a laranja é também fonte de minerais como cálcio, ferro, fósforo, vitamina A e potássio, auxiliando assim na defesa do organismo contra infecções. Por ser rica em fibras, funciona como um regulador intestinal natural (coma com bagaço e tudo, incluindo a parte branca).

Como a vitamina C se oxida rapidamente, é preciso que você consuma laranjas imediatamente após descascar. No caso do suco, ele pode ser ingerido até duas horas depois do preparo para manter suas propriedades.

Fonte:http://brasil.babycenter.com/a5800049/conhe%C3%A7a-10-alimentos-superpoderosos-para-a-gravidez

Nem sempre esse alimento deteve o título de mocinho. “A gema carrega colesterol e, por isso, o ovo passou muitos anos sendo acusado de elevar os níveis de gordura no sangue”, lembra Lia Buschinelli, nutricionista e coordenadora do serviço de nutrição do Instituto Paulista de Cancerologia, em São Paulo. Mas, graças aos estudos científicos realizados nas últimas décadas, esse mal-entendido foi esclarecido e o ovo absolvido.

Sabe-se, hoje, que a quantidade de colesterol consumida na alimentação influencia muito pouco as taxas dessa gordura no sangue. O mesmo não se pode dizer das gorduras saturadas. Encontradas nas carnes, no leite e derivados integrais, elas são as verdadeiras inimigas da saúde do coração. “A concentração de gorduras totais no ovo é cerca de 5 gramas, sendo apenas 1,5 grama do tipo saturada”, afirma a nutricionista Aritiane Ricardo Silva, do Instituto de Prevenção Personalizada, em São Paulo. Ou seja, é um alimento que pode (e merece) ser consumido com frequência.

Quantas unidades podem entrar no cardápio? Segundo uma pesquisa realizada na Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, o consumo de até sete ovos por semana altera muito pouco as taxas de colesterol. Para chegar a esse número, os autores avaliaram 120 mil homens e mulheres saudáveis no período de dez anos. Por medida de prevenção, no entanto, os especialistas ainda recomendam moderação para quem tem colesterol alto. “Para essas pessoas, o consumo máximo deve ser de três ovos por semana”, orienta Aritiane.


Aliado da dieta
Outro ponto positivo que veio à tona recentemente: esse alimento ajuda na perda de peso, de acordo com uma pesquisa do Departamento de Obesidade do Centro de Pesquisa Biomédico da Universidade Pennington, em Louisiana, nos Estados Unidos. Mérito da proteína de boa qualidade. “Formada por aminoácidos essenciais (aqueles que não são produzidos pelo organismo), a proteína do ovo sacia com mais facilidade”, explica Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo. Ela ainda torna a digestão mais lenta, atrasando a sensação de fome. Experimente incluir o ovo no café da manhã. Há provas de que, consumido nesse horário, ele deixa você menos voraz ao longo do dia, contribuindo para reduzir o total diário de calorias. Mas não vale ovo frito. Deve ser mexido, pochê ou cozido (nesse formato, ele pode até ser levado para o trabalho ou faculdade num potinho, dentro da bolsa, como opção de lanche). “Comer um ovo no final da tarde ajuda a driblar a vontade de doce, comum nesse horário”, afirma Lucia Endriukaite, nutricionista e consultora do Instituto Ovos Brasil. É uma troca vantajosa para quem quer emagrecer, já que a unidade (clara e gema) é magrinha: tem 70 calorias, em média. E você chega no jantar menos faminta.

Bom para os músculos
O ovo também é excelente para manter o corpo firme. Ele ajuda tanto no crescimento quanto na manutenção dos músculos. Benefícios promovidos especialmente pela ação da leucina – aminoácido que compõe a proteína da clara. Esse ingrediente, aliás, é bastante usado nos suplementos nutricionais para o ganho de músculos. Por isso a clara é a queridinha de atletas e praticantes de musculação. Para emagrecer sem ficar flácida, você também pode adotá-la com mais frequência que a gema. Mesmo porque a clara tem apenas 15 calorias e não carrega gordura nem colesterol. Mas não descarte totalmente a gema: é ela que concentra a maior parte das vitaminas e dos minerais. Ou seja, é a união das duas partes (clara e gema) que faz do ovo um alimento tão especial. É claro que, sozinho, ele não faz milagre. Para obter todos os benefícios que ele proporciona, você deve combinar o consumo à prática de atividade física e a uma dieta saudável, de preferência que inclua outras fontes de proteína magra (peixe, frango e carne sem gordura). Mais bons motivos para você virar fã do ovo: é barato e versátil – rende muitas receitas diferentes e gostosas.

Alimento para o cérebro
O ovo não é rico apenas em proteína. A gema concentra uma boa dose de colina, integrante do complexo B que, por contribuir para a formação de novos neurônios, é considerado valioso para a saúde do cérebro. “Estudos relacionam o consumo adequado de colina (126 miligramas por dia, quantidade encontrada em uma gema) a um menor risco de doenças degenerativas como Parkinson e Alzheimer”, comenta a nutricionista Lia Buschinelli. Jás as substâncias antioxidantes, como as vitaminas A, D, E e K, selênio, magnésio, zinco, ferro, cálcio e manganês dão ao ovo o poder de combater o envelhecimento precoce das células, afastando o aparecimento de rugas, além de reduzir o risco de doenças crônicas como hipertensão.

Casca protegida
Na hora da compra, é importante verificar a data de validade e o selo oficial de inspeção estampados na embalagens. Fique de olho também no aspecto da casca e adote cuidados no armazenamento e preparo

•  A casca deve estar limpa e sem trincas ou rachaduras.
•  Em casa, guarde os ovos na geladeira, mas evite a porta. Apesar de muita gente guardá-los nessa parte, não é o lugar mais indicado. Os movimentos de abre e fecha da porta podem quebrá-los. Coloque-os mais no fundo da geladeira e dentro de um recipiente que impeça o contato com os demais alimentos.
•  Não lave antes de levá-los à geladeira. A umidade na casca pode favorecer a entrada de microrganismos. Lave e seque-os com papel toalha na hora de usar.
•  Para evitar que a casca quebre no cozimento, ponha uma colher de sopa de vinagre na água. Se você gosta do ovo molinho, deixe-o na água fervente por cinco minutos. Ou nove minutos se quiser ele durinho.

Fonte: Boa forma

O maracujá é uma fruta advinda de climas tropicais, tendo o Brasil como o seu maior produtor mundial, que é repleta de propriedades que podem apresentar inúmeros benefícios para nossa saúde. Sua polpa, às vezes doce e às vezes azeda, dependendo da espécie do maracujá, é fornecedora de um incrível suco calmante e relaxante, enquanto com sua casca é possível fazer uma farinha quase milagrosa.

Esta fruta amarela também é muito rica em vitaminas A, C e todo o complexo B, além de apresentar em sua composição alguns sais minerais como ferro, fósforo, cálcio e sódio. E o mais interessante são as propriedades emagrecedoras do maracujá. Cada 100 gramas apresenta apenas 70 calorias.

Alguns benefícios do maracujá.

As sementes do maracujá apresentam-se ótimas no combate aos vermes. E quando se faz o suco da fruta, as propriedades da semente são transferidas para a bebida.
Tem ação antioxidante e combate o envelhecimento precoce dos nossos órgãos.
Ajuda a melhorar nitidamente o funcionamento do organismo.
Muito indicado para diabéticos, pois suas propriedades ajudam a manter baixo o nível de glicose no sangue.
Sua casca apresenta fortes benefícios para quem deseja emagrecer.
É um ótimo calmante, ajuda a aliviar o estresse e beneficia os nervos.
Ajuda na produção de hormônios, e por isso é indispensável na dieta das crianças e adolescentes, pois ajuda no crescimento dos mesmos.
O maracujá também pode ajudar a melhorar bastante a memória.

Saiba mais sobre as propriedades da casca desta fruta saborosa.

A parte branca da casca do maracujá é muito rica em pectina. Quando esta substância chega ao estômago, ela se transforma em um gel não digerível, fazendo com que tenhamos durante o dia inteiro a sensação de estarmos saciados. Com isso, você passará a sentir menos fome e poderá comer porções menores em suas refeições. Logo, o emagrecimento é fácil e garantido.

A farinha feita com a casca do maracujá apresenta em sua constituição 20% de pectina. Também possui muitas fibras que ajudam a fazer uma “faxina” no organismo, eliminando toxinas que ficam acumuladas no corpo e prejudicam alguns órgãos, além de atrapalhar o metabolismo, que consequentemente, atrapalham a digestão e nos deixam mais “inchadas”.

Mas para que esse efeito faxina funcione, é necessário beber mais de 2 litros de água por dia. O que vem a calhar, pois é uma desculpa para manter seu corpo sempre hidratado, e isso ajuda na estética também, deixando a pele mais macia e gostosa.


Aprenda a fazer a farinha da casca do maracujá.

1.Escolha maracujás de casca lisa (sem nenhuma ruga) na quantidade que você desejar;
2.Parta a fruta ao meio e retire toda a polpa;
3.Parta as bandas da casca em pedaços menores;
4.Coloque as cascas em uma assadeira e leve ao forno médio por trinta minutinhos;
5.Mexa de vez em quando;
6.Retirar as cascas do forno quando estiverem torradas;
7.Colocar as cascas no liquidificador e bater por alguns minutos;
8.Peneirar o pó resultante do liquidificador;
9.Guarde a farinha em um pote de vidro, bem fechado e à temperatura ambiente.
OBS: Essa receita rende pouco, por isso é bom fazer com uma grande quantidade de cascas se desejar utilizar a farinha diariamente.

Fonte: http://academiacorpus.com.br/site/beneficios-do-maracuja-emagrecem-e-aliviam-o-estresse/

Um estudo americano sugere que as pessoas tendem a optar por refeições menos calóricas quando frequentam restaurantes que trazem em seus cardápios a quantidade de exercício necessário para queimar as calorias dos alimentos.
Segundo os cientistas responsáveis pela pesquisa, para estimular pessoas a controlarem melhor seu peso, seria mais eficiente informar a elas como podem queimar as calorias de um cheeseburguer, por exemplo, do que simplesmente informá-las quantas calorias o sanduíche contém.
A pesquisa, conduzida por uma equipe da Universidade Cristã do Texas, dividiu 300 voluntários com idade entre 18 e 30 anos em três grupos aleatórios.
Um recebeu um menu sem as informações calóricas; o segundo recebeu cardápios que continham o número de calorias de cada alimento, e o terceiro foi informado tanto sobre as calorias do alimento quanto sobre a quantidade de exercício necessário (em tempo de caminhada rápida) para queimar suas calorias.
No final, as pessoas do grupo que recebeu os menus com as informações sobre exercícios físicos pediram refeições menores e comeram menos, consumindo em média cem calorias a menos do que as outras.


Benefícios
As pesquisadoras Meena Shah e Ashlei James explicam que todos os menus continham a mesma seleção de alimentos e bebidas, que incluía hambúrgueres, sanduíches, salada, batata frita, refrigerantes e água. Nenhum dos voluntários estava ciente dos objetivos da pesquisa.
"Este é o primeiro estudo que reflete sobre os efeitos de mostrar quantos minutos de caminhada rápida são necessários para queimar as calorias contidas nos alimentos consumidos. A pesquisa sugere que há benefícios", diz Meena Shah.
Os cientistas destacam o fato de que a caminhada rápida é um tipo de exercício que tem um grande apelo, já que é de fácil execução.
Shah, porém, ressalta que não é possível extrapolar as conclusões para a população com mais de 30 anos. Por isso, mais pesquisas, envolvendo pessoas mais velhas, ainda são necessárias.
Contagem de calorias
Victoria Taylor, nutricionista da Fundação Britânica do Coração, uma organização não-governamental que realiza campanhas de conscientização sobre os males cardíacos, diz que é muito claro que a inclusão das informações sobre opções mais saudáveis e conteúdo nutricional ajuda as pessoas a tomarem melhores decisões ao pedirem refeições em um restaurante.
Mas a especialista diz que as medidas são insuficientes.
"Enquanto mostrar a quantidade de exercício necessária para queimar calorias é uma ideia interessante, uma dieta saudável para o coração inclui mais do que apenas contar as calorias", diz Taylor.
Ela acrescenta que os "restaurantes também podem implementar outras medidas para tornar as refeições mais saudáveis ao servirem tamanhos de porções mais apropriados e reduzirem a quantia de sal, gordura saturada e açúcar em seus pratos".
"Tanto ao comer fora quanto em casa, uma dieta balanceada com muitas frutas e vegetais é a melhor maneira de proteger seu coração".

Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/estudo-sugere-informar-exercicios-e-nao-calorias-para-estimular-dieta-1.html

Beber uma ou mais latas de refrigerantes por dia aumenta o risco de diabetes na vida adulta, de acordo com um estudo europeu publicado na revista britânica Diabetologia. A pesquisa parece confirmar estudos americanos sobre o mesmo tema.
De acordo com seus coordenadores, do Imperial College London, quem bebe uma lata por dia de refrigerante sem ser diet tem um risco de desenvolver diabetes 20% maior do que quem consome uma lata ou menos por mês. "E para cada lata de refrigerante que um indivíduo bebe por dia, o risco de diabetes aumenta mais", disse à BBC a pesquisadora Dora Romaguera, do Imperial College London.
A pesquisa foi realizada a partir de dados coletados no Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Itália, Espanha, Suécia, França e Holanda. Nela, cerca de 350.000 pessoas foram questionadas sobre sua dieta.
"Dado o aumento do consumo dessas bebidas na Europa, concluímos que é preciso dar à população informações claras sobre os seus efeitos sobre a saúde", conclui a pesquisa, que indica que o consumo de suco de frutas não tem o mesmo efeito o de refrigerante com açúcar.

Calorias
Matthew Hobbs, diretor de pesquisas da organização Diabetes UK, ressalta que a ligação entre refrigerantes e diabetes tipo 2 é observada mesmo quando o índice de massa corporal é levado em conta. Ou seja, o risco de desenvolver diabetes é maior mesmo em pessoas magras que consomem uma lata diária de refrigerante.
Segundo Hobbs, isso sugere que esse risco não estaria ligado ao fato de que quem consome a bebida estar ingerindo muitas calorias, embora mais estudos sejam necessários para comprovar isso.
"De qualquer forma, recomendamos um limite no consumo de alimentos e bebidas açucarados porque, por serem ricos em calorias, eles podem levar a um ganho de peso. E sabemos que a manutenção de um peso saudável é muito importante para se evitar a diabetes tipo 2", diz Hobbs.
Patrick Wolfe, da University College London, enfatiza que os refrigerantes açucarados são apenas um entre muitos outros fatores de risco para a diabetes tipo 2. "Mas já que esse é um risco que podemos facilmente eliminar - trocando os refrigerantes com açúcar por refrigerantes diet ou, melhor ainda, cortando os refrigerantes de nossa dieta, faz sentido fazer isso", opina.


Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/04/pesquisa-diz-que-um-refrigerante-por-dia-aumenta-risco-de-diabetes.html

Feito com 250 mil pessoas, estudo apontou risco um terço maior da doença entre pessoas que consumiam quatro latas ou copos de líquidos dietéticos por dia.

O estudo realizado com 250 mil pessoas verificou que as que consumiam quatro latas ou copos de refrigerantes ou sucos dietéticos por dia aumentavam o risco de depressão em até um terço. A pesquisa, apresentada na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, não indicou a causa dessa ligação.

O estudo também analisou o efeito do consumo diário de café e verificou que os consumidores contumazes da bebida tendem a sofrer menos de depressão. Segundo os pesquisadores, as pessoas que bebiam quatro copos de café por dia tiveram 10% menos chance de serem diagnosticados com depressão ao longo dos dez anos do estudo do que aqueles que não bebiam café.

"Nossa pesquisa sugere que cortar ou reduzir o consumo de bebidas com adoçante ou trocá-las por café não adoçado pode reduzir naturalmente seu risco à depressão", afirma o coordenador do estudo, Honglei Chen, do Instituto Nacional de Saúde da Carolina do Norte. Ele disse, porém, que mais estudos são necessários para explorar as causas dessa relação.

Os pesquisadores advertem ainda que os resultados se aplicam aos objetos do estudo – pessoas acima de 50 anos vivendo nos Estados Unidos –, mas podem não ser repetidos em outras amostras.

Críticas

Os resultados da pesquisa americana são contestados pela Associação Dietética Britânica. Para a nutricionista Gaynor Russell, porta-voz da organização, o estudo não significa necessariamente que adoçantes provocam depressão.

"Para começar, as pessoas que sofrem de depressão podem se ligar mais à ideia de que suas bebidas adoçadas provocam o problema e então adicionar uma inclinação em seus relatos de consumo passado, especialmente porque os refrigerantes nos Estados Unidos são muito demonizados. Além disso, pode ser que o consumo de bebidas dietéticas esteja ligado à obesidade e ao diabetes, o que podem ser em si mesmos causas para a depressão", afirma.

Segundo a nutricionista, "os adoçantes não caloríficos têm um papel importante em dietas para as pessoas que tentam perder peso ou que têm diabetes , e certamente não é recomendável que elas substituam suas bebidas dietéticas por mais café".

Russell afirma que a segurança dos adoçantes, como o aspartame, já foi extensivamente estudada por pesquisadores e é certificada por agências reguladoras.

 

Fonte:BBC - http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/2013-01-09/pesquisa-liga-bebidas-diet-a-maior-risco-de-depressao.html

 

Artigo este que apresenta 2 propostas: A primeira é informar ao público e interessados o que realmente é um serviço de personal diet e seus benefícios. A segunda é tornar mais conhecido esse serviço nutricional, atualizando os demais nutricionistas sobre essa forma de trabalho que vem crescendo e agradando cada vez mais os pacientes, não só, pelo projeto de mudança qualitativa da dieta familiar, assim como pela facilidade e praticidade do programa e sua aplicação, principalmente para a dona de casa atual.

Personal diet tem como significado Assistência Nutricional Global Personalizada, sendo um programa completo de serviços nutricionais que envolve: atendimento clínico, programas de emagrecimento, ganho de massa corporal, projeto de qualidade de vida, planejamento de refeições práticas, cardápios mensais, técnicas dietéticas e de segurança, higiene alimentar, receitas saudáveis, aula de gastronomia, treinamento de cozinheiras, arrumação da cozinha e geladeira, incluindo lista de compras e acompanhamento ao supermercado. Ou seja, é um serviço nutricional completo e totalmente personalizado.

O profissional  deste ramo tem como objetivo atender as necessidades exclusivas de seus pacientes, que variam desde a reeducação alimentar particular ou familiar, dieta voltada para diversas patologias (hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes mellitus, câncer, obesidade, etc), manutenção do peso, variação ou adequação do plano alimentar, até a montagem de cardápios diário. É o  jeito de estarmos sempre presente na vida de nossos pacientes dando confiança e atenção.

Esse programa nutricional individualizado é oferecido por profissionais altamente capacitados e de amplo conhecimento em nutrição, gastronomia e administração. Nós, profissionais da área, orientamos os pacientes para que eles atinjam sues objetivos, adequem as mudanças de hábitos alimentares e percebam a satisfação de um novo estilo de vida, além do envolvimento familiar para que aprendam a respeitar as restrições dos outros. Também auxiliamos na inserção de novos alimentos e preparações, agregando novos conhecimentos para a cozinheira da casa. Atingindo tal resultado, temos como resultado final a melhora da qualidade de vida do paciente. Missão comprida!

O processo não diferencia-se muito de uma reeducação alimentar realizada em consultório. A não ser pela proximidade paciente-nutricionista, o cuidado especial e próximo, atendimento individualizado respeitando gostos e necessidades de cada membro da família, garantindo  toda a qualidade e honrando o título de Personal Diet. É ter a consciência de ter realizado um bom trabalho.

Para os contratantes as vantagens giram em torno do auxilio a dona de casa moderna, amenizar a correrria do dia a dia, melhorar a qualidade de vida, racionar o trabalho excessivo, produzir alimentos de alta qualidade, com variações gastronomicas sofisticadas, além de adicionar à dieta alimentos com efeito funcionais.

O foco deste trabalho é o estudo realizado pelas diferenças. É proporcionar à todos facilidades nas mudanças, apoio nas dificuldades e hamoniza entre o corpo e a mente. A expectativa de uma vida saudável resumi-se nesse projeto, que tem como fins a PROMOÇÃO da SAÚDE e a QUALIDADE DE VIDA.

Fonte:  ANutricionista.Com

Produtos light, diet e zero costumam causar confusão na hora da compra. E as opções aumentam a cada dia. Afinal, qual deles não contém açúcar, gordura e ajuda a emagrecer? O que é mais indicado para cada caso? Muitas pessoas não sabem, mas alguns alimentos light ou diet podem ser tão ou mais calóricos que os normais.

Light, <span style='background-color:#FFFF00;'>diet</span> e zero (Foto: Arte/G1)

Segundo Amanda, é fundamental prestar atenção nos rótulos e nas porções consumidas. E um mesmo produto pode ser light, diet e zero, já que uma categoria não exclui a outra. Por isso, deve-se verificar qual é o ingrediente que está tornando determinado alimento reduzido ou ausente de algo.

Os itens light apresentam uma diminuição de 25% em algum componente se comparado com o original. Podem ser calorias, açúcares, gorduras, sódio ou outros nutrientes. Na pipoca light, por exemplo, a diferença de calorias, gorduras e carboidratos é pequena. A margarina tem menos da metade das gorduras e calorias que a normal. Já o sorvete light é feito com menos carboidratos e quase metade das calorias, porém concentra mais que o dobro de sódio.

Alimentos zero são os que contêm uma quantidade não significativa de algum item em relação ao tradicional. O refrigerante light ou zero tem zero caloria, mas a quantidade de sódio é maior.

O diet, por sua vez, é recomendado para dietas especiais, como a de pacientes diabéticos. Costuma ter menos carboidrato, açúcar, gordura ou sódio. Entre o chocolate light e diet, por exemplo, a diferença é pequena: o diet contém mais gordura e carboidrato que o normal, e pode ser mais calórico. Já o zero não tem açúcar nem lactose, além de menos calorias e carboidratos.

Segundo Halpern, 1 grama de gordura concentra 9 calorias, contra 4 calorias em 1 grama de carboidrato. O especialista também recomendou conferir sempre o valor energético dos produtos e não exagerar, pois aí os benefícios se perdem e pode haver o efeito contrário.

Fonte: G1.com.br

Composta prioritariamente por arroz e feijão, associados a alimentos calóricos e de baixo teor nutritivo, a dieta de 90% dos brasileiros está fora do padrão recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no que diz respeito ao consumo de frutas, verduras e legumes. É o que aponta o estudo Análise de Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, a OMS e o Guia Alimentar Brasileiro sugerem o consumo de 400 g de frutas, legumes e verduras por dia. Nem 10% da população ingere o indicado. As maiores médias de consumo diário per capita no país são de feijão (182,9 g/dia), arroz (160,3 g/dia), carne bovina (63,2 g/dia), sucos (145,0 g/dia), refrigerantes (94,7 g/dia) e café (215,1 g/dia).  (Siga a leitura da reportagem após o infográfico sobre o prato do brasileiro)

De acordo com o levantamento, os brasileiros, principalmente os adolescentes, consomem em grande quantidade alimentos como biscoitos, linguiça, salsicha, mortadela, sanduíches e salgados. Entre as bebidas, destaque para os refrigerantes e sucos com adição de açúcar. O consumo de biscoitos recheados foi quatro vezes maior entre os adolescentes (12,3 g/dia) do que entre adultos (3,2 g/dia) e foi mínimo entre os idosos (0,6 g/dia). Para sanduíches, os adolescentes e os adultos apresentaram médias de consumo duas vezes maiores do que os idosos.

Destacam-se nos domicílios rurais o consumo de arroz, feijão, peixes frescos e farinha de mandioca. Já na área urbana, segundo o IBGE, destaque para os refrigerantes, pão de sal, cerveja e sanduíches.

Quando considerada a alimentação de homens e mulheres, o estudo aponta que os homens têm menor consumo per capita de verduras, saladas, e grande parte das frutas e doces. Já o consumo per capita de cerveja e bebidas destiladas chega a ser cerca de cinco vezes maior entre os homens do que entre as mulheres - o consumo de cerveja é de 8,1 g/dia entre as mulheres, contra 55,7 g/dia entre os homens.

Impacto da renda na alimentação
O estudo do IBGE indica uma relação entre as condições de alimentação e a renda familiar per capita do brasileiro. De acordo com o levantamento, alimentos considerados saudáveis como o feijão, preparações à base de feijão, milho e preparações à base de milho são mais consumidos entre a população de menor renda. O mesmo acontece com o consumo médio de batata-doce, enquanto a batata frita, por exemplo, considerada altamente calórica, é mais consumida na classe de maior renda.

O consumo de doces, refrigerantes, pizzas e salgados fritos e assados, considerados prejudiciais à saúde, também é reduzido na menor categoria de renda do brasileiro. Por outro lado, o consumo de frutas e verduras aumenta conforme a renda, assim como o de leite desnatado e os derivados de leite, que têm custo mais elevado.

No caso do arroz, cuja ingestão diária chega a 168,1 g por pessoa nas famílias com renda per capita de até R$ 296, o índice cai para 129,7 g nas famílias com renda per capita acima de R$ 1.089. O mesmo ocorre com o feijão, com consumo diário de 195,5 g e 127,5 g, respectivamente.

 

Fonte: G1.com.br

Chocolate amargo, amendoim, azeite, vinho, abacate e alguns tipos de margarina podem, a princípio, parecer alimentos muito gordurosos, mas se consumidos com moderação são capazes de beneficiar o coração e até aumentar a longevidade.

Esses “cardioprotetores”, como são conhecidos, têm o poder de reduzir o mau colesterol (LDL), os triglicérides, a pressão arterial e o peso, além de evitar o endurecimento das artérias. Também contribuem para melhorar o colesterol bom (HDL) e controlar a circulação sanguínea, o que previne coágulos e derrames.

Para explicar o assunto, o cardiologista Roberto Kalil e a nutricionista Renata Alves, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.

Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia revelam que uma em cada cinco pessoas no mundo tem o colesterol alterado. A entidade recomenda que pacientes de risco tenham no máximo 100 miligramas de LDL por decilitro de sangue. Já o número desejável de HDL é de 40. O limite total para indivíduos em geral não deve passar de 200 mg/dl.

Uma pesquisa realizada pelo Dante Pazzanese com 50 pacientes em tratamento mostrou que a maioria até conhece alguns dos alimentos bons para o coração, mas não sabe qual a quantidade diária recomendada. Já os que receberam informações sobre os benefícios da inclusão desses itens na dieta melhoraram a qualidade de vida.

Todos afirmaram saber de pelo menos um alimento (de uma lista de 17) indicado para cuidar do coração, mas desconheciam os efeitos positivos da maioria.

Tipos de gorduras
As gorduras consideradas ruins, como as saturadas (encontradas principalmente em alimentos de origem animal, como carnes gordas, pele de aves, leite integral e derivados) e as trans (presentes em alguns alimentos industrializados, como sorvetes, margarinas, biscoitos e macarrão instantâneo), são as principais responsáveis pelo aumento do colesterol ruim, que leva as partículas de gordura até a parede dos vasos sanguíneos, onde se depositam e podem provocar um entupimento e um consequente infarto do miocárdio.

Mas existem também as gorduras benéficas, como as insaturadas, que se subdividem em monoinsaturadas e poli-insaturadas e, quando consumidas em quantidades adequadas, podem ajudar a reduzir o LDL.

Alguns exemplos desse tipo de gordura boa são os óleos vegetais (azeite, soja, canola, girassol ou milho), as oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, etc), as sementes oleaginosas (gergelim, linhaça, girassol, abóbora, etc), o abacate, a azeitona e peixes como salmão, atum, truta, anchova e sardinha.

Outros alimentos
Alho: Tem compostos sulfurados, nutrientes que reduzem a pressão arterial e impedem que o colesterol grude nas paredes das artérias.

Cebola: Diminui a formação de placas de gordura que causam a obstrução dos vasos sanguíneos.

Suco de uva integral e vinho tinto: Têm resveratrol, substância da casca da uva roxa que retarda o processo de envelhecimento de vários tecidos, como o cerebral, o muscular e o cardíaco, em especial. O resveratrol também aumenta o bom colesterol (HDL) e diminui o ruim (LDL), além de ser um potente vasodilatador, que, ao relaxar as artérias, melhora a circulação sanguínea.

Aveia: Em farelo, é a que tem maior teor de betaglucanas, componentes da fibra alimentar solúvel que auxiliam no controle do colesterol e da glicemia. O consumo regular também está relacionado à diminuição da formação das placas de gordura no sangue, que levam a doenças cardiovasculares como arteriosclerose, infarto e derrame.

Laranja, morango, kiwi e goiaba: Essas frutas têm um ingrediente essencial ao coração: vitamina C, poderoso antioxidante que reforça a parede das artérias, por combater a formação das placas de gordura.

Abacate: Rico em gordura monoinsaturada, ajuda a aumentar os níveis do colesterol bom e remover o ruim. Além disso, é rico em triptofano, aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor que promove sensação de bem-estar.

 

Fonte: G1.com.br

 

Alimentos funcionais servem para enriquecer a dieta com substâncias capazes de prevenir o envelhecimento precoce, ajudar no funcionamento do intestino e reduzir a absorção de gorduras pelo organismo.

Produtos como pães, iogurtes, aveia, margarinas, biscoitos e bebidas de soja são vendidos no mercado desde 1999 acrescidos de compostos como probióticos, prebióticos, fibras, fitoesteróis e antioxidantes.

Todos eles fazem bem à saúde, mas não devem substituir o consumo diário de alimentos frescos e naturais, como frutas, legumes e verduras. De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, o ser humano já consome opções funcionais há milhares de anos, incluindo na dieta bactérias boas presentes em queijos, massas, iogurtes e outras bebidas fermentadas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) verifica se esses alimentos atendem aos requisitos necessários e permite que as embalagens contenham uma frase para destacar os benefícios do conteúdo.

Porém, muitas marcas não trazem essa informação claramente ou vendem tão bem que nem divulgam que o alimento é funcional. Há, ainda, as que divulgam que o produto tem essa característica, embora não seja cientificamente comprovado.

 Segundo Atui e o engenheiro de alimentos Guilherme Rodrigues, no caso dos fitoesteróis, é recomendado consumir no máximo 3 gramas por dia – acima disso, não há efeito. E esses produtos não são adequados para crianças abaixo de 5 anos, gestantes e mulheres que amamentam.

Já as fibras aumentam o bolo fecal e facilitam o trânsito intestinal, mas devem ser aliadas a uma maior ingestão de água. Se você quiser introduzir algum desses produtos na sua alimentação, pergunte a um médico ou nutricionista.

Além disso, o telefone de atendimento do fabricante pode informá-lo sobre a linha de alimentos funcionais disponível em supermercados e lojas.

Para quem faz uso de medicamento contra o colesterol, lembre-se: alimentos funcionais não são remédio. Portanto, continue tomando o que o médico lhe prescreveu contra esse ou outros problemas.

 

Fonte: G1.com.br

Um simples copo de leite ou um pedaço de queijo pode fazer mal para quem tem intolerância à lactose. A pessoa sente náusea, gases, inchaço, diarreia e assadura na região anal.

Segundo dados brasileiros, 70% dos adultos têm algum desses sintomas após consumir leite de vaca ou derivados. Em países como Japão e alguns do continente africano, praticamente todos os habitantes com mais de 80 anos têm algum grau de intolerância.

A doença ocorre porque o indivíduo nasce sem uma enzima que quebra a lactose, o açúcar do leite, ou porque deixa de produzi-la ao longo da vida, seja pelo envelhecimento ou por lesões no intestino.

A gravidade dos sinais, que podem aparecer logo após a ingestão de leite ou depois de horas, depende da quantidade de alimento e de quanta lactose cada pessoa é capaz de suportar.

Segundo o gastroenterologista Flavio Steinwurz e a nutricionista Camila Diniz, qualquer alimento que contém lactose pode fazer mal, como leite de vaca ou cabra, queijo branco, manteiga, margarina, requeijão, iogurte, pudim, bolo, creme de leite, leite condensado, biscoito ao leite, pão de leite, pizza de muçarela e a maioria dos adoçantes em pó.

Em geral, iogurtes podem ser mais bem tolerados que o leite, porque parte do açúcar é fermentada. Porém, a maioria dos iogurtes, especialmente os de consistência firme ou cremosa, contêm leite em pó e/ou soro de leite, para melhorar a textura. Além disso, alguns iogurtes apresentam o mesmo percentual de lactose que o leite de vaca: cerca de 5%.

Leite nas refeições pode prejudicar a absorção de ferro, diz nutricionista De acordo com o Conselho Nacional de Laticínios dos EUA (NDC, na sigla em inglês), as muçarelas de búfala e cabra contêm 2% de lactose, menos da metade do teor de um copo de leite ou iogurte. Dependo do grau de intolerância do paciente, esses queijos podem ser substitutos na dieta.

Para não ficar em dúvida, leia sempre o rótulo e verifique se o produto inclui lactose na formulação. Remédios também podem incluir lactose – por isso, veja a bula.

Diagnóstico
É feito por dois testes. No primeiro, que é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, são colhidas amostras de sangue que indicam os níveis de glicose. Se não houver alteração, a pessoa é intolerante à lactose.

Há também um exame respiratório que custa cerca de R$ 120 e monitora a quantidade de hidrogênio nos gases exalados após a ingestão da lactose.

É importante não confundir a intolerância à lactose com outras doenças ou disfunções que podem causar quadro similar.

São elas:
- Alergia à proteína do leite (caseína)
- Síndrome do intestino irritável
- Doença celíaca
- Doença de Crohn
- Colite ulcerativa
- Alergias alimentares
- Endometriose

Para quem estiver com suspeita de intolerância à lactose e quiser fazer um teste em casa, basta retirar da alimentação os leites e derivados durante uma semana. Se o desconforto sumir, pode estar aí o motivo.

Tratamento
Não há tratamento para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas os sintomas podem ser controlados por meio de dieta e medicamentos.

O que evitar
- Leite de vaca
- Leite de cabra
- Queijo fresco
- Manteiga
- Requeijão
- Creme de leite
- Iogurtes (costumam ser mais bem tolerados que o leite)
- Bolachas, bolos e pudins
- Adoçantes em pó

Opções de leite e derivados para intolerantes
- Leite com baixa lactose
- Leite de soja
- Leite de arroz
- Queijos brie, camembert, roquefort, cheddar, parmesão, prato e emmental (são mais gordurosos e calóricos que os brancos)

Outros alimentos sem lactose
- Pão francês
- Presunto
- Geleia
- Adoçante em gotas
- Café
- Maionese
- Azeite
- Salada de frutas


O leite e seus derivados são ricos em proteínas, vitaminas e a principal fonte de cálcio da alimentação, nutriente fundamental – junto com a vitamina D – para a formação e a manutenção da massa óssea.


Tomar de dois a três copos de leite por dia contribui para um adulto atingir suas recomendações de cálcio. O iogurte também pode ser uma opção para garantir esse fornecimento. Crianças, adolescentes, grávidas e idosos devem consumir mais leite e derivados que as demais pessoas.

É recomendável, porém, que o leite não seja ingerido durante as refeições principais (almoço e jantar), pois o cálcio pode atrapalhar a absorção do ferro de origem vegetal, e vice-versa. Uma xícara de espinafre fornece aproximadamente 25% das necessidades diárias.

O gergelim é outra fonte de cálcio, tanto o torrado quanto o branco, apesar de este ser digerido com mais facilidade. Duas colheres de sopa por dia correspondem a um copo de leite.

Recomendação diária de cálcio
Crianças (0-8 anos): 200 a 800 mg
Crianças/adolescentes (9-18 anos): 1.300 mg
Adultos (19-50 anos): 1.000 mg
Adultos (mais de 50 anos): 1.200 mg
Gestantes e lactantes: 1.000 a 1.300 mg

Alimentos ricos em cálcio
- Feijão
- Ovos
- Couve, brócolis, espinafre e verduras escuras em geral
- Repolho, nabo, figo, uva passa, cenoura e laranja
- Amêndoas e nozes
- Gergelim
- Queijo de soja (tofu)
- Sardinha, marisco e algas

Alimentos que interferem na absorção de cálcio
- Produtos com excesso de sódio, como os industrializados, embutidos e enlatados
- Itens ricos em fitatos: farelo de trigo e alguns cereais
- Alimentos ricos em xantinas: café, chá preto e chá mate

 

 

Fonte: G1.com.br

 

Levar marmita para comer no trabalho é muitas vezes mais saudável, prático, seguro e barato do que ir a um restaurante. Segundo o mais recente Índice de Preços ao Consumidor (IPC), fazer refeições fora de casa ficou 10% mais caro no último ano.

Mas é preciso tomar alguns cuidados, principalmente com o transporte e a conservação dos alimentos, para evitar problemas como intoxicação. Não exagerar nas porções, enchendo o recipiente até a borda, e colocar a comida na embalagem certa também é importante.

Segundo a nutricionista Rosana Raele e o endocrinologista Alfredo Halpern, há tipos de marmita para quem quer emagrecer, para os que desejam manter uma dieta saudável e, ainda, para aqueles que gastam muita energia e precisam repor as calorias.

O tamanho ideal de um bife, como o programa já mencionou várias vezes, é o da palma da sua mão.

Além disso, congelar o alimento ajuda a inativar as bactérias, explicaram os especialistas. Entre 10° C e 60° C, é uma zona de perigo para a proliferação de micro-organismos. Por isso, é importante deixar a marmita sempre na geladeira, abaixo dos 10° C. E, pouco antes de comer, aqueça o prato a pelo menos 70° C. Observe se a comida está quente no meio, para não haver riscos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orienta que alimentos cozidos não fiquem expostos à temperatura ambiente por mais de 2 horas.

Se você usar o forno micro-ondas, evite aquecer sua refeição em um recipiente plástico. Isso porque o produto contém substâncias tóxicas, como o bisfenol A (dioxina), liberado quando submetido a altas temperaturas.

O bisfenol é um “disruptor endócrino”, ou seja, rompe o equilíbrio e altera a função de hormônios e glândulas. Está associado a diversas doenças, como diabetes e câncer de mama e próstata.

Dicas para uma marmita saudável
- Escolha bem os alimentos
- Dispense as frituras e prefira carnes grelhadas, assadas ou cozidas
- Evite cremes à base de leite, pois estragam facilmente
- Monte a marmita em dois recipientes: um para as saladas cruas e outro com os alimentos cozidos ou refogados
- Não encha demais a vasilha, para não criar o hábito de consumir mais que o necessário
- Monte a marmita de acordo com a quantidade de um prato. A salada deve ocupar metade do total
- Não exagere num único grupo de alimentos. Por exemplo, se levar batata, não precisa acrescentar arroz nem macarrão
- Use uma bolsa térmica para transportar a comida. Assim que chegar ao trabalho, guarde-a na geladeira e aqueça-a antes da refeição
- Tempere a salada na hora, para não murchar. Para isso, leve o tempero à parte
- Esquente a comida em um prato ou algum recipiente de vidro temperado que suporte a temperatura do micro-ondas
- Lave sempre sua marmita após o uso para não ficar com cheiro ou restos capazes de causar intoxicação alimentar
- Associe seu almoço a uma dieta saudável durante todo o dia

Marmita para perder peso
- Folhas com tempero (limão, azeite, vinagre ou pouco sal)
- 3 colheres (sopa) de espinafre refogado e 2 colheres de abobrinha e cenoura refogadas
- 2 colheres (de servir) de arroz branco ou integral
- 1 filé de frango grelhado pequeno ou médio, com tomate (120 g) picadinho por cima
- Uma fruta da época como sobremesa (pera, maçã, banana ou caqui)

Valor calórico: 510 kcal

Marmita para manter uma dieta equilibrada
- Folhas com tempero (limão, azeite, vinagre ou pouco sal)
- 4 colheres (sopa) de espinafre refogado e 3 colheres de abobrinha e cenoura refogadas
- 2 colheres (de servir) de arroz branco ou integral
- 1 concha média de feijão
- 1 filé de frango grelhado médio, com tomate (150 g) picadinho por cima
- Uma fruta da época como sobremesa (pera, maçã, banana ou caqui)

Valor calórico: 640 kcal

Marmita para quem gasta muita energia
- Folhas com tempero (limão, azeite, vinagre ou pouco sal)
- 4 colheres (sopa) de espinafre refogado e 4 colheres (sopa) de abobrinha refogada com cenoura
- 4 colheres (de servir) de arroz branco ou integral
- 1 concha grande de feijão
- 1 filé de frango grelhado grande, com tomate (180 a 200 g) picadinho por cima
- Uma fruta da época como sobremesa (pera, maçã, banana ou caqui)

Valor calórico: 750 kcal

 

 

Fonte: G1.com.br

Quando você pensa em comida típica brasileira, lembra logo de quê? Provavelmente, do tradicional feijão com arroz. Só no ano passado, a população do país consumiu 3,5 milhões de toneladas de feijão e 8,7 milhões de toneladas de arroz.

A receita remonta ao tempo dos índios, depois dos escravos e permanece em alta até hoje. Do ponto de vista nutricional, a combinação é completa e traz mais benefícios à saúde junta do que separada. Isso porque, quando a pessoa consome uma leguminosa como o feijão com um cereal, no caso o arroz, o organismo consegue fazer a digestão de todas as vitaminas e proteínas vegetais.

O arroz é rico em uma proteína chamada lisina, enquanto o feijão contém muita metionina. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), um prato de arroz com feijão garante a absorção de mais de 80% dessas proteínas. Além disso, o arroz oferece carboidratos, vitaminas e minerais, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Sônia Tucunduva.

 Ministério da Saúde sugere o seguinte consumo: uma parte de feijão para duas de arroz. Já a feijoada, com a inclusão de embutidos como linguiça, joelho e outras partes do porco, torna o prato pouco saudável.

Benefícios do arroz
- É rico em vitaminas do complexo B
- Reduz o colesterol ruim
- Tem menos de 1% de gordura
- Faz bem ao coração e a outros músculos
- Melhora a pele, o sistema nervoso e o aparelho digestivo
- Contribui para o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas
- É bom para os olhos


Benefícios do feijão
- É fonte de vitaminas B1, B2, B3 e B9
- É rico em proteínas e minerais (potássio, ferro, fósforo, cálcio, cobre, zinco e magnésio)
- Faz bem para o intestino
- Melhora o sistema nervoso
- Ajuda a crescer

Tipos de arroz
A dupla preferida dos brasileiros no dia a dia é o arroz polido, popularmente conhecido como branco, e o feijão carioca, com tom marrom claro e grãos menores.

O arroz branco perde vitaminas e minerais depois de descascado. Já o parboilizado, quando ainda está na casca, passa por um processo, sem agentes químicos, em que é imerso em água aquecida sob pressão e exposto ao vapor e à secagem. Desse procedimento, resulta um grão com mais nutrientes em relação ao arroz polido.

O arroz integral, por sua vez, não passa pela etapa de polimento, apenas a casca é retirada. Daí vem sua coloração mais escura, o gosto mais acentuado e a textura mais dura após o cozimento. O arroz integral é mais nutritivo que o tradicional, porque retém grande parte dos nutrientes que são eliminados no processo de polimento.

O arroz preto, cultivado na China há mais de 4 mil anos, é o mais rico em compostos benéficos à saúde, pois tem poder antioxidante, que previne o envelhecimento precoce. Contém 20% mais proteína e 30% mais fibra em relação ao arroz integral. Também tem menos gorduras e calorias.

Tipos de feijão
O feijão comum fornece, em cada 100 g, cerca de 350 calorias e até 24 gramas de proteínas. Diversas formas são cultivadas no mundo, mas poucos povos souberam tirar tanto proveito desse alimento como o brasileiro. A iguaria está presente na culinária de todos os estados, principalmente com o arroz, mas também com carnes, na forma de feijoada, sopas, caldos, baião de dois, acarajé, feijão tropeiro, dobradinha, salada, guisado, ensopado e tutu à mineira.

Feijão é o nome genérico para um grande grupo de plantas da família das leguminosas (Fabaceae), que tem como característica marcante a ocorrência do fruto do tipo legume, também conhecido como vagem. Nenhum feijão é melhor que outro e todos contêm ferro em proporções muito parecidas.

O feijão carioca é rico em proteína, zinco, ferro e cálcio, entre outros minerais. Tem esse nome porque suas listras lembram o calçadão de Copacabana, no Rio de Janeiro.

O feijão branco tem grãos grandes e, em sua composição, apresenta amido resistente, ideal para queimar gorduras. Já o preto ajuda a controlar o colesterol e a hipertensão arterial. É bastante consumido na Região Sul, no Espírito Santo e no Rio.

O feijão de corda, também conhecido como feijão-caupi ou fradinho, é fonte de proteína e energia, razão pela qual faz parte da dieta alimentar da população de muitos países subdesenvolvidos. O Brasil está entre os maiores produtores e consumidores mundiais.

Dicas

1 - Coma arroz e feijão diariamente: Não há problema em consumi-lo no almoço e no jantar, mas preste atenção ao tamanho da porção. A fibra do arroz e a do feijão reduzem o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e obesidade, além de contribuir para um melhor funcionamento do intestino.

2 - Não precisa lavar o arroz antes do cozimento: Esse trabalho é dispensável, já que o alimento será cozido. Também é importante lembrar que o arroz não é um prato principal, mas um complemento.

3 - Deixe o feijão de molho: Antes de prepará-lo, deixe-o de molho para reduzir o tempo de cozimento e os compostos (taninos, fitatos e oligossacarídeos) que diminuem a capacidade de digestão de certos alimentos e causam gases intestinais. Jogue a água do feijão fora e lave-o novamente.

4 - Para os fãs de feijoada, substitua a carne de porco pela carne seca magra: Dessa forma, você vai evitar o excesso de gordura do alimento, sem perder o sabor.

 

Fonte: G1.com.br

Comer pão é um hábito diário para a maioria dos brasileiros, principalmente no café da manhã, nos lanches e à noite, por quem prefere substituir o jantar por uma refeição mais leve e rápida.

O pão é uma fonte de carboidrato, responsável por fornecer energia ao corpo. No Brasil, 56% das vendas da indústria são do produto feito de farinha branca ou refinada. Em seguida, vêm os tipos para lanche (como bisnaguinha e pão de hambúrguer ou cachorro-quente), com grãos, light e acrescidos de outros ingredientes, como cenoura e iogurte.

Na padaria e no supermercado, as opções são muitas – e aumentam a cada dia. Para não ficar em dúvida na hora da escolha, a nutricionista Vanderli Marchiori e o endocrinologista Alfredo Halpern explicaram as diferenças entre os principais pães e destacaram os benefícios dos integrais, que contêm fibras, dão mais saciedade e ajudam no funcionamento intestinal.

Quem faz dieta não precisa cortar o pão, mas comê-lo com moderação. O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, recomenda seis porções diárias de alimentos ricos em carboidratos complexos, como pães, massas, cereais, raízes e tubérculos.

Uma dica para quem não consegue trocar o pão branco pelo integral é consumi-lo junto com verduras e proteínas – estas ajudam a quebrar o índice glicêmico, ou seja, diminuir a carga de açúcar no sangue causada pela ingestão do carboidrato. Algumas sugestões de proteína para incluir no lanche são: ovo mexido, presunto ou queijo branco. Alface, tomate e/ou rúcula também podem tornar a refeição ainda mais gostosa.

Grãos x fibras
Não é o volume de grãos que faz com que o pão traga mais benefícios, mas a quantidade de fibras. De acordo com os especialistas, o número de grãos não significa que haja mais fibras, pois as medidas variam entre as marcas e as linhas de uma mesma marca.

Um produto 7 grãos, por exemplo, pode levar uma colher de sopa de cada grão, enquanto o de 12 grãos pode conter apenas uma colher de chá de cada. Para não ficar na dúvida, leia sempre o rótulo.

Além disso, a maneira como a massa é preparada não interfere na quantidade de fibras, que vêm dos grãos não triturados e da farinha de trigo integral.

Para os fãs de pão preto, tipo alemão, vale saber que ele tem as mesmas propriedades de um integral e é mais escuro por causa do açúcar, que carameliza a massa.

Adição de nutrientes
Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em vigor desde 2002, determina que cada 100 g de farinha de trigo e farinha de milho forneçam no mínimo 4,2 mg de ferro e 150 mcg (microgramas) de ácido fólico.

A medida foi adotada após pesquisas científicas demonstrarem que quantidades inadequadas desses dois nutrientes podem levar a carências como anemia (no caso das duas substâncias) e defeitos congênitos no tubo neural (no caso do ácido fólico), o que ocorre quando um bebê em formação não completa o desenvolvimento da medula espinhal ou do cérebro.

Mulheres que querem engravidar ou descobrem que já estão esperando um filho devem consultar seu ginecologista para fazer os exames necessários e perguntar se precisam de suplementação de ácido fólico, o que pode ser recomendado nessa fase para evitar problemas com a criança.

Fonte: G1.com.br

Um estudo publicado esta semana mostrou que dietas com baixo teor de gordura podem causar riscos à saúde e não são tão produtivas na hora de perder peso como as dietas de baixo índice de açúcar, independentemente do número de calorias.

"Descobrimos o que vai contra o dogma nutricional dominante: todas as calorias não são iguais", afirma David Ludwig, um dos responsáveis do estudo realizado por pesquisadores de um hospital de Boston e publicado no Journal of American Medical Association.

A pesquisa revelou que as dietas que reduzem o açúcar no sangue, tanto dietas de baixo índice glicêmico como as com pouco carboidrato, são muito mais efetivas na hora de perder peso, por sua melhor resposta hormonal e metabólica.

Dieta: a mais eficaz é aquela que reduz açúcares, e não gorduras e carboidratos"Apesar de tradicionalmente a Associação do Coração do Governo americano recomendar dietas com baixo teor de gordura, estas reduzem a velocidade do metabolismo para queimar calorias, geram um padrão perigoso de lipídios e resistência à insulina", apontam as conclusões da pesquisa.

Por essas razões, argumentam os cientistas, as pessoas que perderam peso com dietas de baixo teor de gordura tendem a voltar a engordar mais rápido que as que seguiram dietas que reduzem o índice de açúcar e de carboidratos.

No entanto, as dietas de baixo índice glicêmico são as mais recomendáveis, normalmente vinculadas à alimentação mediterrânea (ricas em legumes, vegetais, cereais e gorduras saudáveis), já que são digeridos lentamente e ajudam a manter os níveis de açúcar e hormônios estáveis após a refeição.

No que se refere às dietas com pouco carboidrato, o estudo encontrou um aumento dos níveis de proteína c-reativa, que pode aumentar o risco de doenças coronárias. Além disso, as dietas de baixo índice de açúcar são mais fáceis de serem seguidas, pois não eliminam nenhuma categoria completa de alimentos.

O estudo foi realizado com 21 pacientes obesos, com idades entre 18 e 40 anos, que perderam até 15% de seu peso e foram submetidos aos três tipos diferentes de dieta com o mesmo número de calorias.

 

A palavra “vitamina” originou-se do termo vitae amine, criado por Casimir Funk, em 1911, estendendo-se até o ano de 1920, quando se encerrou o primeiro ciclo de investigações sobre as vitaminas.
As vitaminas são compostos orgânicos que ocorrem naturalmente em tecidos vegetais e animais em diferentes quantidades. São essenciais para a manutenção do metabolismo normal, desempenhando funções fisiológicas especificas.
As vitaminas existem naturalmente em nossos alimentos e são afetadas pela industrialização, armazenamento e preparação. As vitaminas são classificadas, de acordo com sua solubilidade na água ou na gordura. Atualmente, pelo menos 13 vitaminas são consideradas nutrientes essenciais. Elas são classificadas em 2 grupos, conforme suas características químicas: Lipossolúvel  e hidrossolúvel.

Vitaminas Lipossolúveis
Constituem o grupo de substancias orgânicas com estrutura variada, insolúveis em água, mas solúveis em lipídios e seus solventes orgânicos. Não tem valor energético. Faz parte deste grupo as vitaminas A, D, E, K.

Vitamina A
A vitamina A é necessária para o crescimento e manutenção do tecido epitelial, para o desenvolvimento dos ossos e para a manutenção da acuidade visual na obscuridade. Um precursor da vitamina A, o caroteno, é encontrado nos vegetais amarelos e verdes. O organismo tem a capacidade de converter o caroteno em vitamina A.
A deficiência de vitamina A causa à cegueira noturna, pele descamativa e áspera, ressecamento da membrana mucosas, dando em resultado a diminuição de resistência a infecções e desenvolvimento defeituoso de ossos e dentes, perda de apetite, diminuição do paladar e ulceração de córnea.
Toxidade: Secura de pele e mucosas, cabelos ásperos, unhas frágeis, fraqueza, anorexia, cefaleia, irritabilidade, dores ósseas e hidrocefaleia e vômitos (crianças e lactentes).
Fontes de vitamina A: Fígado, manteiga, creme de leite, leite integral, gema de ovo, vegetais verdes e amarelos, óleo de peixe, legumes e frutas amarelos e/ou verde-escuros.

Vitamina D
A vitamina D está relacionada com a absorção e utilização do cálcio no desenvolvimento dos ossos e dentes. Uma deficiência de vitamina D causa deformidades ósseas: raquitismo nas crianças e osteomalácia nos adultos diminui a absorção de cálcio intestinal, diminui cálcio e fósforo plasmáticos e aumenta fosfotase alcalina, fraqueza muscular.
Toxidade: anorexia, perda de peso, sonolência, cefaleia, vômitos, cálculos renais, tremores, hipertensão arterial sistêmica, diarreia, obstipação e arritmias cardíacas.
Fontes de vitamina D: Fígado, óleo de peixe, sardinha, atum, salmão, arenque, exposição ao sol (a vitamina D é sintetizada na pele), leite enriquecido com vitamina D, óleo de fígado de peixe, manteiga, gema de ovo.

Vitamina E
O papel especifico da vitamina E na nutrição humana é de antioxidante celular. A Vitamina E é encontrada em muitos alimentos de modo que em uma variada dieta ela não é deficiente. A deficiência de vitamina E causa dores musculares, esteatose, encefalopatia, depósitos de lipopigmentos, anemia hemolítica em prematuros e alterações no epitélio seminífero, alterando a espermatogênese.
Toxidade: Náuseas, cefaleia, fadiga, diminuição de fatores de coagulação, déficit na função circulatória, hipoglicemia.
Fontes de Vitamina E: Óleos vegetais, margarinas, manteiga  gema de ovo, nozes, amêndoas, avelã, vegetais de folhas verdes, carnes, leite e cereais.

Vitamina K
A vitamina K é essencial para a formação da protrombina (proteína do plasma envolvida na coagulação do sangue). É sintetizada pela Escherichia Coli no intestino grosso, também está largamente difundida nos alimentos. A deficiência da vitamina K, que ocorre somente nos recém - nascidos, resulta da esterilidade de seus intestinos ou de doenças nas quais a absorção da vitamina é comprometida, tendência ao aumento de hemorragias, hematúria, epistaxes, osteoporose por descarboxilação parcial ou total da osteocalcina (proteína da matriz óssea).
Toxidade: Anemia hemolítica e hiperbilirrubinemia.
Fontes de vitamina K: Fígado, gema de ovo, óleos vegetais (principalmente os de canola e soja), leite de vaca, vegetais folhosos verde-escuro, principalmente brócolis, couve-de-bruxelas, repolho, alface, salsa, espinafre e agrião.

Vitaminas Hidrossolúvel
As vitaminas hidrossolúveis não são armazenadas em quantidades significativas no organismo, o que leva á necessidade de suprimento diários dessas vitaminas, evitando consequências danosas da falta desses compostos no seu funcionamento normal. Pertencem a esse grupo as vitaminas do complexo B e vitamina C.

Vitamina B1 – Tiamina
Também conhecida como aneurina ou vitamina F. é necessária ao organismo como componente de enzimas; é importante na decomposição e na oxidação de hidratos de carbono. A deficiência de tiamina resulta em Beribéri – confusão mental, edema, paralisia periférica, taquicardia e cardiomegalia, rigidez, câimbras musculares, anorexia, oftalmoplegia, distúrbio neurológicos e cardiovasculares – Síndrome de Wernicke-Korsakoff, irritabilidade, depressão, obstipação intestinal, dispneia e palpitação.
Toxidade: Em megadoses terapêuticas: náuseas, hemorragia digestiva, colapso cardiovascular, edema pulmonar, pruridos, urticárias.
Fontes de Vitamina B1 – Tiamina: Carnes vermelhas, vísceras, legumes, levedo de cerveja, cereais integrais, leite de vaca, gema de ovo, peixe, carne de porco, galinha e leguminosas secas (feijões, lentilhas etc.).

Vitamina B2 – Riboflavina.
A vitamina B2 ou riboflavina é essencial para o metabolismo e necessária para o crescimento. As fontes de riboflavina tendem a baixar na dieta americana habitual. A deficiência de riboflavina causa arriboflavinose, neuropatia, queilose, glossite, estomatite angular, queimaduras no pés e  seborreia nasolabial, nariz e testa.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de Vitamina B2 – Riboflavina: Carnes vermelhas e brancas, vísceras, leite de vaca, queijos, ovos, vegetais de folhas verdes e grãos integrais.

Vitamina B3 – Niacina
Niacina ou ácido nicotínico é essencial para a utilização das proteínas. O organismo esta apto a sintetizar a niacina a partir de aminoácido essencial: triptofano. Uma deficiência de niacina resulta em pelagra-desordem mentais, dermatite eritematosa e diarreia: doença dos 3Ds; vaginite, fraqueza muscular, anorexia.
Toxidade: Arritmias, náuseas e vômitos, diarreia, úlcera péptica, e aumento da bilirrubina e transaminases.
Fontes de Vitamina B3 – Niacina: Carnes vermelhas e brancas, peixes (linguado e atum), fígado, ovos, gérmen de trigo, leite, manteiga de amendoim, ervilha e batata.

Vitamina B5 – Ácido Pantotênico.
O ácido pantotênico é assim chamado porque se encontra em todos os seres viventes. Atua no metabolismo dos nutrientes, na síntese do colesterol e nos hormônios esteroides, além de participar do funcionamento do córtex adrenal. Devido a sua larga distribuição nos alimentos, suas deficiências causa emagrecimento, crescimento lento, cefaléia, alterações nervosas, úlcera digestiva, insônia, náuseas e vômitos, dormência e formigamento (mãos e pés), constipação intestinal e fraquezas dos músculos extensores dos dedos.
Toxidade: Em megadoses: diarreia.
Fontes de vitamina B5 – Pantotênico: Carnes Vermelhas, miúdos (fígado, coração e rins), brócolis, couve-flor, batata, tomate, cogumelo, amendoim, gérmen de trigo, peixe (salmão).

Vitamina B6 – Piridoxina
A vitamina B6 é utilizada pelo organismo para metabolizar nutrientes, para sintetizar aminoácidos não essências, para converter triptofano em niacina e para assegurar o perfeito funcionamento das células sanguíneas e do sistema nervoso central. As deficiências da vitaminas B6 causa mudança de personalidade, irritabilidade, depressão, perda do senso de responsabilidade, hipertrofia da papilas gustativas, seborreia na região nasolabial, erupção cutânea acneiforme papular na face.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de Vitamina B6 – Piridoxina: Carnes vermelhas, fígado, peixe, ovos, leite de vaca, gérmen de trigo, legumes, batata, banana e aveia.

Vitamina B7 – Biotina
A biotina também ocorre em quase todos os seres vivos. É importante na síntese dos ácidos graxos, na utilização de glicose, no metabolismo proteico e o uso de vitamina B12 e ácido fólico pelo organismo. Uma substancia proteica existente na clara de ovo crua, avidina, se combina com a biotina e impede sua absorção. A deficiência de biotina tem sido produzida pela ingestão de grande quantidade de clara de ovo crua, perda parcial da memória, depressão, náuseas e vômitos, palidez, dermatite seca escamosa, anorexia, glossite, hipotonia e mialgia.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de vitamina B7- Biotina: Carnes vermelhas, fígado, gema, de ovo, levedo de cerveja, leite, cogumelo e amendoim.

Vitamina B9 – Ácido Fólico, Folato
O ácido fólico ou folacina é essencial para o metabolismo de certos aminoácidos e para a maturação dos glóbulos vermelhos do sangue. A deficiência  de ácido fólico causa anemia megaloblástica, dermatite, acne, eczema, anorexia, perda de peso, glossite, dor na língua, palpitação, problemas de memória, irritabilidade, cefaléia, diarreia, má absorção, dispneia, febre e modificação do caráter.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de Vitamina B9 – Ácido Fólico, Folato: Miúdos, vegetais folhosos, milho, amendoim, levedo de cerveja, nozes, amêndoa, castanha de caju, castanha do Pará, leguminosas e grãos em geral.

Vitamina B12 – Cobalamina
A vitamina B12 é utilizada na produção das enzimas  necessárias á metabolização dos alimentos, do ácido nucleico e do ácido fólico. É também necessária ao próprio funcionamento de todas as células, particularmente da medula óssea, as do trato gastrintestinais, e as do sistema nervoso. A ausência do fator intrínseco na secreção gástrica impede a absorção da vitamina B12, dando em resultado a anemia perniciosa. A deficiência de vitamina B12 causa, anemia perniciosa e megaloblástica, alterações neurológicas, perda da memória, diminuição do senso de posição, anorexia, constipação, palpitações, aumento no tempo de coagulação sanguínea e cefaléia.
Toxidade: Não há relatos.
Fontes de Vitaminas B12 – Cobalamina: Alimentos fontes de proteína animal.

Vitamina C – Ácido Ascórbico
A vitamina C é necessária para a produção do colágeno, para a integridade das paredes capilares, para a formação dos glóbulos vermelhos do sangue, para o metabolismo dos aminoácidos e para redução dos sais de ferro. A deficiência  de vitamina C causa má cicatrização das feridas, escorbuto – manifestações hemorrágicas, irritabilidade vasomotora, alterações dermatológicas, distúrbios psicológicos, emagrecimento, dores ósseas, cefaléia e  astenia.
Toxidade: Necrose tecidual e diarreia osmótica.
Fontes de vitamina C: Frutas ácidas/cítricas – acerola, caju, goiaba, manga, laranja, abacaxi, maracujá, limão, tomate, batata e vegetais folhosos, repolho, brócolis,  morango e melão cantalupo.

Colina
Pode, ou não, ser considerada vitamina e ser sintetizada a partir do aminoácido metionina com intervenção da vitamina B12 e da Folacina. A deficiência da colina causa esteatose hepática.
Toxidade: Não há relato.

Referências Bibliográficas:
BODINSKI, Louis H; Dietoterapia – Princípios e Prática. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.
PACHECO, Mauela; Tabela de Equivalentes, Medidas Caseiras e Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Rubio, 2006.


A Hipovitaminose A é a deficiência de Vitamina A em nível dietético, bioquímico ou clínico, com repercussões sistêmicas que afetam as estruturas epiteliais de diferentes órgãos, sendo os olhos os mais atingidos. O termo mais atual, usado em substituição a Hipovitaminose A, é Deficiência de Vitamina A.

Funções:

A Vitamina A é essencial ao crescimento e desenvolvimento do ser humano. Atua também na manutenção da visão, no funcionamento adequado do sistema imunológico (defesa do organismo contra doenças, em especial as infecciosas), mantém saudáveis as mucosas (cobertura interna do corpo que recobre alguns órgãos como nariz, garganta, boca, olhos, estômago) que também atuam como barreiras de proteção contra infecções.

Estudos mais recentes vêm mostrando que a Vitamina A age como antioxidante (combate os radicais livres que aceleram o envelhecimento e estão associados a algumas doenças). Porém, recomenda-se cautela no uso de vitamina A, mediante o uso de megadoses por exemplo, uma vez que, em excesso, ela também é prejudicial ao organismo.


Consequências da deficiência de Vitamina A:


A deficiência de Vitamina A (Hipovitaminose A) é uma doença nutricional grave e é a causa mais frequente de cegueira prevenível entre crianças. Além das alterações oculares que podem levar a cegueira, a deficiência contribui para o aumento das mortes e doenças infecciosas na infância.


Sinais da carência:

O diagnóstico da Deficiência de Vitamina A só pode ser confirmado por profissionais de saúde pois muitos dos sinais são comuns a outras doenças como pele seca e fadiga, embora outros sejam mais característicos da Hipovitaminose A:

- Um dos epitélios severamente afetado é o do revestimento ocular, levando à xeroftalmia. A xeroftalmia é o nome genérico dado aos diversos sinais e sintomas oculares da hipovitaminose A. A forma clínica mais precoce da xeroftalmia é a cegueira noturna onde a criança não consegue boa adaptação visual em ambientes pouco iluminados; manifestações mais acentuadas da xeroftalmia são a mancha de Bitot, normalmente localizada na parte exposta da conjuntiva, e a xerose; nos estágios mais avançados a córnea também está afetada constituindo a xerose corneal, caracterizada pela perda do brilho assumindo aspecto granular, e ulceração da córnea; a ulceração progressiva ode levar à necrose e destruição do globo ocular provocando a cegueira irreversível, o que é chamado de ceratomalácia.
- Infecções frequentes podem indicar carência, pois a falta de Vitamina A reduz a capacidade do organismo de se defender das doenças.


Causas da Deficiência:

A deficiência de Vitamina A pode ser causada por:

- Falta de amamentação ou desmame precoce: o leite materno é rico em vitamina A e é o alimento ideal para crianças até seis meses de idade;
- Consumo insuficiente de alimentos ricos em vitamina A;
- Consumo insuficiente de alimentos que contêm gordura: o organismo humano necessita de uma quantidade de gordura proveniente dos alimentos para manter diversas funções essenciais ao seu bom funcionamento. Uma delas é permitir a absorção de algumas vitaminas, chamadas lipossolúveis (Vitaminas A, D, E e K);
- Infecções frequentes: as infecções que acometem as crianças levam a uma diminuição do apetite: a criança passa a ingerir menos alimentos podendo surgir uma deficiência de Vitamina A. Além disso, a infecção fazcom que as necessidades orgânicas de Vitamina A sejam mais altas, levando a redução dos estoques no organismo e desencadeando ou agravando o estado nutricional.


Principais fontes alimentares de Vitamina A:

A vitamina A pré-formada (retinol) ("pronta para ser usada pelo organismo") é encontrada em alimentos de origem animal: vísceras (principalmente fígado), gemas de ovos e leite integral e seus derivados (manteiga e queijo).

Os vegetais são fontes de vitamina A sob a forma de carotenóides (precursores de vitamina) os quais, no organismose converterão em vitamina A. Em geral, frutas e legumes amarelos e alaranjados e vegetais verde-escuros são ricos em carotenóides: manga, mamão, cajá, caju maduro, goiaba vermelha, abóbora/jerimum, cenoura, acelga espinafre, chicória, couve, salsa etc.... Alguns frutos de palmeira e seus óleos também são muito ricos em vitamina A: dendê, buriti, pequi, pupunha, tucumã.

 

Recomendações dietéticas de Vitamina A (segundo RDA)
Estágio de Vida Idade Recomendação (retinol)
Bebês 0 a 1 ano 375 µg
Crianças 1 a 3 anos 400 µg
4 a 6 anos 500 µg
7 a 10 anos 700 µg
Homens > 11 anos 1.000 µg
Mulheres > 11 anos 1.000 µg
Lactantes Pimeiros 6 meses 1.300 µg
Segundos 6 meses 1.200 µg
RDA, 1989.

 Fonte: Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN

Restaurante japonês: prefira a opção do shoyo light e não opte pelo rodízio – assim evita comer em excesso e também os preparados fritos.

Fast food: escolha a opção mais saudável, ou seja, aquela que contém mais vegetais e menos gordura. Se isso não for possível, evite. Simples assim.

Pizzaria: coma, no máximo, duas fatias, evitando as mais gordurosas (aquelas que contêm calabresa, lombinho e cheddar, por exemplo). As opções mais saudáveis são os sabores que levam hortaliças, como rúcula, escarola e vegetariana.

Cantina italiana: evite as massas recheadas e com molho branco. As opções mais saudáveis são com molho ao sugo ou com vegetais.

Churrascaria: inicie com um prato de legumes e verduras e evite molhos gordurosos à base de maionese e queijos. A quantidade de carne deve ser controlada de acordo com o liberado na dieta. Escolha as carnes mais magras e evite a parte gordurosa, como a pele do frango e do peixe.

Restaurante por quilo: monte o prato sem exageros, de acordo com as quantidades que estão no cardápio da dieta. Não repita o prato e lembre-se de colocar porções de verduras e legumes sempre.

Dia de feijoada: faça um prato modesto, que contenha couve e laranjas. Evite as partes gordurosas, ou seja, as costelinhas e as linguiças.

Em todos os estabelecimentos: se beber, escolha suco natural e sem açúcar em vez de refrigerante. Evite as frituras e dispense o couvert e a sobremesa. É por uma boa causa!

A dieta sempre pareceu desfavorável aos trabalhadores. Traduzir os regimes pré-moldados nos consultórios médicos à realidade do dia a dia é uma tarefa talvez mais difícil do que a de ser feliz com a balança. Sobreviver ao restaurante por quilo, mal necessário na vida da grande maioria das pessoas, porém, é possível.

1) Qual a recomendação correta: comer a salada antes, sozinha, ou montar um prato único, com salada e comidas quentes de uma vez só, evitando repetições?
Os pratos dos quilos costumam ser grandes e favoráveis aos exageros. Compor a refeição uma única vez é uma boa estratégia para evitar a compulsão ou o descontrole. Como a salada tem bastante volume, preenche boa parte do espaço e limita a presença de comidas quentes. Repetir pequenas porções dá a falsa impressão de que comemos pouco, pois perdemos a noção do todo.

Metade do prato deve ser composto pela salada crua (mix de folhas e vegetais crus) e vegetais cozidos. Iniciar a refeição por esses alimentos reduz a fome e a vontade de comer. "São eles que promovem saciedade e seguram as rédeas da compulsão alimentar."

A outra metade do prato deve ser dividida: um quarto contendo um tipo de proteína (escolher apenas um entre carne, frango, peixe ou ovo tipo para evitar os exageros) e o outro um quarto com um ou dois tipos de carboidrato.

"É importante dar preferência para a combinação de cereais e grãos (arroz integral e feijão, milho e ervilha, arroz e lentilha, arroz e grão de bico e etc). E cuidado redobrado: muitas das opções de carboidrato estão na parte de saladas, mas elas contam como a porção de carboidrato (milho, ervilha, grão de bico, batata, mandioquinha)."

2) Como podemos ter noção da quantidade certa de azeite na hora de temperar a salada no prato?
O azeite é uma ótima opção para temperar as saladas, rico em ácidos graxos essenciais (ômega 3 e 9). Oferece muitos benefícios ao corpo, principalmente ao coração. Ao temperar as saladas é importante que as folhas e os vegetais não fiquem “boiando” no óleo.O ideal, é apenas regar com um fio de azeite cada folha/vegetal.

"Não existe um limite rigoroso, apesar de ser calórico, o azeite é uma gordura saudável e muitas vezes na é ele o vilão das dietas".

A medida considerada ideal é 1 colher de sobremesa por refeição. Na avaliação da especialista,  essa quantidade já está ideal para prevenir doenças e dar um gosto especial ao prato. Uma dica legal é usar limão para temperar a salada. Ele também dá um gosto especial e a pessoa não precisa exagerar na quantidade de azeite.

3) Há quem diga que o suco durante a refeição promove saciedade. Outros profissionais afirmam que é prejudicial e aumentaria o volume do estômago. Qual a recomendação correta?
O ideal é não ingerir nenhum tipo de liquido durante a refeição. Existe o consenso, no entanto, de que se pode ingerir até 200 ml de água ou suco com a refeição sem comprometer a digestão. Apenas um volume maior poderia ser prejudicial.

O líquido junto com a refeição atrapalha a absorção de nutrientes, o que pode comprometer ao longo do tempo, a saúde num estado geral. A falta de nutrientes pode levar a uma compulsão por doces ou até mesmo engordar por diminuir o metabolismo energético.

"É mito dizer que aumenta a barriga, mas é verdade ao falar que há dilatamento do estômago e a pessoa passa a comer mais, quando se acostuma com esse hábito."  O líquido promove a saciedade mais rápida, como é o caso das sopas, no entanto, para não se tornar um vilão da dieta, deve-se ser ingerido antes das refeições. Assim não prejudica a absorção dos nutrientes e promove saciedade.

4) É possível comer feijoada ou estrogonofe sem comprometer a dieta?
Tanto a feijoada quanto o estrogonofe são alimentos altamente calóricos, que levam muitas gorduras na composição. Devido às carnes presentes no feijão, ao creme de leite e à manteiga do estrogonofe, ambos os pratos devem ser consumidos com muita moderação. "A gordura presente nesses alimentos é a gordura saturada, prejudicial para a saúde. O permitido é desfrutar tais delícias de 1 a 2 vezes por mês.

5) O ideal é escolher um tipo de carne, ou posso misturar frango, peixe e carne vermelha?
O recomendado é escolher apenas um tipo de carne. É mais  fácil sentir-se saciado com uma quantidade maior de um único alimento. "O ideal seria a pessoa consumir peixe pelo menos 2 vezes na semana e nos outros dias alternar a carne vermelha e o frango. Devemos ter cuidado para não comer carne vermelha mais do que 3 vezes na semana. Alguns estudos relacionam o alto consumo de carne vermelha com o maior risco de câncer no intestino."

6) O café após a refeição ajuda ou atrapalha a digestão?
O café é uma fonte importante de antioxidantes e pode contribuir marcadamente na ingestão de polifenóis e flavonóides. Os componentes presentes na infusão cafeinada, porém, possuem fatores antinutricionias que anulam os nutrientes, fazendo com que as vitaminas e minerais se percam e não sejam absorvidos. Por isso não é indicado logo após a refeição.

7) Pode uma friturinha? Por exemplo, em vez de pegar carne todo dia, escolher um dia da semana e permitir-se um pastel de queijo no lugar?
A troca da carne por um pastel de queijo, por exemplo, não é uma boa opção. A matématica da substituição requer muito além de soma ou subtração. A carne fornecerá proteínas e aminoácidos além de ferro e o pastel de queijo oferece muita gordura e carboidrato refinado (farinha).

"Precisamos de todos os grupos alimentares em uma refeição balanceada. A gordura deve aparecer em menor proporção. As frituras precisam ser evitadas o máximo possível quando nos alimentamos fora de casa. Em muitos locais o óleo é reutilizado propiciando o surgimento de substâncias cancerígenas."

O ideal também é estipular os dias que consumirá esse tipo de preparação para que a montagem do prato seja equilibrada. Ao optar por comer batata frita, não é possível consumir juntamente um canelone de quatro queijos ao molho branco.

"Os queijos e os molhos a base de leite também são muito gordurosos. Além disso, não comer mais do que uma fritura por semana, muita gente acaba perdendo a noção das frituras que comem. Cada dia pegam uma - batata frita na segunda-feira, uma bolinha de queijo na terça, e um pastelzinho na quarta. No fim do mês, isso representa um excesso".

8) Essa suposta compensação vale também com sobremesas – quem pegou leve no prato principal tem direito a um docinho?
O prato principal é composto pelas carnes, frangos, ovos e peixes. Não há necessidade de reduzir a ingestão deste grupo de alimentos em específico para comer um docinho. " Ao escolher as sobremesas, dê preferência às frutas deixando um dia da semana para abusar de uma guloseima mais elaborada".

9) Existe limite para variedade de alimentos dentro de cada grupo ou não faz diferença?

Na teoria não há diferença, desde que sejam respeitadas a quantidade e proporção dos nutrientes.  O recomendado é que seja consumida de 1 a 2 opções de carboidratos (arroz, feijão, batata, mandioca), 1 opção de prato principal (carne, frango, ovo, peixe) e 1 opção de guarnição (legumes cozidos: abobrinha, berinjela, escarola, couve, vagem, chuchu), em relação às saladas pode-se misturar de 2 a 3 tipos de folhas e 2 tipos de vegetais (cenoura, beterraba, tomate, pepino, palmito).

O importante é variar na semana, não consumir apenas 1 tipo de alimento durante a semana toda. A diversificação é fundamental para que se tenha o aporte de todos os nutrientes, minimizar a exposição a eventuais toxinas presentes em determinado alimento.

10) Combinações gastronomicamente trágicas, como macarrão e sashimi, estão liberadas do ponto de visa nutricional?
Do ponto de vista nutricional a combinação macarrão e sashimi pode ser considerada adequada. Ela fornece os 2 grandes grupos alimentares (carboidratos e proteínas).

O vilão é sempre a quantidade. Se um prato de macarrão, mesmo com molho, contém poucas calorias, não há problema nenhum. Mas se for um prato que ultrapasse as calorias indicadas para a pessoa, aí sempre será o vilão.

11) O vilão da massa é sempre o molho?
O macarrão em si é fonte de carboidratos. Por ser feito de farinha e conter pouca água na composição, ele é mais concentrado em carboidratos e em calorias comparado com o arroz, feijão ou batata. Ele pode estar presente na dieta, uma a duas vezes por semana. Ao consumi-lo, porém, é preciso diminuir a porção de proteína.

"Também é preciso ter cuidado na escolha dos molhos. Aqueles que são feitos a base de leite, queijo, creme de leite, bacon são ricos em gorduras e não são interessantes para uma alimentação saudável. O consumo de molhos feitos com tomates frescos e legumes como berinjela, aboborinha, cenoura, e ervas como manjericão, tomilho, alecrim são uma ótima opção e não comprometem o regime.

12) Quais alimentos tem vida útil prejudicada no balcão? O que é melhor evitar no quilo?
Os quilos, em geral, já evitam preparações com vida útil prejudicada, a não ser que haja grande rotatividade. É importante que seja verificado se o restaurante possui refrigeração adequada para os alimentos “frios” como as saladas. Já na parte quente, é necessário que se tenha um balcão térmico (banho maria ou pista quente) em que dê para perceber que os alimentos estão de fato sendo aquecidos. Os alimentos quentes todos precisam estar no mínimo a uma temperatura de 60ºC para não trazer riscos a saúde.
Os alimentos que representam um risco maior à saúde, se expostos muito tempo no balcão, não poderão ser “descontaminados” pela higienização ou cozimento, como carnes cruas (carpaccio e sashimi) e preparação com ovos crus (mouses, maioneses caseiras). Outros alimentos podem ser contaminados se o armazenamento, transporte, higiene e cozimento não forem adequados como frutos do mar e até mesmo saladas mal lavadas.

13) As pessoas acham que comer os grelhados do quilo é mais saudável.
Na maioria das vezes, essas carnes brilham muito, e parecem falsos magros, uma vez que estão cheias de óleo. Como fazer pra se livrar desse problema?
Realmente alguns restaurantes colocam mais óleo do que deveriam, aumentando o valor calórico e a oferta de gordura não saudável para o corpo. Quando o alimento brilha muito, com certeza é feito com excesso de óleo, mesmo sendo grelhado. Depois que o alimento foi submetido à cocção, a gordura penetra no alimento. "Nesse caso é melhor não comer mesmo, pois um pouco de gordura a cada dia, pode levar ao aumento de peso (de meio quilo a 1 quilo por ano)".

Vale alertar também que alguns grelhados podem formar substâncias cancerígenas quando apresentam um “queimadinho”. Outra dica útil é passar limão na carne antes de comer para retirar um pouco da gordura.

14) As vezes os legumes, mesmo crus, também parecem brilhantes demais. Os restaurantes passam óleo neles?
Às vezes esses legumes podem ter sofrido o processo de branqueamento (cozimento e depois resfriamento) deixando o alimento com mais cor e brilho, porém é necessário que o cliente perceba se de fato há óleo nesses legumes para poder fazer substituições e escolhas mais saudáveis.

15) E a quantidade de comida? Coloco até encher a volta do prato ou menos que isso?
A porção certa é individual, mas a mão pode sinalizar qual a medida ideal para cada um:
Carnes e derivados: tamanho da palma da mão
Carboidratos (arroz, macarrão, polenta, batata): mão fechada
Verduras e Legumes: a mão aberta

16) Quanto dos nutrientes são perdidos com o tempo de exposição nas bandejas?
As vitaminas são as que mais sofrem perdas, principalmente a vitamina C. Como ela é sensível a luz e calor, o simples fato de cortar a cenoura e deixá-la no balcão, já perde nutrientes.

17) Posso comer só batata frita? Ou selecionar um dia para enfiar o pé na jaca?
Batata frita é apenas um grupo alimentar (carboidratos), não recomendado para uma refeição como almoço ou jantar. A dica é comê-la em pequena porção no lugar do arroz.

Quais são os benefícios à saúde que cada alimento pode trazer e os cuidados na hora de consumi-los



Na praia, alimentar-se corretamente, principalmente durante o dia, está longe de ser uma prioridade. A solução acaba sendo encontrada nos quiosques e ambulantes que passam vendendo porções dos mais variados alimentos.

Como a preocupação da estação é manter o corpo em forma, muito se fala das calorias dessas opções, mas seus benefícios à saúde são raramente mencionados. Para inverter esse raciocínio, selecionamos os alimentos mais consumidos nos dias de calor e apontamos quais os pontos positivos de cada um, sem deixar de lado, é claro, quais os cuidados necessários.

Camarão, ostra e marisco

Quer uma opção saudável e com quase nada de carboidrato? Aposte nesse trio! O camarão, a ostra e o marisco, são ricos em vitaminas A, B, C e D.

Além disso, também são uma ótima fonte de ômega 3, nutriente que auxilia na prevenção do depósito de gordura nas artérias do coração, ajudando a manter a saúde desse órgão. “Por virem do mar, são ricos em iodo, que previne disfunções da tireoide e o bócio”, afirma Brigitte Olichon, professora de nutrição da Faculdade de Medicina de Petrópolis , no Rio de Janeiro.

Também possuem zinco e cobre, minerais essenciais para o bom funcionamento do cérebro, melhorando a memória e prevenindo males como Parkinson, Alzheimer e enxaqueca, completa.

O camarão, em particular, é uma fonte ótima de selênio, capaz de neutralizar os efeitos dos radicais livres, principal causa de câncer de pele, e tem muita vitamina B12, importante para o bom funcionamento das células. Sua casca contém fibras insolúveis que, teoricamente, ajudam a normalizar o trânsito intestinal e prevenir a constipação. Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aconselha a comer a cabeça e a cauda, por serem as partes mais ricas em nutrientes.

Atenção: O principal cuidado é a higiene e as condições de armazenamento do local onde irá comprá-los. “São alimentos fáceis de serem servidos, mas complicados de serem conservados. E, se estragados, são perigosos porque podem fazer muito mal à saúde”, alerta Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia. “As ostras precisam estar com bastante gelo em volta e é preciso observar a presença de areia dentro da concha”.

Além disso, também são uma ótima fonte de ômega 3, nutriente que auxilia na prevenção do depósito de gordura nas artérias do coração, ajudando a manter a saúde desse órgão. “Por virem do mar, são ricos em iodo, que previne disfunções da tireoide e o bócio”, afirma Brigitte Olichon, professora de nutrição da Faculdade de Medicina de Petrópolis , no Rio de Janeiro.

Também possuem zinco e cobre, minerais essenciais para o bom funcionamento do cérebro, melhorando a memória e prevenindo males como Parkinson, Alzheimer e enxaqueca, completa.

O camarão, em particular, é uma fonte ótima de selênio, capaz de neutralizar os efeitos dos radicais livres, principal causa de câncer de pele, e tem muita vitamina B12, importante para o bom funcionamento das células. Sua casca contém fibras insolúveis que, teoricamente, ajudam a normalizar o trânsito intestinal e prevenir a constipação. Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aconselha a comer a cabeça e a cauda, por serem as partes mais ricas em nutrientes.

Atenção: O principal cuidado é a higiene e as condições de armazenamento do local onde irá comprá-los. “São alimentos fáceis de serem servidos, mas complicados de serem conservados. E, se estragados, são perigosos porque podem fazer muito mal à saúde”, alerta Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia. “As ostras precisam estar com bastante gelo em volta e é preciso observar a presença de areia dentro da concha”.

Quando o vendedor passa, basta uma olhadela para aquela casquinha crocante de queijo derretido e fica quase impossível resistir. Ainda mais se for acompanhado de uma cerveja bem gelada, a dupla se torna quase imbatível no litoral. O queijo é um dos derivados do leite e, portanto, grande fonte de proteína e cálcio, essencial para os ossos, dentes e músculos. “Inclusive o coração”, diz Brigite. É um ótimo aliado na prevenção do câncer de pele, completa a professora de nutrição.

Atenção: No entanto, os especialistas alertam para a quantidade de sal presente neste alimento, o que o torna contraindicado para hipertensos, obesos, mulheres com retenção de líquido e pessoas com insuficiência renal ou cálculos. “pode causar constipação intestinal , piorar quadros de artrite, sinusite e enxaqueca”, alerta Brigite Olichon.

Amendoim

O amendoim tem muita gordura monoinsaturada, boa para o coração, e pouca caloria, afirma Cristiano Merheb. O consumo regular é capaz de reduzir o triglicérides e melhora a qualidade da dieta. Também contém “vitamina E e selênio, capazes de proteger as artérias contra ataques do colesterol, além de boro, mineral responsável pela atividade elétrica do cérebro, aumentando a vivacidade mental e prevenindo doenças degenerativas”, diz Brigitte.

Nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade da Flórida descobriram que o amendoim tem tanto antioxidante quanto as frutas, além de conter altas taxas de polifenois. È uma fonte excelente de beta-sitosterol, nutriente que tem propriedade anticancerígena.

Atenção: É contraindicado para quem tem propensão a cálculos renais, enxaqueca, herpes e alergia alimentar, prestando atenção na quantidade de sal e gordura presentes. Deve-se observar também se o amendoim está com aspecto duvidoso, murcho. Ele pode ter sido contaminado e, nesses casos, produz uma substância tóxica.

Milho Cozido

Da mesma família do arroz e do trigo, o milho é um alimento pobre em proteínas, mas rico em carboidratos e gorduras. “Tem atividade anticancerígena e antiviral e aumenta o estrogênio; tem boa quantidade de fibras, o que ajuda o trânsito intestinal e dificulta a absorção de açúcares, sendo portanto indicada para diabéticos e aqueles que precisam perder peso”, revela a professora de nutrição.

Ele também é rico em ácido pantotênico, uma tipo de vitamina B essencial para o metabolismo, principalmente quando a pessoa está sob estresse. Cem gramas de milho são capazes de suprir 14% da necessidade diária dessa substância.

Atenção: Mas a especialista alerta que o milho é altamente alergênico, sendo a causa de vários quadros como artrite reumatóide, síndrome do cólon irritável, epilepsia e enxaqueca, sobretudo em crianças. Também deve-se atentar para a quantidade de sal e evitar a manteiga, por aumentar muito seu teor calórico.

Antioxidantes tornam as nozes mais potentes do que a vitamina E na proteção do organismo




Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que, entre as frutas oleaginosas, são as nozes as mais recomendadas para uma dieta saudável por conter o mais alto nível e a melhor qualidade de antioxidantes - substâncias que ajudam a prevenir doenças.

Segundo o estudo, um punhado de nozes contém duas vezes mais antioxidantes que um punhado de . Além disso, os antioxidantes presentes nas nozes têm maior qualidade e potência do que os dos outros frutos secos analisados.

A pesquisa - conduzida por um cientista da Universidade de Scranton, na Pensilvânia (nordeste dos Estados Unidos) - também concluiu que os antioxidantes encontrados nas nozes são entre duas a 15 vezes mais poderosos do que os da vitamina E, também conhecida pelo seu benefício antioxidante.

O estudo foi divulgado em um encontro da Sociedade Química Americana, realizado na cidade de Anaheim, na Califórnia (oeste do país).

Nutritivos

Os antioxidantes impedem reações químicas que ocasionam mudanças na estrutura molecular das células do corpo. Segundo o pesquisador Joe Vinson, que liderou o estudo, todas as frutas oleaginosas têm boas qualidades nutricionais. Elas contêm proteínas de alta qualidade, muitas vitaminas, minerais e fibras.

Pesquisas anteriores demonstraram que o consumo regular de pequenas quantidades de frutas oleaginosas pode reduzir o risco de doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, diabetes tipo 2 e outros problemas de saúde. Mas Vinson diz que as porções dessas frutas consumidas devem ser pequenas. Sete ao dia são o suficiente para obter os benefícios para a saúde descobertos nos estudos.

O pesquisador disse ainda que há outra vantagem em escolher as nozes como fonte de antioxidantes. "O calor dos frutos torrados geralmente reduz a qualidade dos antioxidantes, mas as pessoas geralmente comem as nozes cruas. Por isso, elas são mais eficientes".


Fonte: BBC

Fruta é opção para quem quer emagrecer com um alimento rico em vitaminas


Ela não tem aquele aspecto bonito que faz com que você tenha vontade de mordê-la. Pelo contrário. Casca dura, vermelha, grossa e espinhenta, a lichia não atrai pela aparência, mas sim pelo sabor. Nos últimos anos e virou vedete das dietas de emagrecimento. O baixo teor calórico – 100g (quatro a oito unidades) tem apenas 64 calorias – aliado à polpa doce explica esse sucesso. “Seu sabor ajuda quem tem vontade de comer doce, podendo optar pela fruta em vez de outro alimento mais calórico”“É tão doce que na China e nos Estados Unidos é comercializado mel dessa fruta”.

A fama da lichia também ganhou fundamento científico. Pesquisadores da Universidade de Hokkaido, no Japão, analisaram o poder da fruta na redução da gordura abdominal. O resultado: em dez semanas, voluntários que receberam extrato de lichia apresentaram uma redução de 15% nessa região.

Além dessas propriedades, a lichia é uma poderosa aliada do sistema imunológico porque é rica em vitamina C. “Cada uma tem 50mg de vitamina C, a recomendação diária é de 75mg”, diz. Também é uma poderosa arma contra cãibras, já que concentra altas doses de potássio (171mg), que ajuda na hidratação do corpo, sendo uma ótima opção para os dias quentes de verão.

Por ser rica em vitaminas do complexo B, essa fruta é capaz de atuar nos hormônios que regulam a memória, no metabolismo, no combate ao processo de envelhecimento celular e no fortalecimento de unhas e cabelos.

“A fruta também é antioxidante e ajuda a prevenir diversos tipos de câncer, envelhecimento precoce e problemas cardíacos”, afirma Neila.

No Brasil

A lichia é uma fruta da mesma família do guaraná. É originária da China, onde é cultivada desde 1500 a.C. No Brasil, a primeira árvore foi plantada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em 1810, mas ainda não se sabia que seus frutos eram comestíveis. Hoje, no entanto, o País tem uma ótima produção interna dessa fruta e seu cultivo está concentrado no norte do Paraná, em São Paulo e no sul de Minas Gerais.

A colheita tem início em novembro e vai até o fim de fevereiro. Seu preço ainda não é dos mais caros: um quilo de lichia pode custar de R$3 a R$7 reais (em janeiro/2011), dependendo do Estado onde ela é vendida.

O que dizem os chineses

Os chineses acreditam que a fruta é eficiente contra a tosse e que sua casca e sua semente são eficazes contra a diarreia e problemas intestinais. No entanto, nenhuma dessas propriedades foi estudada ou comprovada cientificamente.

Atenção

Por ser rica em vitaminas e minerais, ela não é indicada para quem tem problemas renais. “Não aconselhamos o consumo por pacientes com insuficiência renal, já que a absorção desses nutrientes prejudica ainda mais o funcionamento do organismo”

 

Estudo comprova que duas colheres de sopa diárias do alimento diminuem risco cardíaco e ajudam a emagrecer


As pesquisas nutricionais trazem números para comprovar o que o conhecimento popular já sabe há muito tempo: as prateleiras dos supermercados e as barracas das feiras reúnem mais opções terapêuticas do que as próprias farmácias. Para o universo feminino, as produções científicas encontraram evidências de que um produto não muito conhecido pode melhorar a vida e até a autoestima da mulher.
 
Quem descobriu a nova aliada da população feminina foi a professora Glorimar Rosa, do Instituto de Nutrição Josué de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Com o apoio do programa Jovem Cientista da Faperj,  ela pesquisou os efeitos da farinha de berinjela (parecida com a farinha de linhaça) e os resultados são bem animadores. Além de nocautear os riscos cardíacos, ela ainda ajuda a emagrecer.

Em um estudo piloto, Glorimar observou os efeitos do consumo da farinha de berinjela em 14 mulheres com mais de 40 anos. Todas tinham fatores de risco cardiovascular, como circunferência da cintura aumentada, hipertensão arterial e altas concentrações de colesterol e de triglicerídeos no sangue.

As participantes foram divididas em dois grupos. Um deles só fez reeducação alimentar. O outro, além de consumir a mesma dieta, acrescentou duas colheres de sopa diárias de farinha de berinjela.

“Depois de dois meses, o grupo que consumiu a farinha perdeu, em média, seis quilos contra o grupo controle, que só perdeu três quilos”, contou Glorimar à agência de notícias da Faperj.

O produto ajudou a reduzir os níveis de colesterol total, triglicerídeos e até o ácido úrico, substância que favorece dores articulares e inflamações quando em concentrações elevadas. Glorimar acrescenta que as consumidoras tiveram ainda uma maior redução da gordura visceral.

A análise feita na UERJ concluiu que a farinha de berinjela é mais potente que o legume in natura, o suco e o chá feitos com o alimento, pois concentra até 10 vezes mais fibra, além de ampliar a sensação de saciedade.

A única ressalva feita pela nutricionista é que a farinha de berinjela estimula a formação da radicais livres – que podem levar ao envelhecimento precoce, por exemplo. Mas o prejuízo é anulado se, atrelado à farinha, forem consumidas frutas cítricas e ricas em vitaminas C.

*Com informações da Agência Faperj.

 


A banana é produzida na maioria dos países tropicais e é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e o primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no Brasil são: Prata, Pacovan, Prata-anã, Maçã, Mydore, Terra e D’ Angola, além da Nanica e Nanicão voltadas principalmente à exportação.
A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta. Mas além de sua concentração de carboidratos e energia, também apresenta elevadas proporções de vitaminas e minerais.


A banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando cozida, apresenta alto conteúdo de amido resistente presente na polpa da fruta. O benefício do amido resistente é similar ao da fibra alimentar, sendo que este não é digerido e absorvido no intestino delgado, podendo ser fermentado no intestino grosso, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para a produção das bactérias benéficas do nosso intestino, além de manter a integridade da mucosa do nosso intestino, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas.


Desta forma, o consumo de banana verde auxilia no trânsito intestinal adequado, atuando na prevenção e tratamento de quadros como diarréia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino.


Além de contribuir para a saúde do intestino, a banana verde exerce outros efeitos benéficos ao organismo. A banana verde é considerada um alimento de baixo índice glicêmico, ou seja, sua digestão e absorção são mais lentas, e assim a quantidade de glicose liberada no sangue ocorre gradativamente, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados, e reduzindo a necessidade de liberação de insulina para que esta glicose entre na célula, contribuindo então para a prevenção do desenvolvimento de diabetes, além do acúmulo de gordura corporal, devido ao aumento da saciedade promovido pelo amido resistente. Os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares. Desta forma, a banana verde pode também ter uma importante função na prevenção do desenvolvimento de doenças do coração.


A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos como a biomassa e a farinha de banana verde, que são utilizadas para a confecção de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Além disso, você pode adicionar a biomassa da banana verde em sucos de frutas e vitaminas. O preparo da banana verde é simples e pode ser feito em casa. Veja como preparar a biomassa:


1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;

2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;

3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;

4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;

5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;

6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;

7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;

8. Processe até obter uma pasta bem espessa;

Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.
Abaixo segue um exemplo de uma receita saudável em que a biomassa pode ser adicionada:

Suco funcional:

- Suco de 1 laranja
- 1 folha de couve
- 100 ml de suco de uva
- 1 colher de sopa de linhaça
- 1 colher de sopa da biomassa de banana verde
Bata os ingredientes no liquidificador e consuma este suco energético no café da manhã.


Caso seja complicado prá você produzir a pasta da banana verde, dê preferência à farinha de banana verde, que pode ser encontrada em qualquer loja de produtos naturais.

Milho
É uma boa fonte de energia, pois contém um alto teor de carboidratos, boas dosagens de proteínas, é rico em fibras, vitaminas do complexo B e vitamina C.
Existe uma grande variedade de formas de apresentação do milho. São elas:

  • Molho fresco na espiga e milho na conserva, usado em preparações culinárias como pamonha, curau, sorvete, farofa, torta, entre outras.
  •    Amido de milho, usado em mingau, cremes, biscoitos.
  • Glucose, utilizado em caldas, molhos doces.
  • Milho para pipoca: a produção de pipoca constitui um método de cocção do amido bastante diferente dos até aqui considerados. À medida que os grãos de milho-pipoca são aquecidos, o vapor-d’água existente dentro deles se expande aumentado à pressão interna o suficiente para os grãos explodirem. As qualidades desejáveis na pipoca são: bom sabor, maciez e quase ausência de cascas. Essas qualidades dependem da variedade do milho, do seu conteúdo de umidade e do método de cocção.
  • Milho de canjica, cereal pré-cozido e óleo de milho, usado para diversas preparações, de maior consumo no mês de junho, quando ocorrem típicas festas juninas.

 

Aveia
A aveia é um cereal, em geral, bastante valorizado por seu bom conteúdo protéico, calórico e de fibras. Em flocos, farinha, flocos finos, pode ser consumida ao natural com frutas e com bebidas. Exemplos de preparações feitas com aveia: mingau, sopas, tortas salgadas e doces, biscoitos, pães e bolos.


Centeio
É um cereal de valor dietético, rico em fibras, sais minerais e aminoácidos essenciais, pobre em calorias. O grão de centeio na forma de farinha tem cor escuta, devido à trituração do grão com a casca. Muito utilizado na preparação de pães, deve ser misturada com farinha de trigo porque possui pouco glúten.


Cevada
Um grão bastante nutritivo. Utilizada da mesma forma que o trigo em preparações como pães e massas, a cevada é bastante utilizada para a obtenção do malte, que é empregado para o preparo de cerveja e uísque.

 

 

 

Sorgo
É um cereal de origem africana, que cresce em regiões semiáridas. Composto por proteína, gordura, carboidratos, fibras, ferro, vitamina B1, B2. É um alimento de consumo humano, mas também utilizado na alimentação de animais.

 

 

 


Painço
Também conhecido como milhete ou milho-painço, este cereal apresenta diversas espécies. Menor que o trigo e o arroz, com alto teor de fibras, também contém proteína, carboidrato e gordura.

 

 

Triticale
É o primeiro cereal criado pelo homem e que gerou um impacto econômico significativo. Este cereal é o resultado do cruzamento de dois cereais: o trigo e o centeio. É rico em aminoácidos e algumas variedades de triticale são ricas também em proteínas.


Amaranto

Extraído de uma planta originária do Peru, tem a forma de uma pequena polinha, de cor bege, e de grande potencial nutritivo. Possui cerca de 15% de proteínas, com qualidade biológica comparada a do leite e superior a de outros vegetais, como a soja e o feijão. O amaranto também é rico em fibras, e é fonte de zinco, fósforo e cálcio. Preparações como tortas podem ser feitas com amaranto, que pode ser consumido por pacientes celíacos (intolerância a alimentos à base de trigo, aveia, centeio e cevada).

 


Trigo
O grão do trigo é composto de casca, gérmen e endosperma, sendo este ultimo o mais presente, na moagem, este é separado dos outros constituintes e moído para dar origem à farinha branca.

Deste cereal, o derivado nobre é a farinha, que é classificada comercialmente em função da qualidade do seu glúten.

Do trigo não se obtém apenas a farinha. Outras formas do trigo que também são utilizadas na culinária incluem: o trigo laminado, utilizado para quibe e salada; o trigo em grãos, usado para o preparo de sopas, saladas, refogados; a semolina 9resultado da moagem da parte nobre do trigo usado para panificação e massa), que é rica em glúten e o farelo do trigo, muito utilizado em receitas do segmento da alimentação naturalista.

Glúten: é um complexo protéico, do qual se destacam a glutenina e a gliadina. Ele e responsável pela quantidade de produtos de panificação, por exemplo. Quando a massa do pão que contém glúten é sovada, ele se desenvolve. Com isso, o pão cresce e a massa torna-se mais elástica. Há pessoas, entretanto, que têm intolerância ao glúten, chamados de celíacos, e que devem privar-se de alimentos que apresentam este componente, por exemplo, bolos, massas etc, que contenham trigo, aveia, centeio e cevado em sua composição.


Arroz

É um alimento que ocupa posição de destaque na dieta do brasileiro, sendo consumido por todas as classes sociais, nas mais diferentes preparações. Seu consumo é maior na presença de leguminosas, como o feijão, tornando esta mistura uma fonte protéica de alto valor biológico. O arroz não contém glúten, pode ser consumido por celíacos (intolerância a alimentos a base de trigo, centeio, cevada e aveia), apresenta alta digestibilidade e dificilmente provoca alergias.

Arroz Polido

Características: Grãos longos e branco, apresenta bom rendimento; prato base dos brasileiros.
Valor nutricional: Fonte de carboidratos, baixas concentração de lipídeos.
Preparação: Pode ser utilizado em preparações como: bolinhos, saladas, sopas, entre outras.


Arroz Integral

Características: De cor mais escura que o arroz polido. Depois do seu cozimento, fica mais duro que o arroz polido. Dos grãos intactos só é retirado a casca.
Valor nutricional: Como só é retirada a sua casca, a película e o gérmen, onde se encontram a maior parte dos nutrientes, ficam intactos Ricos em fibras, vitaminas e minerais.
Preparação: É um tipo de arroz produzido na Índia. Pode ser consumido em preparações como: sopas, saladas, guarnições.


Arroz Parboilizado

Características: De cor mais escura que o arroz polido. Antes de ser retirada sua casca, o arroz é pré-cozido.
Valor nutricional: O arroz parboilizado é naturalmente mais nutritivo, pois nenhum composto químico é adicionado ao processo.
Preparação: utilizado para preparações em que o arroz é uma guarnição, pois, quando cozido, os grãos ficam mais soltos, não ficando “papa”.


Arroz Arbóreo

Características: Grãos curtos, grandes e espessos. É feito com uma técnica especial que resulta em ótima cremosidade.
Valor nutricional: É um tipo de arroz com grande quantidade de amido.
Preparação: Variedade italiana de grãos médios, é um arroz especialmente usado para preparações como risotos.


Arroz Basmati

Características: De grãos longos, esse tipo de arroz é perfumado e saboroso. Quando cozido, apresenta grãos secos e soltos.
Valor nutricional: É uma fonte de carboidrato, sendo fonte de energia.
Preparação: Utilizado em países como Itália, Portugal e Espanha; neste ultimo, em preparações como paellas.


Arroz Selvagem

Características: Grãos compridos e finos, de cor escura e textura crocante. Um tipo de arroz muito valorizado na gastronomia internacional.
Valor nutricional: É rico em nutrientes e pouco calórico.
Preparação: geralmente utilizado em preparações como arroz polido. Isso porque, além de custo elevado, não é macio como o arroz polido após o cozimento.


Arroz Preto/ Negro

Características: De cor preta, grãos pequenos, bem diferente do arroz selvagem. Após o cozimento, adquire cor roxa bem escura.
Valor nutricional: Supera o arroz integral em quantidade de proteínas, fibras e carboidratos, além de ter menos valor calórico e menos gordura.
Preparação: Arroz produzido na China, pode ser utilizado em preparações como bolos , saladas.


Arroz Vermelho

Características: Arroz consumido na forma integral, isto é, sem ter sua casca retirada. Por isso, mantém a cor avermelhada depois do cozimento.
Valor nutricional: Comparado aos demais tipos de arroz, tem uma quantidade superior de ferro e zinco.
Preparações: Considerado um dos principais alimentos do nordestinos, utilizado em preparações como feijão de corda, baião de dois.


Arroz Japonês

Características: também conhecido como arroz-cateto. Grãos curtos e arredondados, com grande quantidade de amido. Prato base da população japonesa.
Valor nutricional: Possui maior quantidade de carboidrato, pela maior quantidade de amigo em sua parte externa.
Preparação: Bastante utilizado na culinária típica japonesa, por exemplo, Sushis.


Arroz Jasmim/ Aromático

Características: De grãos alongados e de cor bem clara. Perfumando, textura macia de gosto levemente amanteigado.
Valor nutricional: É um arroz de grande quantidade de proteínas.
Preparação: Arroz de origem tailandesa, o aroma de jasmim faz com que as preparações feitas com ele fiquem saborosas. É bastante utilizado para culinária tailandesa e sobremesas.


Arroz Cateto

Características: É um arroz integral com grãos curtos curvados e translúcidos.
Valor nutricional: Apresenta grande quantidade de carboidratos, proteínas e fibras.
Preparação: Pode ser utilizado em preparações como: risotos, bolinhos, saladas.

Tomate e a Prevenção de Câncer

O tomate é um dos frutos mais consumidos no mundo. Os tomates contêm cálcio, ferro, vitamina C e vitamina A. Por sua grande quantidade de antioxidantes e seu alto grau de potássio, o tomate é um dos vegetais mais saudáveis que existem.
O tomate é rico em Licopeno uma substância que dá a cor avermelhada não só ao tomate, mas também para a melancia, beterraba, pimentão, entre outros alimentos. O Licopeno é um antioxidante que, quando absorvido pelo organismo, ajuda a impedir e reparar os danos às células causados pelos radicais livres, evitando o envelhecimento precoce da pele.

Uma pesquisa divulgada pela Escola de Medicina de Harvard (EUA), em 1995, acompanhou os hábitos alimentares de 48 mil homens americanos por seis anos. Os resultados demonstraram uma associação importante entre o consumo de tomates e o menor risco de câncer de próstata. Foi estimado que o consumo de duas porções por semana, em comparação com a não-ingestão, pode reduzir o risco de câncer de próstata em até 34%. A associação foi mais forte para os produtos à base de tomate que para os tomates frescos. Outro estudo publicado pelo Journal of the National Cancer Institute em fevereiro deste ano, concluiu que o consumo de tomates e produtos à base de tomate poderia reduzir o risco de desenvolvimento de diversos tipos de câncer. As evidências mais fortes foram para o câncer de pulmão, próstata e estômago. Os dados também sugeriram um risco reduzido de câncer de cavidade oral, esôfago, pâncreas, intestino grosso, reto, colo de útero e mama.

A biodisponibilidade na dieta do licopeno parece depender de diversos fatores, no entanto, é mais bem absorvido de alimentos cozidos.

PASSO 1 - Dar somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimento.

O leite materno contém tudo o que a criança necessita até os 6 meses de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.

A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, pode adoecer mais e ficar desnutrida.

PASSO 2 - A partir dos seis meses, oferecer de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.

A partir dos seis meses, o organismo da criança já está preparado para receber alimentos diferentes do leite materno, que são chamados de alimentos complementares.

Mesmo recebendo outros alimentos, a criança deve continuar a mamar no peito até os dois anos ou mais, pois o leite materno continua alimentando a criança e protegendo-a contra doenças.

Com a introdução da alimentação complementar, é importante que a criança receba água nos intervalos das refeições.

PASSO 3 - A partir dos seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia, se a criança receber leite materno, e cinco vezes ao dia, se estiver desmamada.

Se a criança está mamando no peito, três refeições por dia com alimentos adequados são suficientes para garantir uma boa nutrição e crescimento, no primeiro ano de vida. No segundo ano de vida, devem ser acrescentados mais dois lanches, além das três refeições.

Se a criança não está mamando no peito, deve receber cinco refeições ao dia com alimentos complementares já a partir do sexto mês.

Algumas crianças precisam ser estimuladas a comer (nunca forçadas).

PASSO 4 - A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.

Crianças amamentadas no peito em livre demanda desenvolvem muito cedo a capacidade de autocontrole sobre a ingestão de alimentos, aprendendo a distinguir as sensações de saciedade após as refeições e de fome após o jejum (período sem oferta de alimentos). Esquemas rígidos de alimentação interferem nesse processo de auto controle pela criança.

Este aprendizado precoce é fundamental na formação das diferenças nos estilos de controle de ingestão de alimentos nos primeiros anos de vida;

O tamanho da refeição está relacionado positivamente com os intervalos entre as refeições (grandes refeições estão associadas a longos intervalos e vice-versa).

É importante que as mães desenvolvam a sensibilidade para distinguir o desconforto do bebê por fome de outros tipos de desconforto (sono, frio, calor, fraldas molhadas ou sujas, dor, necessidade de carinho), para que elas não insistam em oferecer alimentos à criança quando esta não tem fome.

Sugere-se, sem esquema rígido de horário, que, para as crianças em aleitamento materno, sejam oferecidas três refeições complementares, uma no período da manhã, uma no horário do almoço e outra no final da tarde ou no início da noite.

Para as crianças já desmamadas, devem ser oferecidas três refeições mais dois lanches, assim distribuídos: no período da manhã (desjejum), meio da manhã (lanche), almoço, meio da tarde (segundo lanche), final da tarde ou início da noite (jantar).

PASSO 5 - A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; começar com consistência pastosa (papas /purês) e, gradativamente, aumentar a sua consistência até chegar à alimentação da família.

No início da alimentação complementar, os alimentos oferecidos à criança devem ser preparados especialmente para ela, sob a forma de papas/purês de legumes/cereais/frutas. São os chamados alimentos de transição.

A partir dos oito meses, podem ser oferecidos os mesmos alimentos preparados para a família, desde que amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos.

Sopas e comidas ralas/moles não fornecem energia suficiente para a criança.

Deve-se evitar o uso da mamadeira, pois a mesma pode atrapalhar a amamentação e é importante fonte de contaminação e transmissão de doenças.

Recomenda-se o uso de copos (copinhos) para oferecer água ou outros líquidos e dar os alimentos semi-sólidos e sólidos com prato e com a colher.

PASSO 6 - Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida.

Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados.

Só uma alimentação variada evita a monotonia da dieta e garante a quantidade de ferro e vitaminas que a criança necessita, mantendo uma boa saúde e crescimento adequados.

O ferro dos alimentos é melhor absorvido quando a criança recebe, na mesma refeição, carne e frutas ricas em vitamina C.

A formação dos hábitos alimentares é muito importante e começa muito cedo. É comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras. O que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado do processo natural da criança em conhecer novos sabores e texturas e da própria evolução da maturação dos reflexos da criança.

Os alimentos devem ser oferecidos separadamente, para que a criança aprenda a identificar as suas cores e sabores. Colocar as porções de cada alimento no prato, sem misturá-las.

PASSO 7 - Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

As crianças devem acostumar-se a comer frutas, verduras e legumes desde cedo, pois esses alimentos são importantes fontes de vitaminas, cálcio, ferro e fibras. Para temperar os alimentos, recomenda-se o uso de cebola, alho, óleo, pouco sal e ervas (salsinha, cebolinha, coentro).

PASSO 8 – Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

Açúcar, sal e frituras devem ser consumidos com moderação, pois o seu excesso pode trazer problemas de saúde no futuro. O açúcar somente deve ser usado na alimentação da criança após um ano de idade.

Esses alimentos não são bons para a nutrição da criança e competem com alimentos mais nutritivos. Deve-se evitar alimentos muito condimentados (pimenta, mostarda, “catchup”, temperos industrializados).

PASSO 9 - Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados.Para uma alimentação saudável, deve-se usar alimentos frescos, maduros e em bom estado de conservação.

Os alimentos oferecidos às crianças devem ser preparados pouco antes do consumo; nunca oferecer restos de uma refeição.

Para evitar a contaminação dos alimentos e a transmissão de doenças, a pessoa responsável pelo preparo das refeições deve lavar bem as mãos e os alimentos que serão consumidos, assim como os utensílios onde serão preparados e servidos.

Os alimentos devem ser guardados em local fresco e protegidos de insetos e outros animais. Restos de refeições que a criança recusou não devem ser oferecidos novamente.

PASSO 10 - Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.

As crianças doentes, em geral, têm menos apetite. Por isso, devem ser estimuladas a se alimentar, sem, no entanto, serem forçadas a comer.

Para garantir uma melhor nutrição e hidratação da criança doente, aconselha-se oferecer os alimentos de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite, e aumentar a oferta de líquidos.

Para a criança com pouco apetite, oferecer um volume menor de alimentos por refeição e aumentar a freqüência de oferta de refeições ao dia.

Para que a criança doente alimente-se melhor, é importante sentar-se ao lado dela na hora da refeição e ser mais flexível com horários e regras.

No período de convalescença, o apetite da criança encontra-se aumentado. Por isso, recomenda-se aumentar a oferta de alimentos nesse período, acrescentando pelo menos mais uma refeição nas 24 horas.

Enquanto a criança come com sua própria colher, a pessoa responsável pela sua alimentação deve ir oferecendo-lhe alimentos com o uso de outra.

1. Organize com antecedência o acompanhamento da gravidez
Um bom acompanhamento durante a gravidez é essencial para a saúde do seu bebê. Se você organizar o seu pré-natal terá meses para construir um bom relacionamento com a sua obstetra ou com o seu médico e preparar-se para o parto.

2. Alimente-se bem
É importante ter uma dieta equilibrada e saudável. Consulte a sua obstetra, nutricionista ou o seu médico, especialmente se não tiver vontade de comer certos tipos de alimento durante a gravidez.

3. Cuidado com a higiene da comida
É melhor evitar, durante a gravidez, certos alimentos que podem trazer risco à saúde do seu bebê.
Não coma, por exemplo:
• alguns tipos de queijo amanteigado
• carne mal passada ou crua
• saladas e vegetais não lavados
• carne de frango mal passada e ovos crus ou pouco cozidos
Solicite ao seu médico, nutricionista ou à sua obstetra mais informações sobre os alimentos que são seguros para consumo na gravidez.

4. Tome ácido fólico e coma peixe
O ácido fólico é essencial na gravidez para ajudar a prevenir a espinha bífida e outras más-formações nos bebês. Toda a mulher que planeja uma gravidez é aconselhada a ingerir um suplemento diário de 400 mcg de ácido fólico durante os três primeiros meses da gestação. O ácido fólico também pode ser encontrado em vegetais e em alguns cereais matinais.
Os peixes gordurosos (como arenque, cavala, salmão ou sardinha) fazem bem ao bebê em desenvolvimento, mas não é recomendável que se coma mais do que duas vezes por semana. No entanto, você pode comer outros tipos de peixe na quantidade que quiser. Se você não gosta de peixe, existem suplementos de óleo de peixe, mas confira se a marca é recomendada para mulheres grávidas.

5. Faça exercícios regularmente
O exercício pode fornecer a força que você precisará para carregar o peso que vai ganhar durante a gestação e para suportar o trabalho de parto. Também pode fazer com que seja mais fácil voltar à forma após o nascimento da criança. O exercício pode ainda fortalecer o seu ânimo e ajudar a evitar a depressão durante a gravidez. Tente exercícios leves como caminhar, nadar ou praticar yoga.

6. Comece a fazer exercícios pélvicos
É muito comum as mulheres que estão grávidas ou que já tiveram filhos sofrerem perda de urina quando espirram, riem ou fazem exercício. Você pode evitar que isso ocorra fazendo regularmente os exercícios para os músculos pélvicos, iniciando antes de engravidar ou durante a gravidez. Peça mais informações à sua obstetras ou ao seu médico.

7. Modere a ingestão de álcool
Como todo o álcool que você bebe chega rapidamente ao seu bebê através da corrente sanguínea, é aconselhável que você corte totalmente o consumo de álcool. Mas, se decidir beber, limite-se a uma ou duas doses, não mais do que uma ou duas vezes por semana. Uma dose de álcool equivale, aproximadamente, a:
• cerca de 200 ml ou meio copo de cerveja comum, cerveja leve ou cidra
• uma taça pequena de vinho
Mulheres que bebem bastante, (mais do que seis doses por dia) durante a gestação, correm mais risco de dar à luz um bebê com problemas que vão desde a dificuldade de aprendizagem, até defeitos congênitos mais sérios.

8. Reduza o consumo de cafeína
Café, chá e refrigerantes contêm cafeína: substância que pode afetar a absorção de ferro pelo corpo. Altos níveis de cafeína têm sido relacionados ao nascimento de bebês de baixo peso e à ocorrência de abortos espontâneos.. Entretanto é aconselhável que você corte com a cafeína. Tente o café e o chá descafeinados, sumos de frutas ou água mineral com gotas de lima ou de limão.

9. Pare de fumar
Mulheres fumantes correm mais risco de sofrer aborto, de ter um parto prematuro ou de dar à luz um bebê nado-morto. Também aumenta o índice de morte súbita do recém-nascido (mal do berço ou SMSI). É melhor parar de fumar antes mesmo de tentar engravidar, mas qualquer redução no número de cigarros diários já dará mais chances ao seu bebê.

10. Descanse um pouco
O cansaço que você sente no início e no final da gravidez é a maneira que o seu corpo tem de pedir para você ir mais devagar. Uma sesta no meio do dia faz bem à grávida e ao seu bebê. Se você não conseguir dormir, coloque os seus pés para cima e relaxe por 30 minutos ou mais.

Uma dieta hipercalórica com a alta ingestão de gordura saturada e açúcar é uma das principais causas de esteatose não alcoólica, doença em que o fígado fica com até 80% de gordura.

"É exatamente a composição da dieta de uma pessoa que come fast food duas vezes por dia", disse Kristina Utzschneider, professora de Endocrinologia e Nutrição da Universidade de Washington, durante conferência no 29º Congresso de Endocrinologia e Metabologia esta semana, em Gramado.

Em estudo que está sendo realizado pela pesquisadora, um grupo de pacientes foi submetido a quatro semanas de uma dieta com 25% de gordura saturada e 55% de alimentos com alto teor calórico. Outro grupo foi submetido a uma dieta pobre em calorias e em gordura saturada (20% de gordura e 8% de gordura saturada).

Os resultados preliminares comprovam a hipótese de que uma dieta rica em gordura saturada e frutose interferem diretamente nos níveis de gordura no fígado. "Mesmo em poucas semanas, uma alteração pequena no peso pode causar mudanças significativas", afirmou. O estudo será concluído em 2012.

A esteatose hepática não alcoólica é uma doença reversível, mas se não acontecerem mudanças na alimentação nem perda de peso, o quadro pode evoluir para uma cirrose hepática.

Fonte: Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/795172-fast-food-e-uma-das-principais-causas-de-doenca-do-figado-gordo.shtml

Se por um lado o hábito de ler rótulos ajuda na dieta, em excesso, pode acabar virando uma doença.

Ler rótulo de comida ajuda a emagrecer

A ortorexia, transtorno alimentar caracterizado pela obsessão por comidas saudáveis, é cada vez mais comum, de acordo com a psicanalista Dirce de Sá Freire, coordenadora do curso de especialização em transtornos alimentares da PUC-RJ.

"É resultado de uma cobrança excessiva por uma alimentação saudável. Essa história de olhar rótulos é uma faca de dois gumes. Quem tem tendência a ter algum distúrbio alimentar pode acabar desenvolvendo a doença", afirma.

Um ortoréxico precisa ter controle sobre tudo o que come e sempre procura o alimento mais natural, com a menor quantidade de gordura e de calorias. Além de olhar os rótulos, um ortoréxico costuma ler os ingredientes para saber exatamente o que tem no produto.

"Percebemos que é um transtorno quando passa a interferir na vida social. A pessoa deixa de ir a certos lugares ou de participar de festas porque lá ela não poderá controlar o que come", complementa Freire.

A ortorexia pode ser associada a outros distúrbios alimentares, como a anorexia. Nos quadros mais graves, a pessoa faz uma "censura alimentar" tão forte que deixa de ingerir alguns grupos de alimentos e acaba ficando sem nutrientes essenciais.

"O rótulo não deve ser uma prisão. Ele é um auxiliar, mas não podemos basear nossa alimentação nisso. Precisamos de gorduras e de açúcares, não podemos eliminar completamente", afirma a nutricionista Sílvia Martinez.

Para Mônica Beyruti, da Abeso, o melhor mesmo é que a dieta seja baseada em alimentos não processados, sem rótulos. Essa é uma boa forma de evitar exageros e não se perder nas informações das embalagens.

Fonte: Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/800860-mania-de-alimentacao-saudavel-pode-virar-doenca.shtml

Ler rótulos de alimentos pode ser mais eficaz para perder peso do que fazer exercícios. Pelo menos é o que diz uma pesquisa da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

O estudo avaliou 12.000 americanos nascidos entre 1957 e 1964. Entre os participantes, 25% praticavam atividade física e 50% tinham o hábito de ler rótulos.

Prestar atenção às informações é mais eficaz do que fazer exercícios, mostra pesquisa da Universidade de WashingtonO resultado é que os que liam embalagens emagreceram mais do que aqueles que faziam atividade física, mas não estavam atentos às informações sobre os alimentos.

Mulheres de 37 a 50 anos foram as que tiveram os melhores resultados. O trabalho foi publicado na última edição do "The Journal Of Consumers Affairs".

Segundo especialistas, a "dieta do rótulo" funciona mesmo. "Saber o que estamos comendo faz diferença. Pessoas bem informadas comem melhor", diz o médico nutrólogo Fábio Ancona Lopez, professor da Unifesp.

O rótulo só vai fazer diferença, porém, se a pessoa souber interpretá-lo.

O que não é nada simples, de acordo com a endocrinologista Rosana Radominski, membro da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).

"Embalagens não são autoexplicativas. É preciso saber o que cada nutriente quer dizer e, às vezes, fazer alguns cálculos."

Sabendo interpretar, dá para comparar produtos parecidos e escolher aquele que contém os melhores valores nutricionais.

"Entre um biscoito recheado e outro, podemos optar pelo que tem mais fibras e menos gordura saturada, por exemplo, diz a nutricionista Sílvia Martinez, especialista em rotulagem de alimentos.

ALÉM DAS CALORIAS
Qual a primeira coisa que você repara no rótulo? As calorias, claro. Para Martinez, há outras informações tão ou mais importantes.

Uma delas é a denominação de venda --a descrição fiel do que é o produto, que fica no pé da embalagem. Assim, você compra hambúrguer, sem ler que trata-se de carne bovina misturada a carne suína. "Reparamos só no nome comercial, compramos uma coisa por outra."

Depois disso, a nutricionista Alexandra Tavares de Melo, uma das responsáveis pela atualização do Banco de Dados da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos, recomenda olhar a quantidade de fibras e de sódio.

"Nosso consumo de fibras é baixo e o de sódio é alto, principalmente se a pessoa ingerir muitos alimentos industrializados."

Outro ponto importante é a quantidade de gorduras totais e trans. Muitos alimentos diet, sem açúcar, têm mais gordura. Por outro lado, os light, com baixo teor de gordura, às vezes exageram na quantidade de açúcares e carboidratos.

De acordo com a nutricionista Mônica Beyruti, da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), não reparar no teor de gordura pode fazer com que a pessoa caia em armadilhas.

"O requeijão light tem mais gordura do que a maionese light, rica em gorduras poli-insaturadas, que são mais saudáveis."

QUAL É A PORÇÃO?
Para todos os cálculos, é essencial considerar o fracionamento que o fabricante estabeleceu para elaborar a tabela.
"Essa informação é a que mais confunde. A porção é diferente para cada alimento e é preciso fazer contas para comparar um com outro", afirma Lopez.

Fonte: Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/801054-ler-rotulo-de-comida-ajuda-a-emagrecer.shtml

É considerada como um alimento funcional, ou seja, que contém, além de seus nutrientes básicos (carboidratos, proteínas, gorduras e fibras), elementos que podem diminuir o risco de algumas doenças pois seu uso contínuo pode proporcionar aumento da defesa orgânica e redução do ritmo de envelhecimento celular.

Na composição da semente de linhaça estão presentes proteínas, fibras alimentares e ácidos graxos poliinsaturados (Ômega 3 e Ômega 6), que lhe conferem a propriedade de alimento funcional. A semente de linhaça é a mais rica fonte de Ômega 3 existente na natureza.

Os investigadores do INSTITUTO CIENTÍFICO PARA ESTADO DA LINHAÇA DO CANADÁ e dos Estados Unidos, têm enfocado sua atenção no rol desta semente na prevenção e cura de numerosas doenças degenerativas.

Segue algumas perguntas e respostas sobre o assunto:

O consumo da linhaça proporciona quais benefícios à saúde?
R: Para o desenvolvimento do sistema nervoso central, auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares, ajuda na redução de LDL-c (“colesterol ruim”), regulação intestinal, revitalização da pele, auxilia na coagulação sangüínea, diabetes e determinados tipos de câncer (por ex. câncer de mama), atuam ainda na redução de processos inflamatórios e doenças auto-imunes.

A semente de linhaça também é rica em ácidos fenólicos, que agem como antioxidantes, e ligninas, substâncias com estrutura química muito semelhante ao estrogênio, exercendo atividade semelhante à deste hormônio. Devido a tal característica, é muito utilizado para minimizar os sintomas da menopausa, período em que os níveis de estrogênios são naturalmente diminuídos.

Existe mais de um tipo de linhaça? Em caso positivo, quais?  Existe diferença entre elas em relação aos ganhos nutricionais ou algum outro aspecto?
R: Existem dois tipos de semente de linhaça: dourada e marrom. Não existem diferenças na composição dos dois tipos, já que as duas são compostas pelos mesmos nutrientes e mantém o mesmo potencial funcional. Porém, a marrom é cultivada em regiões de clima quente e úmido e a dourada é plantada em regiões frias.

A linhaça é indicada para ser usada em quais tipos de preparos?
R: A utilização da semente de linhaça pode ocorrer de diferentes formas. Pode ser utilizada no complemento de inúmeras preparações: pães, bolos, biscoitos, cereais, e até adicionadas a sucos, saladas, sobremesas, iogurtes, frutas, frutas amassadas, leite e sopas. A semente de linhaça é usada como matéria-prima para a produção de óleo e farelo, sendo rica em fibras, proteínas e gordura

Na hora da compra, como escolher o alimento?
R: Tanto a linhaça moída quanto a semente inteira tem os mesmos benefícios, porém a moída é mais fácil para ingerir. Todos os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, pois como a casca da semente é muito dura, sua digestão é comprometida podendo passar direto pelo trato gastrointestinal, reduzindo a absorção de seus nutrientes.

Qual a melhor forma de conservação? Prazo de validade?
R: A melhor forma de conservação depois de moída, a semente deve ser mantida sob refrigeração e longe da luz, para evitar a oxidação das gorduras. Ficar atento ao prazo de validade contido nos rótulos das embalagens.

Qual a quantidade correta a se consumir por dia?
R: Para o consumo, é indicada a mistura de até quatro colheres de sopa rasa de farinha de semente de linhaça por dia, em saladas, iogurtes, cereais, vitaminas, confecções de pães, bolos (pra dosagem especifica é melhor consultar uma nutricionista).

Porque a linhaça ajuda a emagrecer?
R: Ajuda no processo de emagrecimento por que proporciona saciedade por mais tempo, auxiliando no processo de eliminação das fezes. É um bom desintoxicante, como conseqüência deixa você mais leve e disposta e com a pele mais bonita. É importante salientar que a farinha de linhaça isoladamente não promoverá a redução do peso. Para que a farinha de linhaça promova a perda de peso, é importante associá-la à dieta hipocalórica (de baixa caloria), que deverá ser nutricionalmente balanceada. Nesse caso, é importante que a pessoa procure a orientação de um nutricionista, que é o profissional capacitado para estabelecer um plano alimentar saudável e que contribuirá para a redução do peso.

Quais as culturas (países e regiões) que mais utilizam a linhaça em seus preparos?
R: É de origem asiática, a semente de linhaça pertence à família das Lináceas e é obtida a partir do linho, uma das plantas mais antigas da história. Apesar do consumo da linhaça ser relativamente novo na atualidade, esta é uma das sementes oleaginosas mais tradicionais de todos os tempos. É cultivada na Babilônia, Mesopotâmia e Egito há aproximadamente 7.000 anos.

Todas as pessoas podem consumir linhaça ou existe alguma restrição?
R: Sim. Não há restrições.

Referências
CREDIDIO, Edson. Propriedades Nutricionais da Linhaça., Associação Brasileira de Alimentos Funcionais, 2005. (www.sbaf.org.br)

A busca por uma alimentação alternativa é, sem dúvida, uma realidade nos dias de hoje. Consumidores que buscam novos e saudáveis hábitos alimentares têm nos produtos diet e light grandes aliados. Os mais jovens procuram os produtos geralmente com preocupações ligada à estética corporal e, entre os mais velhos, a procura prende-se à preservação ou manutenção da boa saúde.1

“Cada vez mais, encontramos produtos com características diversas nas prateleiras do supermercado”: “Isento de açúcar”; "Sem sódio"; "Teor reduzido de gorduras", entre outros. Essas informações precisam estar dispostas de forma clara e legível para os consumidores. 2
Os rótulos são a maior fonte de informações quanto à composição, qualidade e características dos alimentos e auxiliam para uma escolha certa e adequada na hora da compra.2

Alimentos diet são aqueles especialmente formulados e/ou produzidos de forma que sua composição atenda necessidades dietoterápicas específicas de pessoas com exigências físicas, metabólicas, fisiológicas e/ou patológicas particulares. Com restrição de açúcares (mono e dissacarídeos), sódio, gorduras, colesterol, aminoácidos ou proteínas, dietas para controle de peso, administradas por sonda, e modificadas em sua estrutura.3

O alimento diet, por exemplo, nem sempre é um alimento "sem açúcar"; na maioria das vezes há restrição de algum nutriente, seja esse carboidrato (açúcares), gordura, proteína ou outros. O mesmo é destinado às pessoas que não podem ou não querem ingerir determinado nutriente, podendo ser consumido por qualquer pessoa2, 4

Atualmente, os produtos dietéticos conquistaram seu espaço, e a indústria brasileira desse setor coloca à disposição do consumidor, cada vez mais, uma vasta gama de produtos contendo substitutos da sacarose, como,  por exemplo, balas, gomas de mascar, adoçantes de mesa, refrigerantes, sucos, chás, entre outros.

O termo light é utilizado para alimentos produzidos de forma que sua composição reduza em, no mínimo, 25% do valor calórico e/ou alguns nutrientes como: açúcares, gorduras saturadas, gorduras totais, colesterol e sódio, quando comparado ao valor normal.5

Portanto, com a retirada ou redução de algum nutriente, o alimento pode apresentar uma diminuição de calorias, e o consumidor que deseja emagrecer deverá estar atento à tabela nutricional, que é obrigatória, verificando se a redução é significativa e se justifica a substituição do alimento convencional por estes produtos, uma vez que costumam ser mais caros que os convencionais.5

Receitas Relacionadas:

Suco de Abacaxi com Hortelã Diet
http://morellinutricao.com.br/ler.php?pagina=5&artigo=27

Bolo de Cenoura Diet
http://morellinutricao.com.br/ler.php?pagina=5&artigo=26

Limonada Suíça Light
http://morellinutricao.com.br/ler.php?pagina=5&artigo=25

Estrogonofe Light
http://morellinutricao.com.br/ler.php?pagina=5&artigo=24

Referências Bibliográficas
1 LERAYER, Alda Luiza Santos et al. Nova legislação de produtos lácteos e de alimentos para fins especiais, diet, light e enriquecidos. São Paulo: Fonte, 1998.
2 ABIAD. Diet e Light. Disponível em: http://www.abiad.gov.br. Acesso em: 13 out 2005.
3 CÂNDIDO, Lys Mary Bileski, CAMPOS, Adriane Mulinari. Alimentos para fins especiais: Dietéticos. São Paulo: Varela, 1995.
4 TEIXEIRA NETO, Faustino. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara, 2003
5 INMETRO. Produtos Diet e Light – parte I e II. Disponível em: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos. Acesso em: 17 mai 2005.

Um Guia para a Escolha dos Alimentos

Visando promover a saúde e os hábitos alimentares saudáveis, as principais orientações sobre alimentação foram reunidas em um guia alimentar. Adotou-se a forma gráfica da pirâmide para veiculação de informações contidas nesse guia, como o estabelecimento de níveis e porções.
A Pirâmide Alimentar é um guia que nos ajudam na escolha dos alimentos. Auxilia a planejar as refeições diárias de maneira adequada, balanceada e saudável.
A apresentação dos alimentos em grupos permite uma associação mais fácil dos alimentos por nomes populares e as respectivas porções em unidades ou medidas caseiras, ou seja, na forma como cada um de nós costuma comer o alimento considerando o nutriente-fonte principal (p. ex., uma fatia de mamão: grupo das frutas – fonte de vitaminas e minerais).

A Pirâmide é composta por 8 grupos:

• Grupo do Pão, Arroz, Batata e Tubérculos:
Esse grupo compõe a base da pirâmide, são os alimentos fonte de energia para nosso corpo, é esses alimentos que nos dão energia para, andar, correr, trabalhar, fazer nossas atividades diárias. Dê preferência aos alimentos integrais, pois são ricos em fibras, que ajudam a regular o funcionamento do intestino e dão sensação de saciedade.

• Grupo das Verduras e Legumes:
Esse grupo localiza-se na pirâmide, acima do grupo de cereais, é o grupo dos reguladores, que fornecem vitaminas, minerais e fibras. Colaboram na manutenção e no bom funcionamento do organismo, evitando e ajudando a combater doenças como gripes e resfriados.

• Grupo das Frutas:
Também fazem parte dos reguladores e são fonte de vitaminas, minerais e fibras. Colaboram na manutenção e no bom funcionamento do organismo, evitando e ajudando a combater doenças como gripes e resfriados. Dê preferência as frutas da época, pois além de mais baratas, são mais saborosas.


• Grupo das Leguminosas
Esse grupo situa-se na parte central da pirâmide, são conhecidos como alimentos construtores. São os alimentos compostos por proteínas de origem vegetal, contem fibras e ferros. São encontradas no feijão, ervilha, soja, lentilha.

• Grupo do Leite e Derivados:
Também situado na parte central da pirâmide, além de serem fontes de proteínas são fontes de cálcio e fósforo, minerais importantes para manter os ossos saudáveis.

• Grupo das Carnes, Frangos, Peixes e Ovos:
Encontrado na parte central da pirâmide, são alimentos construtores, fontes de proteínas de origem animal, sendo essenciais para o crescimento, formando o corpo, ossos, pele, dentes, unhas, cabelos, etc. Além disso, são fontes de ferro, importantes na prevenção da anemia.

• Grupo dos Óleos e Gorduras:
Este grupo encontra-se no topo da pirâmide alimentar, indicando que devem ser consumidos com moderação, pois o excesso pode trazer riscos para a saúde. Conhecido com alimentos energéticos extra. São responsáveis por dar sabor aos alimentos, mas, por serem altamente calóricos, em excesso podem causar a obesidade além de aumentar o colesterol ruim (LDL). São encontrados em óleos, sementes oleaginosas (amendoim, castanha, nozes, avelã), manteiga e margarina e derivados destes.

• Grupo dos Açúcares e Doces:
Também se encontra no topo da pirâmide alimentar, indicando que devem ser consumidos com moderação devido ao seu alto valor calórico e baixo valor nutricional, pois o excesso pode trazer riscos para a saúde. Conhecido com alimentos energéticos extra. São encontrados em alimentos como mel, doces, açúcares.

Além dos grupos é importante ressaltar:

Água
A água também faz parte de uma boa alimentação. Ela desempenha um papel essencial em quase todas as funções do corpo humano. É utilizada para digestão e absorção, para o transporte de nutrientes, ajuda a manter a temperatura do corpo estável. Tem ainda grande importância na prevenção da desidratação, como também para evitar a sobrecarga renal e a constipação intestinal.
Os adultos necessitam ingerir em média de 6 a 8 copos de água por dia, sendo esta quantidade ingerida nos intervalos das refeições, pois junto delas atrapalham o processo digestivo, o qual se torna mais lento.

Fibras
As fibras alimentares são substâncias presentes nas plantas, que não fornecem energia e resistem à digestão pelas enzimas do tubo digestivo. A maioria das fibras provém das frutas, vegetais, feijões, ervilhas e outras leguminosas, cereais, grãos e sementes.
Entre os principais efeitos das fibras na dieta estão: prevenção da prisão de ventre, sensação de saciedade, pelo atraso do esvaziamento gástrico, tornando mais lenta a digestão e absorção de nutrientes, aumento do bolo fecal, regularização do trânsito intestinal.
Ainda auxilia na redução dos níveis elevados de colesterol no sangue, diminui a probabilidade de doença cardiovascular, câncer de cólon, diabetes e outros distúrbios gastrointestinais e ajuda a controlar o peso.
Entretanto, quando em excesso, pode causar distensão abdominal e pode levar a deficiência de minerais. Alguns alimentos ricos em fibras, ainda podem causar flatulência. Por isso, há necessidade de uma dieta equilibrada, pois esta fornecerá a quantidade necessária de fibras, sem excesso.

Atividade Física
A prática regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações. Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o "colesterol bom"). Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas.

Estudo sugere informar exercícios e não calorias para estimular dieta

Um estudo americano sugere que as pessoas tendem a optar por refeições menos calóricas quando frequentam restaurantes que trazem em seus cardápios a quantidade de exercício necessário para queimar as calorias dos alimentos.
Segundo os cientistas responsáveis pela pesquisa, para estimular pessoas a controlarem melhor seu peso, seria mais eficiente informar a elas como podem queimar as calorias de um cheeseburguer, por exemplo, do que simplesmente informá-las quantas calorias o sanduíche contém.
A pesquisa, conduzida por uma equipe da Universidade Cristã do Texas, dividiu 300 voluntários com idade entre 18 e 30 anos em três grupos aleatórios.
Um recebeu um menu sem as informações calóricas; o segundo recebeu cardápios que continham o número de calorias de cada alimento, e o terceiro foi informado tanto sobre as calorias do alimento quanto sobre a quantidade de exercício necessário (em tempo de caminhada rápida) para queimar suas calorias.
No final, as pessoas do grupo que recebeu os menus com as informações sobre exercícios físicos pediram refeições menores e comeram menos, consumindo em média cem calorias a menos do que as outras.


Benefícios
As pesquisadoras Meena Shah e Ashlei James explicam que todos os menus continham a mesma seleção de alimentos e bebidas, que incluía hambúrgueres, sanduíches, salada, batata frita, refrigerantes e água. Nenhum dos voluntários estava ciente dos objetivos da pesquisa.
"Este é o primeiro estudo que reflete sobre os efeitos de mostrar quantos minutos de caminhada rápida são necessários para queimar as calorias contidas nos alimentos consumidos. A pesquisa sugere que há benefícios", diz Meena Shah.
Os cientistas destacam o fato de que a caminhada rápida é um tipo de exercício que tem um grande apelo, já que é de fácil execução.
Shah, porém, ressalta que não é possível extrapolar as conclusões para a população com mais de 30 anos. Por isso, mais pesquisas, envolvendo pessoas mais velhas, ainda são necessárias.
Contagem de calorias
Victoria Taylor, nutricionista da Fundação Britânica do Coração, uma organização não-governamental que realiza campanhas de conscientização sobre os males cardíacos, diz que é muito claro que a inclusão das informações sobre opções mais saudáveis e conteúdo nutricional ajuda as pessoas a tomarem melhores decisões ao pedirem refeições em um restaurante.
Mas a especialista diz que as medidas são insuficientes.
"Enquanto mostrar a quantidade de exercício necessária para queimar calorias é uma ideia interessante, uma dieta saudável para o coração inclui mais do que apenas contar as calorias", diz Taylor.
Ela acrescenta que os "restaurantes também podem implementar outras medidas para tornar as refeições mais saudáveis ao servirem tamanhos de porções mais apropriados e reduzirem a quantia de sal, gordura saturada e açúcar em seus pratos".
"Tanto ao comer fora quanto em casa, uma dieta balanceada com muitas frutas e vegetais é a melhor maneira de proteger seu coração".

Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/estudo-sugere-informar-exercicios-e-nao-calorias-para-estimular-dieta-1.html

Pesquisa liga bebidas diet a maior risco de depressão

Feito com 250 mil pessoas, estudo apontou risco um terço maior da doença entre pessoas que consumiam quatro latas ou copos de líquidos dietéticos por dia.

O estudo realizado com 250 mil pessoas verificou que as que consumiam quatro latas ou copos de refrigerantes ou sucos dietéticos por dia aumentavam o risco de depressão em até um terço. A pesquisa, apresentada na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, não indicou a causa dessa ligação.

O estudo também analisou o efeito do consumo diário de café e verificou que os consumidores contumazes da bebida tendem a sofrer menos de depressão. Segundo os pesquisadores, as pessoas que bebiam quatro copos de café por dia tiveram 10% menos chance de serem diagnosticados com depressão ao longo dos dez anos do estudo do que aqueles que não bebiam café.

"Nossa pesquisa sugere que cortar ou reduzir o consumo de bebidas com adoçante ou trocá-las por café não adoçado pode reduzir naturalmente seu risco à depressão", afirma o coordenador do estudo, Honglei Chen, do Instituto Nacional de Saúde da Carolina do Norte. Ele disse, porém, que mais estudos são necessários para explorar as causas dessa relação.

Os pesquisadores advertem ainda que os resultados se aplicam aos objetos do estudo – pessoas acima de 50 anos vivendo nos Estados Unidos –, mas podem não ser repetidos em outras amostras.

Críticas

Os resultados da pesquisa americana são contestados pela Associação Dietética Britânica. Para a nutricionista Gaynor Russell, porta-voz da organização, o estudo não significa necessariamente que adoçantes provocam depressão.

"Para começar, as pessoas que sofrem de depressão podem se ligar mais à ideia de que suas bebidas adoçadas provocam o problema e então adicionar uma inclinação em seus relatos de consumo passado, especialmente porque os refrigerantes nos Estados Unidos são muito demonizados. Além disso, pode ser que o consumo de bebidas dietéticas esteja ligado à obesidade e ao diabetes, o que podem ser em si mesmos causas para a depressão", afirma.

Segundo a nutricionista, "os adoçantes não caloríficos têm um papel importante em dietas para as pessoas que tentam perder peso ou que têm diabetes , e certamente não é recomendável que elas substituam suas bebidas dietéticas por mais café".

Russell afirma que a segurança dos adoçantes, como o aspartame, já foi extensivamente estudada por pesquisadores e é certificada por agências reguladoras.

 

Fonte:BBC - http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/2013-01-09/pesquisa-liga-bebidas-diet-a-maior-risco-de-depressao.html

O PERSONAL DIET.

 

Artigo este que apresenta 2 propostas: A primeira é informar ao público e interessados o que realmente é um serviço de personal diet e seus benefícios. A segunda é tornar mais conhecido esse serviço nutricional, atualizando os demais nutricionistas sobre essa forma de trabalho que vem crescendo e agradando cada vez mais os pacientes, não só, pelo projeto de mudança qualitativa da dieta familiar, assim como pela facilidade e praticidade do programa e sua aplicação, principalmente para a dona de casa atual.

Personal diet tem como significado Assistência Nutricional Global Personalizada, sendo um programa completo de serviços nutricionais que envolve: atendimento clínico, programas de emagrecimento, ganho de massa corporal, projeto de qualidade de vida, planejamento de refeições práticas, cardápios mensais, técnicas dietéticas e de segurança, higiene alimentar, receitas saudáveis, aula de gastronomia, treinamento de cozinheiras, arrumação da cozinha e geladeira, incluindo lista de compras e acompanhamento ao supermercado. Ou seja, é um serviço nutricional completo e totalmente personalizado.

O profissional  deste ramo tem como objetivo atender as necessidades exclusivas de seus pacientes, que variam desde a reeducação alimentar particular ou familiar, dieta voltada para diversas patologias (hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes mellitus, câncer, obesidade, etc), manutenção do peso, variação ou adequação do plano alimentar, até a montagem de cardápios diário. É o  jeito de estarmos sempre presente na vida de nossos pacientes dando confiança e atenção.

Esse programa nutricional individualizado é oferecido por profissionais altamente capacitados e de amplo conhecimento em nutrição, gastronomia e administração. Nós, profissionais da área, orientamos os pacientes para que eles atinjam sues objetivos, adequem as mudanças de hábitos alimentares e percebam a satisfação de um novo estilo de vida, além do envolvimento familiar para que aprendam a respeitar as restrições dos outros. Também auxiliamos na inserção de novos alimentos e preparações, agregando novos conhecimentos para a cozinheira da casa. Atingindo tal resultado, temos como resultado final a melhora da qualidade de vida do paciente. Missão comprida!

O processo não diferencia-se muito de uma reeducação alimentar realizada em consultório. A não ser pela proximidade paciente-nutricionista, o cuidado especial e próximo, atendimento individualizado respeitando gostos e necessidades de cada membro da família, garantindo  toda a qualidade e honrando o título de Personal Diet. É ter a consciência de ter realizado um bom trabalho.

Para os contratantes as vantagens giram em torno do auxilio a dona de casa moderna, amenizar a correrria do dia a dia, melhorar a qualidade de vida, racionar o trabalho excessivo, produzir alimentos de alta qualidade, com variações gastronomicas sofisticadas, além de adicionar à dieta alimentos com efeito funcionais.

O foco deste trabalho é o estudo realizado pelas diferenças. É proporcionar à todos facilidades nas mudanças, apoio nas dificuldades e hamoniza entre o corpo e a mente. A expectativa de uma vida saudável resumi-se nesse projeto, que tem como fins a PROMOÇÃO da SAÚDE e a QUALIDADE DE VIDA.

Fonte:  ANutricionista.Com

Diferenças entre alimentos diet, light e zero

Produtos light, diet e zero costumam causar confusão na hora da compra. E as opções aumentam a cada dia. Afinal, qual deles não contém açúcar, gordura e ajuda a emagrecer? O que é mais indicado para cada caso? Muitas pessoas não sabem, mas alguns alimentos light ou diet podem ser tão ou mais calóricos que os normais.

Light, <span style='background-color:#FFFF00;'>diet</span> e zero (Foto: Arte/G1)

Segundo Amanda, é fundamental prestar atenção nos rótulos e nas porções consumidas. E um mesmo produto pode ser light, diet e zero, já que uma categoria não exclui a outra. Por isso, deve-se verificar qual é o ingrediente que está tornando determinado alimento reduzido ou ausente de algo.

Os itens light apresentam uma diminuição de 25% em algum componente se comparado com o original. Podem ser calorias, açúcares, gorduras, sódio ou outros nutrientes. Na pipoca light, por exemplo, a diferença de calorias, gorduras e carboidratos é pequena. A margarina tem menos da metade das gorduras e calorias que a normal. Já o sorvete light é feito com menos carboidratos e quase metade das calorias, porém concentra mais que o dobro de sódio.

Alimentos zero são os que contêm uma quantidade não significativa de algum item em relação ao tradicional. O refrigerante light ou zero tem zero caloria, mas a quantidade de sódio é maior.

O diet, por sua vez, é recomendado para dietas especiais, como a de pacientes diabéticos. Costuma ter menos carboidrato, açúcar, gordura ou sódio. Entre o chocolate light e diet, por exemplo, a diferença é pequena: o diet contém mais gordura e carboidrato que o normal, e pode ser mais calórico. Já o zero não tem açúcar nem lactose, além de menos calorias e carboidratos.

Segundo Halpern, 1 grama de gordura concentra 9 calorias, contra 4 calorias em 1 grama de carboidrato. O especialista também recomendou conferir sempre o valor energético dos produtos e não exagerar, pois aí os benefícios se perdem e pode haver o efeito contrário.

Fonte: G1.com.br

Dieta do brasileiro tem 'poucos nutrientes e muitas calorias', diz IBGE

Composta prioritariamente por arroz e feijão, associados a alimentos calóricos e de baixo teor nutritivo, a dieta de 90% dos brasileiros está fora do padrão recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no que diz respeito ao consumo de frutas, verduras e legumes. É o que aponta o estudo Análise de Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, a OMS e o Guia Alimentar Brasileiro sugerem o consumo de 400 g de frutas, legumes e verduras por dia. Nem 10% da população ingere o indicado. As maiores médias de consumo diário per capita no país são de feijão (182,9 g/dia), arroz (160,3 g/dia), carne bovina (63,2 g/dia), sucos (145,0 g/dia), refrigerantes (94,7 g/dia) e café (215,1 g/dia).  (Siga a leitura da reportagem após o infográfico sobre o prato do brasileiro)

De acordo com o levantamento, os brasileiros, principalmente os adolescentes, consomem em grande quantidade alimentos como biscoitos, linguiça, salsicha, mortadela, sanduíches e salgados. Entre as bebidas, destaque para os refrigerantes e sucos com adição de açúcar. O consumo de biscoitos recheados foi quatro vezes maior entre os adolescentes (12,3 g/dia) do que entre adultos (3,2 g/dia) e foi mínimo entre os idosos (0,6 g/dia). Para sanduíches, os adolescentes e os adultos apresentaram médias de consumo duas vezes maiores do que os idosos.

Destacam-se nos domicílios rurais o consumo de arroz, feijão, peixes frescos e farinha de mandioca. Já na área urbana, segundo o IBGE, destaque para os refrigerantes, pão de sal, cerveja e sanduíches.

Quando considerada a alimentação de homens e mulheres, o estudo aponta que os homens têm menor consumo per capita de verduras, saladas, e grande parte das frutas e doces. Já o consumo per capita de cerveja e bebidas destiladas chega a ser cerca de cinco vezes maior entre os homens do que entre as mulheres - o consumo de cerveja é de 8,1 g/dia entre as mulheres, contra 55,7 g/dia entre os homens.

Impacto da renda na alimentação
O estudo do IBGE indica uma relação entre as condições de alimentação e a renda familiar per capita do brasileiro. De acordo com o levantamento, alimentos considerados saudáveis como o feijão, preparações à base de feijão, milho e preparações à base de milho são mais consumidos entre a população de menor renda. O mesmo acontece com o consumo médio de batata-doce, enquanto a batata frita, por exemplo, considerada altamente calórica, é mais consumida na classe de maior renda.

O consumo de doces, refrigerantes, pizzas e salgados fritos e assados, considerados prejudiciais à saúde, também é reduzido na menor categoria de renda do brasileiro. Por outro lado, o consumo de frutas e verduras aumenta conforme a renda, assim como o de leite desnatado e os derivados de leite, que têm custo mais elevado.

No caso do arroz, cuja ingestão diária chega a 168,1 g por pessoa nas famílias com renda per capita de até R$ 296, o índice cai para 129,7 g nas famílias com renda per capita acima de R$ 1.089. O mesmo ocorre com o feijão, com consumo diário de 195,5 g e 127,5 g, respectivamente.

 

Fonte: G1.com.br

Dietas com baixo teor de açúcar são mais eficientes e saudáveis, diz estudo

Um estudo publicado esta semana mostrou que dietas com baixo teor de gordura podem causar riscos à saúde e não são tão produtivas na hora de perder peso como as dietas de baixo índice de açúcar, independentemente do número de calorias.

"Descobrimos o que vai contra o dogma nutricional dominante: todas as calorias não são iguais", afirma David Ludwig, um dos responsáveis do estudo realizado por pesquisadores de um hospital de Boston e publicado no Journal of American Medical Association.

A pesquisa revelou que as dietas que reduzem o açúcar no sangue, tanto dietas de baixo índice glicêmico como as com pouco carboidrato, são muito mais efetivas na hora de perder peso, por sua melhor resposta hormonal e metabólica.

Dieta: a mais eficaz é aquela que reduz açúcares, e não gorduras e carboidratos"Apesar de tradicionalmente a Associação do Coração do Governo americano recomendar dietas com baixo teor de gordura, estas reduzem a velocidade do metabolismo para queimar calorias, geram um padrão perigoso de lipídios e resistência à insulina", apontam as conclusões da pesquisa.

Por essas razões, argumentam os cientistas, as pessoas que perderam peso com dietas de baixo teor de gordura tendem a voltar a engordar mais rápido que as que seguiram dietas que reduzem o índice de açúcar e de carboidratos.

No entanto, as dietas de baixo índice glicêmico são as mais recomendáveis, normalmente vinculadas à alimentação mediterrânea (ricas em legumes, vegetais, cereais e gorduras saudáveis), já que são digeridos lentamente e ajudam a manter os níveis de açúcar e hormônios estáveis após a refeição.

No que se refere às dietas com pouco carboidrato, o estudo encontrou um aumento dos níveis de proteína c-reativa, que pode aumentar o risco de doenças coronárias. Além disso, as dietas de baixo índice de açúcar são mais fáceis de serem seguidas, pois não eliminam nenhuma categoria completa de alimentos.

O estudo foi realizado com 21 pacientes obesos, com idades entre 18 e 40 anos, que perderam até 15% de seu peso e foram submetidos aos três tipos diferentes de dieta com o mesmo número de calorias.

 

Vai comer fora de casa? Veja dicas para evitar que isso arrase a sua dieta

Restaurante japonês: prefira a opção do shoyo light e não opte pelo rodízio – assim evita comer em excesso e também os preparados fritos.

Fast food: escolha a opção mais saudável, ou seja, aquela que contém mais vegetais e menos gordura. Se isso não for possível, evite. Simples assim.

Pizzaria: coma, no máximo, duas fatias, evitando as mais gordurosas (aquelas que contêm calabresa, lombinho e cheddar, por exemplo). As opções mais saudáveis são os sabores que levam hortaliças, como rúcula, escarola e vegetariana.

Cantina italiana: evite as massas recheadas e com molho branco. As opções mais saudáveis são com molho ao sugo ou com vegetais.

Churrascaria: inicie com um prato de legumes e verduras e evite molhos gordurosos à base de maionese e queijos. A quantidade de carne deve ser controlada de acordo com o liberado na dieta. Escolha as carnes mais magras e evite a parte gordurosa, como a pele do frango e do peixe.

Restaurante por quilo: monte o prato sem exageros, de acordo com as quantidades que estão no cardápio da dieta. Não repita o prato e lembre-se de colocar porções de verduras e legumes sempre.

Dia de feijoada: faça um prato modesto, que contenha couve e laranjas. Evite as partes gordurosas, ou seja, as costelinhas e as linguiças.

Em todos os estabelecimentos: se beber, escolha suco natural e sem açúcar em vez de refrigerante. Evite as frituras e dispense o couvert e a sobremesa. É por uma boa causa!

Suco de abacaxi com hortelã diet

Rendimento: 8 porções

Ingredientes:
1 unidade(s) de casca de abacaxi picada(s)
20 folhas(s) de hortelã
1 xícara(s) (café) de suco de limão
1 1/2 litro(s) de água gelada(s)
Quanto baste de adoçante.

Modo de Preparo:
Bata no liquidificador as cascas de abacaxi com a hortelã e a água. Coe e acrescente o suco de limão com o açúcar.
Sirva a seguir.

Bolo de Cenoura Diet

Tempo de preparo: 50 min.
Rendimento:  4 porções

Ingredientes
4 ovos
2 cenouras
½ xícara (chá) de óleo
1 ½ xícara (chá) de açúcar light
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher de (sopa) de fermento em pó
Forma untada com margarina light e enfarinhada

Modo de preparo
Bata no Liquidificador os ovos, o óleo, a cenoura e o açúcar. Peneire a farinha de trigo e o fermento, junte aos ingredientes batidos e misture até ficar uma massa homogênea. Coloque na forma untada e leve para assar em forno préaquecido a 180°C por 35 a 40 minutos.

Informações Nutricionais por Porção
Calorias: 34 kcal
Carboidratos: 5g
Proteína: 0,4g
Lipídeos: 1g

Diet e Light

A busca por uma alimentação alternativa é, sem dúvida, uma realidade nos dias de hoje. Consumidores que buscam novos e saudáveis hábitos alimentares têm nos produtos diet e light grandes aliados. Os mais jovens procuram os produtos geralmente com preocupações ligada à estética corporal e, entre os mais velhos, a procura prende-se à preservação ou manutenção da boa saúde.1

“Cada vez mais, encontramos produtos com características diversas nas prateleiras do supermercado”: “Isento de açúcar”; "Sem sódio"; "Teor reduzido de gorduras", entre outros. Essas informações precisam estar dispostas de forma clara e legível para os consumidores. 2
Os rótulos são a maior fonte de informações quanto à composição, qualidade e características dos alimentos e auxiliam para uma escolha certa e adequada na hora da compra.2

Alimentos diet são aqueles especialmente formulados e/ou produzidos de forma que sua composição atenda necessidades dietoterápicas específicas de pessoas com exigências físicas, metabólicas, fisiológicas e/ou patológicas particulares. Com restrição de açúcares (mono e dissacarídeos), sódio, gorduras, colesterol, aminoácidos ou proteínas, dietas para controle de peso, administradas por sonda, e modificadas em sua estrutura.3

O alimento diet, por exemplo, nem sempre é um alimento "sem açúcar"; na maioria das vezes há restrição de algum nutriente, seja esse carboidrato (açúcares), gordura, proteína ou outros. O mesmo é destinado às pessoas que não podem ou não querem ingerir determinado nutriente, podendo ser consumido por qualquer pessoa2, 4

Atualmente, os produtos dietéticos conquistaram seu espaço, e a indústria brasileira desse setor coloca à disposição do consumidor, cada vez mais, uma vasta gama de produtos contendo substitutos da sacarose, como,  por exemplo, balas, gomas de mascar, adoçantes de mesa, refrigerantes, sucos, chás, entre outros.

O termo light é utilizado para alimentos produzidos de forma que sua composição reduza em, no mínimo, 25% do valor calórico e/ou alguns nutrientes como: açúcares, gorduras saturadas, gorduras totais, colesterol e sódio, quando comparado ao valor normal.5

Portanto, com a retirada ou redução de algum nutriente, o alimento pode apresentar uma diminuição de calorias, e o consumidor que deseja emagrecer deverá estar atento à tabela nutricional, que é obrigatória, verificando se a redução é significativa e se justifica a substituição do alimento convencional por estes produtos, uma vez que costumam ser mais caros que os convencionais.5

Receitas Relacionadas:

Suco de Abacaxi com Hortelã Diet
http://morellinutricao.com.br/ler.php?pagina=5&artigo=27

Bolo de Cenoura Diet
http://morellinutricao.com.br/ler.php?pagina=5&artigo=26

Limonada Suíça Light
http://morellinutricao.com.br/ler.php?pagina=5&artigo=25

Estrogonofe Light
http://morellinutricao.com.br/ler.php?pagina=5&artigo=24

Referências Bibliográficas
1 LERAYER, Alda Luiza Santos et al. Nova legislação de produtos lácteos e de alimentos para fins especiais, diet, light e enriquecidos. São Paulo: Fonte, 1998.
2 ABIAD. Diet e Light. Disponível em: http://www.abiad.gov.br. Acesso em: 13 out 2005.
3 CÂNDIDO, Lys Mary Bileski, CAMPOS, Adriane Mulinari. Alimentos para fins especiais: Dietéticos. São Paulo: Varela, 1995.
4 TEIXEIRA NETO, Faustino. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara, 2003
5 INMETRO. Produtos Diet e Light – parte I e II. Disponível em: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos. Acesso em: 17 mai 2005.