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São imensos os benefícios atribuídos a este fruto silvestre, de cores que variam entre o branco, vermelho e preto.

O seu aspecto normalmente pequeno varia entre 1cm e 3cm. São uma excelente fonte de ferro e vitamina C.

A sua utilidade é alargada, em conserva, compotas, geleias, tortas, vinhos entre outras.

São ainda muito utilizadas em medicamentos naturais, porque contêm grande quantidade de antocianinas, enontrado nos pigmentos que dão a cor ao fruto.

Está provado que as antocianinas são antioxidantes capazes de reverter o processo de danos celulares causados pelos radicais livres.

São também considerados muito úteis na prevenção de doenças cardiovasculares, derrames e mesmo no cancro.

As antocianinas encontradas neste fruto podem também ser utilizadas na alimentação como corante natural.

Fonte: http://academiacorpus.com.br/site/beneficios-da-amora-silvestre/

Elas potencializam o sabor, o aroma e a cor da comida, basta saber usá-las. 
 
Na culinária brasileira, o clássico refogado de alho e cebola carrega praticamente sozinho a responsabilidade de dar sabor aos pratos. É um hábito corriqueiro, um costume saboroso e inabalável. E é também uma injustiça com as poderosas ervas aromáticas. Muitas vezes esquecidas na lista de compras, elas são capazes de transformar uma receita. A contribuição vem em aroma e sabor: o peixe ganha realce com um galho de alecrim; a carne do churrasco fica mais potente com folhas de tomilho; e a omelete deixa de ser apenas ovo mexido quando acrescida de um raminho de endro.
Graças à colonização estrangeira, nos acostumamos a comer pizza com orégano e manjericão. Mas há muitas outras possibilidades. E o público parece estar despertando para isso. É o que afirma o empresário Nelusko Linguanotto Neto, da loja de ervas e especiarias Bombay, em São Paulo. Ele conta que, no início, trabalhava com sessenta itens em seu catálogo. Hoje são trezentos produtos. “Percebi que as pessoas não usam ervas e especiarias por pura falta de conhecimento”, diz. Por isso lançou, em 2006, o livro Ervas & Especiarias com Suas Receitas [Editora Gaia], com indicações sobre o uso apropriado de cada exemplar. “Preparos simples se tornam sofisticados quando se sabe usar uma erva”, avalia Linguanotto (confira a receita de salmão marinado no endro sugerida por ele).
No  mercado, elas são encontradas frescas, secas, em pó ou liofilizadas (ou seja, desidratadas por meio de congelamento brusco seguido de alta pressão a vácuo). As frescas preservam sabor, aroma e cor da planta, mas duram pouco, cerca de três dias depois de colhidas. As secas equacionam o problema da durabilidade, mas perdem em vivacidade. As liofilizadas, por sua vez, também têm prazo de validade estendido e, por serem concentradas, devem ser usadas com parcimônia – 4 gramas de endro liofilizado correspondem a 100 gramas da erva fresca. O mesmo cuidado deve ser tomado com a versão das ervas em pó.
Com a ajuda de Linguanotto, listamos abaixo algumas ervas facilmente encontradas em mercados e o melhor jeito de usá-las na cozinha. Confira:
 
Alecrim
Bata o alecrim seco no pilão com sal e use para temperar batata frita. Coloque na carne de carneiro para grelhar. Acrescente ao alecrim salsa em pó, alho e pimenta-do-reino para marinar por meia hora carnes brancas que serão grelhadas, cozidas ou fritas. Salpique o alecrim sobre o carvão em brasa quando estiver fazendo churrasco para conferir aroma.
 

Endro (dill ou aneto)
Muito usado para marinar peixes: é tempero do famoso bufê de frios dos povos nórdicos, o smorgasborg, composto de vários peixes marinados. Faça uma salada fria com salmão cortado bem fininho, marinando com dill, alho, sal, azeite e vinagre ou limão. Fica ótimo em cremes de queijos, omeletes, molhos e sopas frias, sempre colocado no final.


 

Ervas da Provence
Combinação das ervas típicas do sul da França: manjerona, tomilho, orégano, sálvia, segurelha, alecrim e louro. É ótima para cozidos de frangos, peixes e para assar legumes como a receita francesa do ratatouille. Finalize com elas a cobertura de pizzas que levem ingredientes como mussarela e tomate; adicione-as ao azeite para regar os pratos.
 

Ervas finas
É uma combinação das ervas, secas e picadas: cerefólio, estragão, cebolinha francesa e salsa. Ideal para perfumar peixes, suflês, maioneses, mostardas, legumes e carnes e para dar um toque especial na finalização do prato. Polvilhe saladas, omeletes e quiches. Enriqueça patês com ricota e frango, misture à maionese, aromatize manteigas.
 

Manjericão
Erva típica da cozinha italiana, ótima para compor o tradicional molho ao sugo, a salada caprese (tomate caqui, mussarela de búfala, azeite, sal e folhinhas de manjericão). Indicado na maioria das preparações com tomate, usado também em recheios, assados de carnes, peixes, carneiro, pizzas, saladas verdes e no molho genovês pesto.
 
Orégano
Pode ser usado para os mesmos fins que o manjericão, embora seu aroma seja diferenciado. É tempero típico de cobertura de pizzas, dos molhos italianos para massas. Aromatize saladas de frutos do mar, coloque nos antepastos de azeitonas pretas, em queijos, use no feijão branco em recheios para carnes e aves, tempere espetinhos de carneiro.


 
Salsa
Faça um molho com tomates verdes cozidos até desmanchar, amassados e misturados a salsa e cebolas picadas, açúcar e pimenta malagueta socada. Sirva o molho com verduras, legumes cozidos e feijões. Decore ainda canapés, dê sabor a sopas, aromatize manteigas. Encontra-se no mercado a salsa lisa e a crespa, esta muito empregada para decoração de pratos.

Salvia
Aromatize carnes, aves, peixes, vegetais, saladas, ovos, patês e queijos como minas e ricota, neste caso, use salvia seca socada, azeite, sal e cebola. Coloque um pouco de salvia na hora de cozinhar linguiças e salsichas. Junte salvia picadinha à sopa de alho. Para valorizar seu aroma o melhor é não usá-la associada a outras ervas.


Tomilho
Prepare um papillote de peixe: um berço de batata, coloque o peixe sobre ele, regue com azeite, acrescente sal, vinho branco, ramos de tomilho, feche e ponha no forno. Aromatize queijos, licores, carnes de churrasco, peixes, tomates ao forno, pizzas e grelhados. Use-o em pó quando quiser só seu sabor e aroma. É ótimo para compor marinadas e vinha d’alhos.

PASSO 1 - Dar somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimento.

O leite materno contém tudo o que a criança necessita até os 6 meses de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.

A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, pode adoecer mais e ficar desnutrida.

PASSO 2 - A partir dos seis meses, oferecer de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.

A partir dos seis meses, o organismo da criança já está preparado para receber alimentos diferentes do leite materno, que são chamados de alimentos complementares.

Mesmo recebendo outros alimentos, a criança deve continuar a mamar no peito até os dois anos ou mais, pois o leite materno continua alimentando a criança e protegendo-a contra doenças.

Com a introdução da alimentação complementar, é importante que a criança receba água nos intervalos das refeições.

PASSO 3 - A partir dos seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia, se a criança receber leite materno, e cinco vezes ao dia, se estiver desmamada.

Se a criança está mamando no peito, três refeições por dia com alimentos adequados são suficientes para garantir uma boa nutrição e crescimento, no primeiro ano de vida. No segundo ano de vida, devem ser acrescentados mais dois lanches, além das três refeições.

Se a criança não está mamando no peito, deve receber cinco refeições ao dia com alimentos complementares já a partir do sexto mês.

Algumas crianças precisam ser estimuladas a comer (nunca forçadas).

PASSO 4 - A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.

Crianças amamentadas no peito em livre demanda desenvolvem muito cedo a capacidade de autocontrole sobre a ingestão de alimentos, aprendendo a distinguir as sensações de saciedade após as refeições e de fome após o jejum (período sem oferta de alimentos). Esquemas rígidos de alimentação interferem nesse processo de auto controle pela criança.

Este aprendizado precoce é fundamental na formação das diferenças nos estilos de controle de ingestão de alimentos nos primeiros anos de vida;

O tamanho da refeição está relacionado positivamente com os intervalos entre as refeições (grandes refeições estão associadas a longos intervalos e vice-versa).

É importante que as mães desenvolvam a sensibilidade para distinguir o desconforto do bebê por fome de outros tipos de desconforto (sono, frio, calor, fraldas molhadas ou sujas, dor, necessidade de carinho), para que elas não insistam em oferecer alimentos à criança quando esta não tem fome.

Sugere-se, sem esquema rígido de horário, que, para as crianças em aleitamento materno, sejam oferecidas três refeições complementares, uma no período da manhã, uma no horário do almoço e outra no final da tarde ou no início da noite.

Para as crianças já desmamadas, devem ser oferecidas três refeições mais dois lanches, assim distribuídos: no período da manhã (desjejum), meio da manhã (lanche), almoço, meio da tarde (segundo lanche), final da tarde ou início da noite (jantar).

PASSO 5 - A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; começar com consistência pastosa (papas /purês) e, gradativamente, aumentar a sua consistência até chegar à alimentação da família.

No início da alimentação complementar, os alimentos oferecidos à criança devem ser preparados especialmente para ela, sob a forma de papas/purês de legumes/cereais/frutas. São os chamados alimentos de transição.

A partir dos oito meses, podem ser oferecidos os mesmos alimentos preparados para a família, desde que amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos.

Sopas e comidas ralas/moles não fornecem energia suficiente para a criança.

Deve-se evitar o uso da mamadeira, pois a mesma pode atrapalhar a amamentação e é importante fonte de contaminação e transmissão de doenças.

Recomenda-se o uso de copos (copinhos) para oferecer água ou outros líquidos e dar os alimentos semi-sólidos e sólidos com prato e com a colher.

PASSO 6 - Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida.

Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados.

Só uma alimentação variada evita a monotonia da dieta e garante a quantidade de ferro e vitaminas que a criança necessita, mantendo uma boa saúde e crescimento adequados.

O ferro dos alimentos é melhor absorvido quando a criança recebe, na mesma refeição, carne e frutas ricas em vitamina C.

A formação dos hábitos alimentares é muito importante e começa muito cedo. É comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras. O que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado do processo natural da criança em conhecer novos sabores e texturas e da própria evolução da maturação dos reflexos da criança.

Os alimentos devem ser oferecidos separadamente, para que a criança aprenda a identificar as suas cores e sabores. Colocar as porções de cada alimento no prato, sem misturá-las.

PASSO 7 - Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

As crianças devem acostumar-se a comer frutas, verduras e legumes desde cedo, pois esses alimentos são importantes fontes de vitaminas, cálcio, ferro e fibras. Para temperar os alimentos, recomenda-se o uso de cebola, alho, óleo, pouco sal e ervas (salsinha, cebolinha, coentro).

PASSO 8 – Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

Açúcar, sal e frituras devem ser consumidos com moderação, pois o seu excesso pode trazer problemas de saúde no futuro. O açúcar somente deve ser usado na alimentação da criança após um ano de idade.

Esses alimentos não são bons para a nutrição da criança e competem com alimentos mais nutritivos. Deve-se evitar alimentos muito condimentados (pimenta, mostarda, “catchup”, temperos industrializados).

PASSO 9 - Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados.Para uma alimentação saudável, deve-se usar alimentos frescos, maduros e em bom estado de conservação.

Os alimentos oferecidos às crianças devem ser preparados pouco antes do consumo; nunca oferecer restos de uma refeição.

Para evitar a contaminação dos alimentos e a transmissão de doenças, a pessoa responsável pelo preparo das refeições deve lavar bem as mãos e os alimentos que serão consumidos, assim como os utensílios onde serão preparados e servidos.

Os alimentos devem ser guardados em local fresco e protegidos de insetos e outros animais. Restos de refeições que a criança recusou não devem ser oferecidos novamente.

PASSO 10 - Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.

As crianças doentes, em geral, têm menos apetite. Por isso, devem ser estimuladas a se alimentar, sem, no entanto, serem forçadas a comer.

Para garantir uma melhor nutrição e hidratação da criança doente, aconselha-se oferecer os alimentos de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite, e aumentar a oferta de líquidos.

Para a criança com pouco apetite, oferecer um volume menor de alimentos por refeição e aumentar a freqüência de oferta de refeições ao dia.

Para que a criança doente alimente-se melhor, é importante sentar-se ao lado dela na hora da refeição e ser mais flexível com horários e regras.

No período de convalescença, o apetite da criança encontra-se aumentado. Por isso, recomenda-se aumentar a oferta de alimentos nesse período, acrescentando pelo menos mais uma refeição nas 24 horas.

Enquanto a criança come com sua própria colher, a pessoa responsável pela sua alimentação deve ir oferecendo-lhe alimentos com o uso de outra.





Tabela de Cores