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Um estudo americano sugere que as pessoas tendem a optar por refeições menos calóricas quando frequentam restaurantes que trazem em seus cardápios a quantidade de exercício necessário para queimar as calorias dos alimentos.
Segundo os cientistas responsáveis pela pesquisa, para estimular pessoas a controlarem melhor seu peso, seria mais eficiente informar a elas como podem queimar as calorias de um cheeseburguer, por exemplo, do que simplesmente informá-las quantas calorias o sanduíche contém.
A pesquisa, conduzida por uma equipe da Universidade Cristã do Texas, dividiu 300 voluntários com idade entre 18 e 30 anos em três grupos aleatórios.
Um recebeu um menu sem as informações calóricas; o segundo recebeu cardápios que continham o número de calorias de cada alimento, e o terceiro foi informado tanto sobre as calorias do alimento quanto sobre a quantidade de exercício necessário (em tempo de caminhada rápida) para queimar suas calorias.
No final, as pessoas do grupo que recebeu os menus com as informações sobre exercícios físicos pediram refeições menores e comeram menos, consumindo em média cem calorias a menos do que as outras.


Benefícios
As pesquisadoras Meena Shah e Ashlei James explicam que todos os menus continham a mesma seleção de alimentos e bebidas, que incluía hambúrgueres, sanduíches, salada, batata frita, refrigerantes e água. Nenhum dos voluntários estava ciente dos objetivos da pesquisa.
"Este é o primeiro estudo que reflete sobre os efeitos de mostrar quantos minutos de caminhada rápida são necessários para queimar as calorias contidas nos alimentos consumidos. A pesquisa sugere que há benefícios", diz Meena Shah.
Os cientistas destacam o fato de que a caminhada rápida é um tipo de exercício que tem um grande apelo, já que é de fácil execução.
Shah, porém, ressalta que não é possível extrapolar as conclusões para a população com mais de 30 anos. Por isso, mais pesquisas, envolvendo pessoas mais velhas, ainda são necessárias.
Contagem de calorias
Victoria Taylor, nutricionista da Fundação Britânica do Coração, uma organização não-governamental que realiza campanhas de conscientização sobre os males cardíacos, diz que é muito claro que a inclusão das informações sobre opções mais saudáveis e conteúdo nutricional ajuda as pessoas a tomarem melhores decisões ao pedirem refeições em um restaurante.
Mas a especialista diz que as medidas são insuficientes.
"Enquanto mostrar a quantidade de exercício necessária para queimar calorias é uma ideia interessante, uma dieta saudável para o coração inclui mais do que apenas contar as calorias", diz Taylor.
Ela acrescenta que os "restaurantes também podem implementar outras medidas para tornar as refeições mais saudáveis ao servirem tamanhos de porções mais apropriados e reduzirem a quantia de sal, gordura saturada e açúcar em seus pratos".
"Tanto ao comer fora quanto em casa, uma dieta balanceada com muitas frutas e vegetais é a melhor maneira de proteger seu coração".

Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/estudo-sugere-informar-exercicios-e-nao-calorias-para-estimular-dieta-1.html

Ninguém gosta de desperdiçar comida. É por isso que, normalmente, o que sobra de uma refeição em casa costuma ir para a geladeira. Mas, se antes ou depois disso os alimentos forem deixados em temperatura ambiente por mais de duas horas, começa o desenvolvimento de bactérias que podem causar contaminações.

Para explicar melhor o que acontece com a comida fora da refrigeração e o que fazer para evitar problemas de saúde, o Bem Estar desta segunda-feira (25) convidou o infectologista Caio Rosenthal e a bióloga especializada em alimentos Karen Signori.

O maior perigo é quando os micro-organismos invasores são patogênicos, ou seja, não alteram o sabor nem o visual do prato. Eles se multiplicam a cada 20 minutos: por isso, o ideal é separar as sobras em vasilhas pequenas – que favorecem o congelamento integral do conteúdo – e colocá-las sempre na geladeira. Dessa forma, na hora de resfriar as porções e esquentá-las, tudo será aproveitado.

Se o alimento ainda estiver quente, guarde-o na geladeira com uma parte destampada – de preferência em recipiente de vidro – , e só tampe-o quando estiver resfriado. Isso porque as gotículas de água que surgem aumentam a umidade interna do pote e facilitam o crescimento de bactérias. E é importante deixar a embalagem fechada para evitar a contaminação cruzada entre produtos crus e cozidos.

Para saber exatamente quantas bactérias há nos alimentos que ficam até 3 horas fora da geladeira, o programa levou algumas amostras de arroz, feijão, frango e carne para análise em laboratório. Essa contagem só é possível após dois dias, que é o tempo necessário para os micro-organismos serem vistos a olho nu.

Segundo os especialistas, toda comida contém bactérias, e o que a deixa imprópria para o consumo é a quantidade e o tipo desses micróbios. Por isso, a manutenção da geladeira é importante, pois ela precisa estar bem vedada e gelar da forma correta. Também fique atento aos prazos de validade, que mudam depois que os produtos são abertos.

Rosenthal destacou que as bactérias tóxicas que crescem em vidros ou enlatados podem provocar o botulismo, uma doença neurológica grave. Se uma pessoa abrir um vidro de palmito e ele estourar, é sinal de que contém a toxina botulínica. Latas deformadas ou estufadas também indicam a presença dessa substância.

No restaurante, o balcão de saladas deve ser ligado com no mínimo uma hora de antecedência, para que atinja a temperatura correta. Também pode ser colocado gelo em volta dos recipientes, para manter o alimento resfriado.

Panos
Outro perigo na cozinha é usar um pano para secar áreas diferentes. Dessa forma, a contaminação de um local sujo vai para outro limpo.

Fonte:G1.com.br

 

Quem sente azia e queimação com frequência sabe que até o prazer de comer diminui. Isso porque, logo após a refeição, a digestão não ocorre da forma correta e o suco gástrico do estômago sobe em direção ao esôfago. É aí que vem a queimação.

Estima-se que 20% da população em geral sofra continuamente de refluxo – quando o esfíncter entre o estômago e o esôfago se abre e o ácido sobe – e que 40% terão os sintomas pelo menos uma vez na vida.

Segundo os cirurgiões do aparelho digestivo Fábio Atui e Sérgio Szachnowicz, a acidez do estômago serve para digerir os alimentos, mas causa problemas quando vai em direção ao esôfago, que não está preparado para receber esse líquido.

Bebês e crianças pequenas costumam sofrer mais com o problema.

Fatores de risco
- Comer rápido e engolir grandes quantidades de comida de uma só vez

- Consumir muita gordura, alimentos ácidos ou apimentados, cafeína, chocolate, chás, bebidas com gás, líquidos durante as refeições, e proteínas sem o acompanhamento de carboidratos

- Não mastigar direito

- Deitar logo após comer

- Ser obeso ou estressado

Sintomas de refluxo
- Pigarro e rouquidão podem ser sinais da doença, indicando que as vias aéreas foram agredidas pelo conteúdo ácido do estômago

Antiácidos
- Antiácidos são como uma "loção calmante" para quem se queimou muito no sol. Apenas aliviam o desconforto, mas não previnem a queimadura

- Esses produtos contêm uma substância básica que ajuda a anular o efeito ácido do suco gástrico

- Os remédios mais eficientes inibem o bombeamento de ácido para o estômago

- Ingerir leite gelado, porém, pode aliviar a queimação na hora, mas depois vem um efeito rebote que aumenta a acidez estomacal. Isso porque proteínas em geral exigem um maior volume de suco gástrico para serem digeridas

 

Fonte: G1.com.br

 

Alimentos funcionais servem para enriquecer a dieta com substâncias capazes de prevenir o envelhecimento precoce, ajudar no funcionamento do intestino e reduzir a absorção de gorduras pelo organismo.

Produtos como pães, iogurtes, aveia, margarinas, biscoitos e bebidas de soja são vendidos no mercado desde 1999 acrescidos de compostos como probióticos, prebióticos, fibras, fitoesteróis e antioxidantes.

Todos eles fazem bem à saúde, mas não devem substituir o consumo diário de alimentos frescos e naturais, como frutas, legumes e verduras. De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, o ser humano já consome opções funcionais há milhares de anos, incluindo na dieta bactérias boas presentes em queijos, massas, iogurtes e outras bebidas fermentadas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) verifica se esses alimentos atendem aos requisitos necessários e permite que as embalagens contenham uma frase para destacar os benefícios do conteúdo.

Porém, muitas marcas não trazem essa informação claramente ou vendem tão bem que nem divulgam que o alimento é funcional. Há, ainda, as que divulgam que o produto tem essa característica, embora não seja cientificamente comprovado.

 Segundo Atui e o engenheiro de alimentos Guilherme Rodrigues, no caso dos fitoesteróis, é recomendado consumir no máximo 3 gramas por dia – acima disso, não há efeito. E esses produtos não são adequados para crianças abaixo de 5 anos, gestantes e mulheres que amamentam.

Já as fibras aumentam o bolo fecal e facilitam o trânsito intestinal, mas devem ser aliadas a uma maior ingestão de água. Se você quiser introduzir algum desses produtos na sua alimentação, pergunte a um médico ou nutricionista.

Além disso, o telefone de atendimento do fabricante pode informá-lo sobre a linha de alimentos funcionais disponível em supermercados e lojas.

Para quem faz uso de medicamento contra o colesterol, lembre-se: alimentos funcionais não são remédio. Portanto, continue tomando o que o médico lhe prescreveu contra esse ou outros problemas.

 

Fonte: G1.com.br


A banana é produzida na maioria dos países tropicais e é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e o primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no Brasil são: Prata, Pacovan, Prata-anã, Maçã, Mydore, Terra e D’ Angola, além da Nanica e Nanicão voltadas principalmente à exportação.
A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta. Mas além de sua concentração de carboidratos e energia, também apresenta elevadas proporções de vitaminas e minerais.


A banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando cozida, apresenta alto conteúdo de amido resistente presente na polpa da fruta. O benefício do amido resistente é similar ao da fibra alimentar, sendo que este não é digerido e absorvido no intestino delgado, podendo ser fermentado no intestino grosso, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para a produção das bactérias benéficas do nosso intestino, além de manter a integridade da mucosa do nosso intestino, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas.


Desta forma, o consumo de banana verde auxilia no trânsito intestinal adequado, atuando na prevenção e tratamento de quadros como diarréia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino.


Além de contribuir para a saúde do intestino, a banana verde exerce outros efeitos benéficos ao organismo. A banana verde é considerada um alimento de baixo índice glicêmico, ou seja, sua digestão e absorção são mais lentas, e assim a quantidade de glicose liberada no sangue ocorre gradativamente, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados, e reduzindo a necessidade de liberação de insulina para que esta glicose entre na célula, contribuindo então para a prevenção do desenvolvimento de diabetes, além do acúmulo de gordura corporal, devido ao aumento da saciedade promovido pelo amido resistente. Os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares. Desta forma, a banana verde pode também ter uma importante função na prevenção do desenvolvimento de doenças do coração.


A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos como a biomassa e a farinha de banana verde, que são utilizadas para a confecção de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Além disso, você pode adicionar a biomassa da banana verde em sucos de frutas e vitaminas. O preparo da banana verde é simples e pode ser feito em casa. Veja como preparar a biomassa:


1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;

2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;

3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;

4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;

5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;

6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;

7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;

8. Processe até obter uma pasta bem espessa;

Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.
Abaixo segue um exemplo de uma receita saudável em que a biomassa pode ser adicionada:

Suco funcional:

- Suco de 1 laranja
- 1 folha de couve
- 100 ml de suco de uva
- 1 colher de sopa de linhaça
- 1 colher de sopa da biomassa de banana verde
Bata os ingredientes no liquidificador e consuma este suco energético no café da manhã.


Caso seja complicado prá você produzir a pasta da banana verde, dê preferência à farinha de banana verde, que pode ser encontrada em qualquer loja de produtos naturais.

Milho
É uma boa fonte de energia, pois contém um alto teor de carboidratos, boas dosagens de proteínas, é rico em fibras, vitaminas do complexo B e vitamina C.
Existe uma grande variedade de formas de apresentação do milho. São elas:

  • Molho fresco na espiga e milho na conserva, usado em preparações culinárias como pamonha, curau, sorvete, farofa, torta, entre outras.
  •    Amido de milho, usado em mingau, cremes, biscoitos.
  • Glucose, utilizado em caldas, molhos doces.
  • Milho para pipoca: a produção de pipoca constitui um método de cocção do amido bastante diferente dos até aqui considerados. À medida que os grãos de milho-pipoca são aquecidos, o vapor-d’água existente dentro deles se expande aumentado à pressão interna o suficiente para os grãos explodirem. As qualidades desejáveis na pipoca são: bom sabor, maciez e quase ausência de cascas. Essas qualidades dependem da variedade do milho, do seu conteúdo de umidade e do método de cocção.
  • Milho de canjica, cereal pré-cozido e óleo de milho, usado para diversas preparações, de maior consumo no mês de junho, quando ocorrem típicas festas juninas.

 

Aveia
A aveia é um cereal, em geral, bastante valorizado por seu bom conteúdo protéico, calórico e de fibras. Em flocos, farinha, flocos finos, pode ser consumida ao natural com frutas e com bebidas. Exemplos de preparações feitas com aveia: mingau, sopas, tortas salgadas e doces, biscoitos, pães e bolos.


Centeio
É um cereal de valor dietético, rico em fibras, sais minerais e aminoácidos essenciais, pobre em calorias. O grão de centeio na forma de farinha tem cor escuta, devido à trituração do grão com a casca. Muito utilizado na preparação de pães, deve ser misturada com farinha de trigo porque possui pouco glúten.


Cevada
Um grão bastante nutritivo. Utilizada da mesma forma que o trigo em preparações como pães e massas, a cevada é bastante utilizada para a obtenção do malte, que é empregado para o preparo de cerveja e uísque.

 

 

 

Sorgo
É um cereal de origem africana, que cresce em regiões semiáridas. Composto por proteína, gordura, carboidratos, fibras, ferro, vitamina B1, B2. É um alimento de consumo humano, mas também utilizado na alimentação de animais.

 

 

 


Painço
Também conhecido como milhete ou milho-painço, este cereal apresenta diversas espécies. Menor que o trigo e o arroz, com alto teor de fibras, também contém proteína, carboidrato e gordura.

 

 

Triticale
É o primeiro cereal criado pelo homem e que gerou um impacto econômico significativo. Este cereal é o resultado do cruzamento de dois cereais: o trigo e o centeio. É rico em aminoácidos e algumas variedades de triticale são ricas também em proteínas.


Amaranto

Extraído de uma planta originária do Peru, tem a forma de uma pequena polinha, de cor bege, e de grande potencial nutritivo. Possui cerca de 15% de proteínas, com qualidade biológica comparada a do leite e superior a de outros vegetais, como a soja e o feijão. O amaranto também é rico em fibras, e é fonte de zinco, fósforo e cálcio. Preparações como tortas podem ser feitas com amaranto, que pode ser consumido por pacientes celíacos (intolerância a alimentos à base de trigo, aveia, centeio e cevada).

 


Trigo
O grão do trigo é composto de casca, gérmen e endosperma, sendo este ultimo o mais presente, na moagem, este é separado dos outros constituintes e moído para dar origem à farinha branca.

Deste cereal, o derivado nobre é a farinha, que é classificada comercialmente em função da qualidade do seu glúten.

Do trigo não se obtém apenas a farinha. Outras formas do trigo que também são utilizadas na culinária incluem: o trigo laminado, utilizado para quibe e salada; o trigo em grãos, usado para o preparo de sopas, saladas, refogados; a semolina 9resultado da moagem da parte nobre do trigo usado para panificação e massa), que é rica em glúten e o farelo do trigo, muito utilizado em receitas do segmento da alimentação naturalista.

Glúten: é um complexo protéico, do qual se destacam a glutenina e a gliadina. Ele e responsável pela quantidade de produtos de panificação, por exemplo. Quando a massa do pão que contém glúten é sovada, ele se desenvolve. Com isso, o pão cresce e a massa torna-se mais elástica. Há pessoas, entretanto, que têm intolerância ao glúten, chamados de celíacos, e que devem privar-se de alimentos que apresentam este componente, por exemplo, bolos, massas etc, que contenham trigo, aveia, centeio e cevado em sua composição.


ANAHAD O'CONNOR
DO "THE NEW YORK TIMES”

Parece ser senso comum que os alimentos com rótulo "sem açúcar" não teriam nenhum efeito sobre os níveis de açúcar no sangue. Mas isso nem sempre é verdade.

A maioria dos adoçantes artificiais sacarina, aspartame e sucralose, por exemplo, oferece a doçura do açúcar, mas sem as calorias. Eles não contêm carboidratos e, portanto, não produzem nenhum efeito sobre o nível de açúcar no sangue.
No entanto, esses adoçantes às vezes estão presentes em produtos "sem açúcar" como outro substituto de açúcar, os alcoóis.
Os alcoóis de açúcar recebem este nome de sua estrutura, que se parece com um cruzamento entre uma molécula de álcool e açúcar, mas tecnicamente não são nenhum dois.

Empresas acrescentam esses alcoóis a cada vez mais produtos "sem açúcar", como biscoitos, chicletes, balas e chocolate. Para quem está tentando controlar o nível de açúcar no sangue, isso pode ser tornar a interpretação dos rótulos uma tarefa difícil.

Embora os alcoóis de açúcar forneçam menos calorias do que o açúcar comum em geral cerca de 1,5 a 3 calorias por grama, em comparação a 4 calorias por grama de açúcar eles ainda podem aumentar levemente o nível de açúcar no sangue.

De acordo com autoridades de saúde, uma forma de contabilizá-los é contar metade das gramas de alcoóis de açúcar num produto como carboidratos, já que aproximadamente metade do conteúdo de álcool de açúcar é de fato digerido.

Você pode identificar alcoóis de açúcar numa lista de ingredientes buscando palavras que terminam em "ol", como sorbitol, maltitol e xilitol. Em alimentos com rótulos de "sem açúcar" ou "sem adição de açúcar", a quantidade exata de álcool de açúcar deve ser listada separadamente nas informações nutricionais.

Assim, o conselho dos especialistas é ler bem o rótulo.

Fonte: Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/770503-adocantes-artificiais-podem-aumentar-nivel-de-acucar-no-sangue.shtml